Safra do açaí anima mercado internacional
Período oferece produtos de maior qualidade e custo-benefício para quem deseja importar o fruto amazônico

A safra 2019–2020 do açaí está a pleno vapor! Acompanhando este período, a qualidade do fruto e os preços tornam-se mais competitivos para o mercado internacional. Assim, empresas e clientes buscam o “ouro roxo” para as mais diversas formas de consumo.
O estado do Pará é responsável por 95% da produção nacional do fruto. E, quando o tema é a exportação do fruto, em 2018, 2,3 mil toneladas chegaram no mercado internacional. Os dados são do Sindicato das Indústrias de Frutas e Derivados do Pará (SINDFRUTAS-PA) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Dessa forma, os benefícios do fruto chegam ao exterior de diversas formas: produtos de beleza, snacks alimentícios e shakes energéticos. Nos Estados Unidos, o principal destino do fruto no mercado externo, uma das tendências de consumo é os bowl de açaí, vendidos em cafés e lanchonetes, sendo acompanhado por mel, granola e frutas.
Devido ao alto poder energético e grande teor de antioxidantes, o fruto atua no combate ao envelhecimento, proteção do coração e fortalecimento do sistema imunológico. Logo, torna-se uma excelente opção para os interessados, aproveitar a safra e investir na aquisição do “ouro roxo” para os mais diversos fins empresariais.
100% Amazônia — Desde 2009, a 100% Amazônia atua criando cadeias produtivas sustentáveis na região, a partir de uma prática de comércio justo, troca de saberes e preservação da floresta. Por meio do desenvolvimento da relação entre os povos tradicionais amazônicos e a indústria compradora, a empresa desenvolveu um portfólio com 50 produtos de 25 espécies amazônicas que já são exportados para mais de 60 países.
Uma das iniciativas desenvolvidas pela empresa é o Projeto Aryiamuru (do tupi-guarani, o poder da mãe da mãe). A iniciativa atua com comunidades tradicionais, apoiando a estruturação da comercialização justa dos produtos agroextrativistas produzidos nestas regiões. Mais de 70 mil hectares foram manejados pelo projeto, em parceria com 200 famílias localizadas no interior do Pará.
Texto: Erick Matheus Nery
