John William Waterhouse — Circe Offrant une coupe à Odysseus (1891)

Versos Augúrios

Que meu rosto vos conte no que há de vir
Histórias detrás de seu próprio semblante
Memórias vívidas d’existência flamejante
Sob a égide d’ação sem expectativas egoicas;

Que meu canto alado vos toque sendo exótico
E que o liquor etéreo vos alimente o espírito
Em cada nova Lua qu’espag’escuridão plena
Desvelando a Verdade do Todo e de Tudo;

Qu’este livro lido seja por vós quando arderdes
N’este fel de Nmorhirhr cujo visco é purpúreo
P’ra renascerdes n’uma Nova Era do Absoluto
Sorvendo da Consciência que vos guia latente
Sempre aos meus versos augúrios.


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