“Não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam.”

Çésar Moreira

Juntamente com este, leia os outros artigos do blogue 23/IX que evidenciam o Arrebatamento da Igreja em 23 de setembro de 2017.

Como complemento altamente recomendado deste artigo, leia este:


Síntese prévia

Israel recuperou-se como Estado em 1948. As Escrituras mostram que Israel é a figueira, o relógio escatológico de Deus…

“Então, me perguntou o Senhor: Que vês tu, Jeremias? Respondi: Figos; os figos muito bons e os muito ruins, que, de ruins que são, não se podem comer. A mim me veio a palavra do Senhor, dizendo: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Do modo por que vejo estes bons figos, assim favorecerei os exilados de Judá, que eu enviei deste lugar para a terra dos caldeus. Porei sobre eles favoravelmente os olhos e os farei voltar para esta terra; edificá-los-ei e não os destruirei, plantá-los-ei e não os arrancarei. Dar-lhes-ei coração para que me conheçam que eu sou o Senhor; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; porque se voltarão para mim de todo o seu coração.”
Jeremias 24.3–7

…Algo no qual nós deveríamos ficar de olho.

“Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele [o fim dos tempos] está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam.” 
 (Jesus, em Mateus 24:32–34)

Aí surge a questão: Quanto é uma geração? A própria Palavra revela.

Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos[…]” 
 (Moisés, no Salmo 90:10a)

Assim, entendemos que uma geração dura, aproximadamente, setenta anos, pois oitenta fala de indivíduos específicos, os mais robustos.

Nestes tempos a figueira faz setenta anos (uma geração) de florescida.

Veja abaixo mais detalhes e suas fontes.


A Parábola da Figueira

Norbert Lieth (clique aqui para artigo na íntegra — Altamente recomendado)

“Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mt 24.32–35).

Além da oliveira, da videira e do espinheiro, a figueira é uma ilustração de Israel, do judaísmo. Essas quatro “árvores” são mencionadas em uma passagem de Juízes (9.8–15). Além delas, também a romã é uma representação do povo judeu. Certamente a passagem bíblica que exprime com maior precisão que a figueira é uma ilustração de Israel está em Oséias 9.10, onde Deus, o Senhor, diz: “Achei a Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como as primícias da figueira nova…” É o que também se vê claramente em Jeremias 24.3–7: “Então, me perguntou o Senhor: Que vês tu, Jeremias? Respondi: Figos; os figos muito bons e os muito ruins, que, de ruins que são, não se podem comer. A mim me veio a palavra do Senhor, dizendo: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Do modo por que vejo estes bons figos, assim favorecerei os exilados de Judá, que eu enviei deste lugar para a terra dos caldeus. Porei sobre eles favoravelmente os olhos e os farei voltar para esta terra; edificá-los-ei e não os destruirei, plantá-los-ei e não os arrancarei. Dar-lhes-ei coração para que me conheçam que eu sou o Senhor; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; porque se voltarão para mim de todo o seu coração.”

Além disso, a figueira contém um sentido profético muito profundo, o que se vê claramente nas palavras proféticas de Jesus quando fala da Sua vinda: “Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas” (Mt 24.32–33).

A seguir vamos analisar a figueira Israel à luz profética da Bíblia, perguntando-nos o que podemos aprender dela: “Aprendei, pois, a parábola da figueira…” Três simbolismos chamaram a minha atenção e quero compartilhá-los a seguir (veja artigo na íntegra)


Quanto tempo dura uma geração.

César Francisco Raymundo (clique aqui para ler artigo na íntegra)

Quando se pensa em geração no sentido de pessoas que vivem em determinada época, é difícil especificar a duração exata dela, tudo vai depender do contexto de cada época e de como seria os limites razoáveis do tempo da vida humana. Cada contexto dentro da Bíblia é que deve definir quanto tempo dura uma geração.

Veja o caso das gerações de Adão até Noé. A duração média do tempo de vida era de 850 anos para cada pessoa (Gênesis 5:-31; 9:29). Depois do dilúvio, a expectativa de vida diminuiu radicalmente para cento e vinte anos (Gênesis 6:3). Abraão, por sua vez, foi uma exceção a regra e viveu cento e setenta e cinco anos (Gênesis 25:7). Mais tarde a média de vida caiu para setenta ou oitenta anos conforme o Salmo 90:10:

Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos”.

