China pode aumentar demanda pelo milho brasileiro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, trocou farpas com a China após fazer uma ligação para o chefe de Estado de Taiwan, província do país asiático considerada rebelde. Com isso, a relação comercial entre as duas maiores economias do mundo pode ficar estremecida, favorecendo os produtos brasileiros. Segundo o superintendente do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), Daniel Latorraca, há a possibilidade de o milho nacional suprir a demanda chinesa atendida hoje pelos Estados Unidos.

Latorraca afirma que cerca de 1,7% do milho produzido em Mato Grosso é exportado diretamente para a China e acredita que na falta do fornecimento norte-americano, o Brasil se encaixaria nos padrões das importações asiáticas. Se isso realmente acontecer, os preços pagos pelo grão brasileiro seriam estimulados no mercado interno.

O superintendente do Imea diz que a janela para o plantio e desenvolvimento do milho nesta safra é uma das melhores dos últimos tempos. Ele acredita que as chuvas vão favorecer o grão, que, assim, terá boa produtividade e dará conta da demanda internacional.

Fonte: Canal Rural

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