
Se há silêncio, leia-me
Sep 7, 2018 · 1 min read
Então, se há silêncio, leia-me
Jamais o faça em caos intrínseco
Ou no árduo rumor extrínseco
Pois que impedem o decifrar-me;
P’ra que possas firme penetrar-me
Do corpo ao tenro espírito
Não sepultes tu o teu fascínio
Crucial para o etéreo ter-me;
Este que só é assim possível
Se trouxeres tu o teu abismo
P’r’ascendência do sentir-me
Que se for em essência legítimo
Deflorará meu lúgubre precipício
Apreendendo o ímpar som de ser-me.
Escrito por Oanna Selten
Em Dueto Leia-me — Sonetos Ausentes
Leia o primeiro soneto do Dueto Leia-me:
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