Não que isto seja regra geral, pois alguns podem viver bem mais conforme a genética e o meio ambiente em que cada um viveu. Mesmo assim, a grande questão que continua é a de sempre, ou seja, sobre quanto tempo dura uma geração. Uns calculam 40 anos, outros 48 anos, outros 50 e ainda outros 70 anos.


Como e quando começou a brotar a Figueira. Aproxima-se o Arrebatamento da igreja.

Pastor Sodré

Depois da história Bíblica, nem uma outra é igual ao brotar da figueira! Assim brotou a figueira, e agora? A aproximação do tempo do arrebatamento, sem dúvida se dará com o brotar da figueira. Como e quando a figueira começou a brotar? Sem tentar adivinhar ano, mês, semana, dia hora, minutos e segundos, Jesus em Mateus capitulo 24 e versículo 42 falou: “Vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor”, Jesus falava deste tempo, do brotar da figueira. Ele mandou que aprendêssemos com esta parábola, já os seus ramos se renovam, a cada reunião era um renovo da esperança. E as folhas brotam, as folhas eram as pessoas indo para a Palestina mesmo sem ter certeza do amanhã, sabei que está próximo o verão assim também vós quando verdes estas coisas sabeis que está próximo. As coisas já aconteceram, a colheita, Jeremias capítulo 8 e versículo 20, passaram a sega, findou o verão e não estamos salvos, quando Ele disse que estaria próximo, já estamos no verão falta só a colheita, às portas. Não passará esta geração de 70 anos que Israel voltou para sua terra, sem que tudo isto aconteça. Israel sempre foi tratado como figueira, neste tempo ela sempre foi símbolo e serviu para alguma coisa, roupa para Adão e Eva, curou feridas do Rei Ezequias, mais alguns acontecimentos, a sua sombra é um verdadeiro lugar de descanso e paz, I Reis capítulo quatro e versículo 25, Judá e Israel habitavam confiados cada um debaixo da sua videira e debaixo de sua figueira desde Dã até Berseba, todos os dias de Salomão foi um dos únicos momentos de paz, a figueira neste tempo dava frutos, depois que Salomão morreu ela começou a não dar mais dar frutos, dividiram a plantação de figo em duas, ao ponto de serem cortados todos os galhos. Espalhar-vos- eis por entre os povos e nações e desembainharei a espada atrás de vós, a vossa terra será assolada e as vossas cidades serão desertas. Levítico capítulo 26 e versículo 33, mas havia um olhar gigantesco observando cada passo de todos eles, por menor que fosse aos guetos, durante todo o tempo havia e há um cuidado especial de Deus com eles em qualquer lugar, no Brasil, Austrália, Nauru, Iêmen, na Inglaterra e Estados Unidos da América e na Rússia, foram levados pelos ventos da necessidade, espalhados por toda a terra, com eles levaram uma esperança, espalhados por esta savana que é o mundo, em meio às feras que pensa, fala e persegue. As crianças perguntavam: pai porque isto? Vamos mudar para outro país, novamente cresciam sabendo o porquê e se preparavam para o futuro.

