#22 A Ilha dos Dissidentes

Autor: Bárbara Morais
Páginas: 304
País de Origem: Brasil
Editora: Gutenberg
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1. Por quê escolheu ler este livro?
Porque estive na Feira Literária de Brasília e lá assisti a um painel maravilhoso sobre o mercado editorial nacional. Escrever e publicar um livro é um sonho antigo meu, logo, absorvi todas aquelas dicas maravilhosas dadas por gente que já está no mercado, sendo que uma delas era simplesmente esta: se você quer ter seu livro publicado no Brasil, precisa ler autores nacionais. Tem que entender o que está sendo publicado, especialmente do gênero no qual você deseja entrar. Por isso, peguei o livro nacional mais próximo (na estante da Mari, que me hospedou) e comecei a ler.

2. O quê valeu a pena nesse livro?
O sentimento de orgulho que me bateu de ver um livro bem escritinho como esse. Mesmo com reviravoltas mirabolantes e enquanto constrói um mundo altamente criativo, com suas regras próprias, a autora não se perde e mantém o padrão de escrita lá em cima, sem perder o ritmo. É de dar gosto.

3. Para quem indicaria esse livro?
Para quem gosta de distopias, é um prato cheio. Ficções jovens-adultas (o famoso YA), fantasias, gente com poder: vai na fé. É pra você.

4. Qual é a dica de escrita que você tira desse livro?
Ritmo é fundamental. É ele que tira o leitor da cadeira e faz ele virar desesperado página atrás de página para saber o que vai acontecer na seguinte. Células de ação curtinhas e cadenciadas são maravilhosas para fazer esse efeito dar certo.

Ser levada para uma cidade especial não estava nos planos de Sybil. Tudo o que ela mais queria era sair de Kali, zona paupérrima da guerra entre a União e o Império do Sol, e não precisar entrar para o exército. Mas ela nunca imaginou que pudesse ser um dos anômalos, um grupo especial de pessoas com mutações genéticas que os fazia ter habilidades sobre-humanas inacreditáveis. Como única sobrevivente de um naufrágio, ela agora irá se juntar a uma família adotiva na maior cidade de mutantes do continente e precisará se adaptar a uma nova realidade. E logo aprenderá que ser diferente pode ser ainda mais difícil que viver em um mundo em guerra.
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