#26 O Ceifador

Autor: Neal Shusterman
Páginas: 448
País de Origem: Estados Unidos
Editora: Seguinte
Compre: Amazon
1. Por quê escolheu ler este livro?
Porque foi um presente da Feira do Livro de Brasília e livro ganhado fura a fila (#dica). Além disso, a capa me seduziu bastante e a premissa do livro era tão maluca que eu precisava começar a ler para ver o que me aguardava.
2. O quê valeu a pena nesse livro?
A forma como o autor criou um universo improvável, cheio de regras próprias e costumes e com isso, pôde falar muitas verdades sobre a morte de uma maneira leve e às vezes até cômica. Reflexões profundas se escondem no dilema de dois jovens. Um trabalho riquíssimo de criatividade.
3. Para quem indicaria esse livro?
Para todo mundo que já se pegou pensando a respeito da morte. Para quem curte uma ficção das boas, para quem gosta de livros que acompanham reflexões entre os capítulos (os diários dos Ceifadores são uma coisa maravilhosa).
4. Qual é a dica de escrita que você tira desse livro?
Se tem uma coisa que esse livro me ensinou é a fazer um primeiro capítulo matador. De verdade. Eu li o primeiro capítulo e a história, o universo, o jeitão dos personagens, tudo já me capturou e eu precisava saber o que vinha a seguir. Por coincidência, eu só tinha tempo para ler esse capítulo, então, assim que fechei e fui fazer o que precisava fazer, a história não saiu mais da minha mente. Fiquei lá imaginando mil situações até conseguir pegar o livro de novo. Coisa linda de ver.
A humanidade venceu todas as barreiras: fome, doenças, guerras, miséria… Até mesmo a morte. Agora os ceifadores são os únicos que podem pôr fim a uma vida, impedindo que o crescimento populacional vá além do limite e a Terra deixe de comportar a população por toda a eternidade. Citra e Rowan são adolescentes escolhidos como aprendizes de ceifador — um papel que nenhum dos dois quer desempenhar. Para receberem o anel e o manto da Ceifa, os adolescentes precisam dominar a “arte” da coleta, ou seja, precisam aprender a matar. Porém, se falharem em sua missão — ou se a cumplicidade no treinamento se tornar algo mais -, podem colocar a própria vida em risco.