Com, a fala dos pais brotava também uma esperança no já adolescente, pronto para fazer o mesmo por menor que fosse. Durante todo o tempo havia uma grande esperança para todos eles, de um dia voltarem para a terra da promessa, o seu lar nacional, só responde esta pergunta quem crê nas entrelinhas dos escritos bíblico. Agora só no tempo de Deus, o brotar da figueira, depois de sofrer todo o tipo de perseguição dos Czares na Rússia, a Polônia que o diga, por quase toda a Europa e onde passaram se portaram com dignidade, não perdendo a identidade, e isto deixa Deus contente. Mesmo com o elo quebrado, sofrendo perseguições, não esquecem de cultuar o seu Deus e de alguns costumes, para não perder este elo que os identifica como povo de Deus. Na antiga Alemanha, que é a janela de onde se descortina o leste europeu, a Inglaterra, que foi a porta de entrada para o mais importante tratado entre uma nação com Israel, que temos conhecimento. O livro branco que o diga, nele traçou rumos para o futuro de Israel sobre os olhares da coroa britânica para o conclave da fundação do Estado de Israel, tudo no tempo de Deus, não foi mais além porque existia uma promessa milenar para este tempo. Não podia ser quebrada, envolvia a honra e a promessa do grande Eu Sou, domínio, caráter que nunca falhou, tudo em meio às perseguições na Europa e no mundo extraído do livro. Ben-Gurion o Moisés da era comum, o fundador do Estado de Israel, o responsável pelo último êxodo de Israel. De entre as nações nascia na Polônia em Plonsk. um menino em 1886, filho da família Grun, seu nome David Grun, mais tarde adotaria o nome hebraico David Ben-Gurion, com o nascimento desta criança na Polônia começava a brotar a figueira, mesmo tendo pai e mãe judeus, ele perdeu a mãe e ficou revoltado, sua mãe havia lhe ensinado tudo sobre o judaísmo, agora não gostava mais de ir à sinagoga aos sábados nos dias de culto, mas perguntava para o seu pai: Por que ir à sinagoga? Cresceu, foi terminar os estudos em Varsóvia, capital da Polônia, depois de completar os estudos, filiou-se ao partido sionista que começou na Basiléia, na Suíça, fundado por Theodor Herzl, com a finalidade de unir todos os judeus em todo o mundo com a menção de voltarem para a terra prometida, pois eles estavam sofrendo muito com a perseguição na Europa. Walchivit na Polônia, que o diga, até parece que o diabo sabia que um filho da Polônia ia ser o responsável pela restauração do estado de Israel, coisa que muitos não queriam. O povo judeu nunca perdeu a esperança de voltar para sua terra. Em 1906 Ben-Gurion viajou para a Palestina e instalou-se num Kibutz, uma colônia agrícola, uma fazenda. Era o único lugar naquele momento para se começar a vida, começou a trabalhar como agricultor e lutar contra o banditismo. Na época, os ingleses tinham autonomia na Palestina, a ONU e a Inglaterra era quem davam a palavra final nos acordos políticos. No dia 02 de Novembro de 1917, o governo inglês divulgou a declaração Balfour manifestando seu apoio ao objetivo sionista de estabelecer um lar nacional judaico na Palestina. Lá estava um judeu que quando adolescente não gostava de ir à sinagoga, quando morava na Polônia, o imigrante foi trabalhar arduamente, de sol a sol, no Kibutz. Deus nunca chama dispostos para lhe prestar serviço, temos muitos exemplos na história deles. No prefácio do livro de Ben-Gurion, o amigo Thomas, escrevendo a introdução do mesmo volume de memória, não exagera quando afirma que Ben-Gurion, nascido no gueto na Polônia, imigrando para a Palestina, trabalhador da terra, era pioneiro, articulador político, homem estadista por excelência, fundador das forças armadas de Israel e o seu primeiro comandante. O chefe Ben-Gurion viveu cada uma de suas idéias, nas suas ações cotidianas ele dedicou toda a sua existência a um único fim, a redenção do povo judeu no seu antigo lar de Israel. Assim estava nascendo os primeiros brotos da figueira, e uma série que viria depois da figueira, que foi amaldiçoada e cortada no ano 70 da era comum, e ficou cortada muitos séculos, por 1878 anos, só que de vez em quando gotejava uma gota de água nas reuniões