Świtezianka, 1898–1900 by Kazimierz Alchimowicz

Me’aequor

Quem és aquém d’esta chuva
E além da reminiscência
Transcendente à esta psique?

Quantos sorrisos fazem as curvas?
D’esta expressão de veemência
Em tua face tão insigne?

Se te deitas sob a cheia lua,
Noite tórrida d’efervescência,
Rezas ou abres teu belo dique?

Nele tua água tão translúcida
Sei que verte em suculência pura
Com’o mel qual quero degustar

Então, diz-me se fazes, oculta,
Imaginar em tua mente-volúpia
Este oceano, em mim, a trepidar.


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