e orações. Era uma forte esperança para a raíz, os galhos foram jogados para toda a terra, mas a raíz estava lá. Jerusalém, a cidade eterna dos muros, o dono da rocha, dos túmulos dos patriarcas, da porta dourada por onde passou o brotar da figueira. Ben-Gurion interpretava o relacionamento nacional dos judeus nos termos da visão bíblica da redenção, a sua visão da história judaica foi a Bíblia que incutiu no povo judeu o desejo de consumar a sua redenção nacional e universal. Em 1939, o livro branco, que era uma cartilha que rezava mais ou menos como os judeus tinham que se comportar na Palestina, era reduzidíssimo o número de judeus que podiam imigrar para a Palestina, não podiam comprar propriedades, esta era uma norma de quem dava as cartas na época, que era o governo britânico, que detinha o domínio sobre a região mais importante da terra. Em 1940, Ben-Gurion tomou uma decisão, foi para os Estados Unidos e pediu apoio para a revogação das restrições impostas pelo livro branco. Em 1942, na conferência sionista realizada em Nova York, Ben-Gurion vê seu programa de Biltmore totalmente aprovado, o programa propõe a criação de um estado judeu na Palestina, esta proposta da criação de um estado judeu na Palestina e de um retorno a Sião, ganhara impulso nas comunidades judaica da Europa oriental por volta do final do século XIX. Depois do primeiro congresso sionista em 1897, em Basiléia, convocado pelo jornalista austríaco Theodor Herzl, os movimentos organizavam-se internacionalmente a imigração para a Palestina, se converteram numa operação real, o sionismo. Só a criação de um estado em Eretz Israel, terra de Israel como a Palestina é chamada em hebraico, permitiria normalizar a existência do povo hebreu em sua terra. Em 1946 Ben-Gurion é, pela segunda vez, nomeado presidente do executivo da organização sionista mundial, também é eleito ministro da defesa no executivo, da agência judaica. Em 1947 a Inglaterra renunciou ao mandato, depois de 28 anos sobre a palestina a ONU adota o plano de partilha da Palestina, que é aceita pelos judeus e recusada pelos árabes. Como podemos perceber, o caminho por onde passaram o brotar da figueira, foi e é no tempo que passou, para começar a brotar os primeiros brotos, cada decisão de um líder na diáspora para a criação do estado de Israel, era um cântaro de água em forma de oração e de decisão, que era despejado na raíz, chamado esperança. Enquanto existia na diáspora uma criança perguntando para o seu pai porque o shabat, o pai começa a dar as primeiras instruções da origem do seu povo, crescia entendendo tudo, a escola dava também a sua participação ensinando tudo, dali estava formada a raíz chamada esperança, já na adolescência era passado de pai para filho por séculos. Hoje, os adolescentes querem conhecer Walxivite, a Masmorra que tentou exterminá-los do velho continente. Os seus ancestrais e a promessa não deixaram que eles esquecessem, e que promessa: Isaias 46 versículo 4, “até a vossa velhice eu serei o mesmo e ainda e até as cãs eu vos trarei, já o tenho feito, vos levarei, vos carregarei e vos salvarei”. Nos jovens já emancipados, brotava e já estava formada a raíz, que é a esperança de um lar nacional, nas sinagogas em todo o mundo, os velhos e jovens cantavam Salmos, liam o Torá. Não se esqueceram de Sião, se não abria a janela, como Daniel, que olha para o horizonte e diz: “lá é o meu descanso, entre as doze tribos que estão espalhadas e redistribuídas entre as nações, faziam e fazem orações, e sempre foram voltadas para aquele momento que aconteceu no dia 14 de maio de 1948 às 16:00 horas. Davi Ben-Gurion, um homem de rosto brilhante, cabelos brancos, bateu com o martelo na mesa dando início à cerimônia de fundação do estado judeu na terra de Israel, a multidão presente no Museu de Arte de Tel-aviv, ergueu-se espontaneamente e começaram a cantar o Hatikvah, foi cantando com uma imensa alegria, HatiKavah quer dizer esperança em hebraico. A canção se tornou o hino nacional de Israel, a letra: “Enquanto no fundo do coração palpitar uma alma judaica e em direção ao oriente o olhar voltar-se a Sião, nossa esperança ainda não estará perdida, esperança de dois mil anos, de ser um povo livre em nossa terra, a terra de Sião e Jerusalém”, cantaram esta canção várias vezes, para nunca mais esquecer daquela data do renascimento do estado de Israel, e ao terminarem de cantar, Ben-Gurion limpou a garganta e começou a ler a Declaração da Independência. “ A terra de Israel foi o lugar de nascimento do povo judeu, aqui se formou sua independência nacional, espiritual e religiosa, conquistaram independência e criaram uma cultura de importância nacional e universal. Escreveram a Bíblia e ofereceu-na ao mundo exilado da terra de Israel, o povo judeu conservou-se fiel a ela durante os séculos de sua dispersão, nunca deixando de rezar e esperar pela sua volta e pela restauração de sua liberdade nacional”. Ben-Gurion estava comovido e sua voz embargou-se de emoção, mas ele continuou, “como membro do conselho nacional, representando o povo judeu na terra de Israel, e o movimento sionista”. Foi proclamado o estabelecimento de um estado judeu na terra de Israel, o estado de Israel, entre as centenas de pessoas que se aglomeravam no salão abafado e quente, estava Golda Meyer, a Débora dos tempos modernos, ela passava horas nas ruas de Denver nos Estados Unidos da América, pedindo dinheiro para o fundo nacional judaico com o qual compraria terras na Palestina. Ela continuou a sua peregrinação pela América, esteve em Chicago, falando de improviso para uma multidão de judeus e disse: “Cada Judeu deste país sabe que dentro de poucos meses será estabelecido um estado judeu na Palestina, vocês não podem desistir, se iremos ou não lutar, lutaremos, possamos apenas uma coisa sermos vitoriosos. No final do discurso, a multidão se levantou e a aplaudiu de pé, mais tarde um dos presentes descreveu a reação da audiência ante a figura de Golda Meyer, “nunca havíamos visto alguém como ela, tão clara, tão forte, tão fora de moda, como uma mulher saída da Bíblia”, depois de dois meses e meio de viagens e discursos, Golda voltou para a Palestina com 50 milhões de dólares e, embora fossem modestos em relação ao seu sucesso, quase todos os outros membros da comunidade judaica estavam surpresos. Davi Ben-Gurion disse em sua homenagem, “algum dia quando a história for escrita dirá que uma mulher judia conseguiu o dinheiro que tornou possível o estado de Israel, naquele dia estava ela mais uma vez presente para defender o seu povo, a ponto de deixar o seu marido para trabalhar em defesa dos momentos que ela podia dar sua cooperação, neste momento seu rosto mostrava calma e firmeza, seus grandes olhos cinzentos marejavam-se, ela participava da concretização de um projeto a que dedicou toda a sua vida, “finalmente conseguimos”, disse Golda num desabafo. “Pela primeira vez em quase vinte séculos, dois mil anos, agora temos uma terra nossa, não importa o que aconteça, depois nem quanto tenhamos que pagar por isso, os judeus tem um país, já não estamos desamparados, porque Isaías 41 versículo quatro diz: Um ao outro ajudou ao seu próximo, disse sê forte, assim brotou a figueira, um ajudando ao outro, para cumprir as profecias, demonstrando amor entre eles. E contendo como marca da aproximação do arrebatamento da igreja para os Gentios. Tudo que Deus queria era Israel na sua terra e trazendo os frutos da diáspora, judeus de todo o mundo voltavam. Isaias profetizou isto no capitulo 60 versículo oito, quem são estes que vem voando como nuvens e como pombas aos seus ninhos”. Em 1947, chegou pelo porto de Haifa, 4.000 judeus vindos de várias partes do mundo, de 1949 a 1950 Israel realizou 380 viagens de avião para resgatar cerca de 50.000 judeus que viviam no Iêmem, foi a operação denominada Tapete Mágico. Em 1984 e 1990 outros 30.000 judeus etíopes aterrissaram na terra santa graças às operações Moisés e Salomão, cantando havkanagila. Lembro-me muito bem, quando eu era muito jovem li uma reportagem que quando os judeus iemenitas chegaram em Israel, ao descer do avião eles ajoelhavam e beijavam o solo e choravam e por certo cantavam: Nossa esperança não estará perdida…e de satisfação depois de séculos por estarem voltando para sua terra. Em 1948 a fundação do Estado de Israel pela ONU com o apoio do presidente da Assembléia Geral da ONU, o brasileiro Osvaldo Aranha, com aquela votação estava sendo decidindo a sorte de uma região de poço mais de 20.000 quilômetros quadrado. Dos 56 países participantes na votação, 33 foram a favor, 13 contra um ausente. Valeu, e a guerra que se seguiu marcou o triunfo dos judeus, mas apenas parte de Jerusalém, justamente o lado ocidental, distante da Sião histórica, ficou em mãos judaicas. O plano original da ONU, era fazer da cidade uma zona internacional. Os países árabes incapazes de admitir a derrota, voltaram a se preparar para a guerra. Em 1967, prestes a lançar um ataque maciço, liderados pelo Egito, viram Israel ser mais rápido, muito mais rápido. A guerra dos seis dias, como ficou conhecida, terminou com a ocupação completa pelos israelenses da Palestina e de Jerusalém. Quando o muro das lamentações, o último resquício do tempo de Herodes foi tomado, a comoção era indescritível. Mais de 700 soldados se abraçaram e choraram diante do santuário judaico. Regressamos ao nosso lugar mais sagrado, regressamos e nunca o deixaremos, jurou o general Moshe Dayan, vindo de vários lugares todos esperavam por este momento, esperavam e sabiam deste momento citado em Daniel 12: 4. Quando a cortina de ferro e muro da vergonha, foi rasgada os judeus de Berlim, da Rússia e do leste Europeu comunistas, durante 70 anos foi a Babilônia deste tempo, lá estava alguns milhares de judeus, sem a liberdade de ir e vir, mas não se esqueceram de Sião, exilados liam o Torá, iam á Sinagoga e criam no Deus de Abraão, Isaque e Jacó, durante os 70 anos que passaram no exílio estudaram, estudaram e estudaram. Com Gorbachove e Boris Ieltsin veio a liberdade e acabou o comunismo, agora estavam livres para ir e vir, a figueira estava brotando depois de quase dois mil anos e de muitas perseguições. Tudo no hall de conhecimento cientifico estava sendo levado para a Palestina. No Egito não foi diferente, ganharam prata e ouro, Esdra voltando da Babilônia no ano 457 aC, recebeu ajuda do rei Artaxerxes. Esdras capítulo 7 e versículo 15, além de conselheiro ele mandou levar para o Deus de Israel cuja habitação está em Jerusalém, todo ouro e prata que se achava em toda a província da Babilônia, como também oferta voluntária do povo e dos sacerdotes. Como toda a vez que Israel esteve no exílio, quando saíam era lhe feito doações, voltando agora levava uma mala na mão e outra na mente, valeu a pena estudar, estes são os frutos colhidos neste último exílio e desta cruel diáspora. Só da Rússia, mais de 65 mil cientistas foram para Israel, dentro do tempo citado em Daniel 12:4. Rasgando a cortina e quebrando o muro do comunismo do leste europeu, Israel recebeu outra impressionante dose de capital humano, nada menos que um milhão de pessoas chegou entre 1990 e 1999. Entre estes imigrantes havia mais de cem mil cientistas e engenheiros. È que o tempo do ISO e a evolução da ciência contribuiu para gerar dividendos e garantir a sobrevivência para judeus que chegavam a Israel a todo instante. Hoje em Israel habitam mais de sete milhões de judeus de todo o mundo, eles são 13.090.000, a maior comunidade fora de Israel está nos Estados Unidos da América. Após o arrebatamento da igreja, devido ao alvoroço daqueles dias, vai haver um recenseamento mundial, neste tempo todos os judeus espalhados entre as nações voltaram voando para o seu pombal, sua terra. Lá terão que ir de volta para esperar o maior acontecimento desde que o mundo foi criado, que é a volta de Cristo para salvar Israel do último embate. O diabo vai jogar a última cartada para não deixar acontecer o previsto, que Israel herde por definitivo a terra da promessa, que foi prometida por Deus para Abraão e seus descendentes. Só agora somos contemporâneos deste tempo, quando tudo se está consolidando, com a aproximação do milênio, naquele dia no seu país serão todos guardados pelo Senhor Deus, ninguém molestará mais a Israel. No recenseamento os governos enviarão os imigrantes para a sua respectiva nação, cada povo vai para seu povo.