Berlim

A cidade que respira a história e vive a modernidade

Imponente, empolgante, histórica, moderna, cosmopolita… Por vezes, faltam adjetivos para classificar uma das cidades mais fascinantes da Europa e do Mundo. É definitivamente uma viagem histórica dentro de uma cidade moderna. Muitos dizem que Berlim nasceu duas vezes. A primeira no século 18 e a segunda após a segunda pós-Segunda Guerra Mundial, que acabou com 70% da cidade. Global, ela é um dos mais influentes centros mundiais de cultura, política, mídia e ciência, e leva o turismo na veia. Não é a toa que recebe mais de 135 milhões de visitantes por ano, sempre entre os cinco destinos mais visitantes da Europa. Também, não é para menos. A cada passo, um novo capítulo da história que encanta os mais apaixonados pelo passado recente da humanidade.

Hoje, Berlim é a capital da Alemanha, mas pode ser considerada uma das grandes capitais mundiais. Ostenta uma conjugação invejável de prédios e monumentos antigos e históricos com construções de arquitetura moderna. E tem mais: Berlim e seus inúmeros e fantásticos museus, eventos culturais e vibrante vida noturna fazem os visitantes acordarem cedo e dormirem tarde. Conhecido por vezes como um caldeirão cultural, Berlim é hoje a casa para os povos de mais de 150 nações, que viram na cidade a oportunidade de começar ou recomeçar. Por falar em recomeço, bem diferente da atual e imponente capital de um dos países mais fortes do planeta, Berlim estava em ruínas no ano de 1945 e precisava se reerguer em meio a um dos momentos políticos mais conturbados da história. Acabou sendo palco central da Guerra Fria e durante 38 anos ficou dividida pelo famoso Muro de Berlim (1961–1989). A partir de 1989, as mudanças políticas que ocorreram na Europa Oriental levaram à queda do muro de Berlim e à abertura das fronteiras. em 1990, a Alemanha reunifica-se e Berlim volta a ser a capital. De lá pra cá, a cidade tem vindo a sofrer uma completa transformação urbanística, com a reconstrução e a reabilitação de edifícios históricos e a edificação de novos bairros voltados para o século 21, aproveitando, especialmente, as zonas anteriormente ocupadas pelo número. Este é o resultado fascinante de uma cidade que, querendo ou não, ainda tem duas caras, duas arquiteturas, mas apenas um povo e uma história.

Após a queda do Muro, Berlim respirou. A cidade se abriu, ficou mais acessível e tornou-se multicultural, onde as mais variadas línguas, hábitos e culturas se cruzam diariamente. O mundo se encontra em Berlim todos os anos, já que a cidade está entre as três principais que recebem convenções no planeta e é o lar do maior centro de convenções da Europa, o Internacionales Congress Centrum (ICC). Várias feiras da grande escala comercial como a IFA, Woche Grüne (“Semana Verde”), InnoTrans, Artforum e da ITB são realizadas anualmente na cidade, atraindo um número significativo de visitantes de negócios. Agora, o que atrai o turista de lazer mesmo é a imponência histórica desta cidade. A cada esquina, uma nova descoberta, um novo capítulo da história redescoberto. Os ônibus sightseeing, que fazem um tour completo pela cidade e passam pelos principais monumentos e atrações culturais e históricas de Berlim, são a melhor forma de rodar a cidade e ver de perto pelo menos algumas das principais atrações que elegemos como as mais imperdíveis da cidade.

Portão de Brandemburgo

Embora construído em 1791, o Portão de Brandemburgo é hoje o símbolo da unificação e prosperidade alemã. Para muitos, este é o ponto inicial de qualquer passeio pela capital da Alemanha. Monumental, o cartão-postal mais famoso de Berlim, localizado na Pariser Platz, em Mitte, era um dos portões que dava acesso à cidade há séculos atrás quando ainda era pequena e circundada por um muro, numa espécie de fortaleza. O portão propiciava ao rei acesso direto do palácio real até ao “Tiergarten”, seu jardim. Já no século 20, quando o Muro de Berlim foi erguido, o portão ficou completamente isolado pelo lado oriental, dominado pela União Soviética, não antes de servir para desfiles das tropas de Napoleão. Terra de ninguém no período pós-guerra, tornou-se o principal ícone da queda da Cortina de Ferro.


Reichstag

O Palácio de Reichstag não poderia ficar de fora das atrações imperdíveis de Berlim. O prédio que abriga o Parlamento Alemão tem dimensões monumentais e uma rica história: construído em 1894, o prédio foi incendiado um mês após a nomeação de Adolf Hitler para o cargo de Chanceler da Alemanha. Até 1990, o prédio era usado apenas para encontros ocasionais. Após a queda do muro, coma transferência do governo alemão de Bonn para Berlim, o Reichstag foi reinaugurado e, 19 de abril de 1999 como sede do Parlamento. A partir daí, a cúpula e o terraço do prédio passaram a ser abertos à visitação, só é necessário se inscrever online.


Memorial do Holocausto

Uma grande e emocionante homenagem é hoje um dos pontos turísticos mais altos da Alemanha. O memorial aos Judeus Mortos da Europa foi inaugurado no dia 10 de maio de 2005 e consiste em uma área de 19 mil metros quadrados coberta com 2.711 blocos de concreto ou “stelae”, parecendo com um campo ondulado de pedras. Os blocos são desenhados para produzir uma intranquilidade, um clima de confusão e a escultura toda ajuda a representar um sistema supostamente ordenado e que perdeu o contato com a razão humana.


Kaiser-Wilhelm-Gedächtniskirche

A Igreja Memorial Imperador Guilherme (Gedächtniskirche) está localizada no centro da Breitscheidplatz e hoje é considerado um memorial de guerra. Seu nome é uma homenagem ao rei Guilherme I da Alemanha e foi construída na década de 1890. Durante a Segunda Guerra Mundial, a igreja foi gravemente danificada em 1943 e, até então, é mantida de pé ao lado de prédios hoje totalmente modernos e luxuosos. Famoso marco de Berlim Ocidental, a igreja foi destruída na Batalha Aérea de Berlim e, atualmente, seu andar térreo foi transformado em uma sala de memorial. Hoje, infelizmente, também é berço de um memorial criado em homenagem às vítimas do ataque terrorista que deixou 12 mortos às vésperas do Natal de 2016.


Gendarmenmarkt

Considerada por muitos como a mais bonita da cidade, a praça Gendarmenmarkt está localizada no centro de Berlim e é composta por três belos e harmoniosos edifícios: a Casa de Concertos no centro e as Catedrais Francesa e Alemã, que são praticamente idênticas e que ficam uma de cada lado da Casa de Concertos e de frente uma para a outra. A Gendarmenmarkt tem uma atmosfera incrível, além de estar cercada por alguns dos melhores restaurantes, bares e hotéis da cidade.

Stella Marina — Lichtenrader Damm 7, 12305 Berlin, Alemanha

Um exemplo é o famoso restaurante Stella Marina e seu igualmente famoso Macarrão Flambado no Parmesão. Pode ser ainda com molho de camarão ou trufas. Não deixe de provar!

A praça, criada em 1688, foi originalmente chamada de Mercado Linden “Linden-Markt”, posteriormente “Friedrichstädtischer Markt” e Mercado Novo “Neuer Markt”. O local, profundamente destruído durante a Segunda Guerra Mundial, foi renomeado em 1950 para “Space Academy” e em 1991 ele recuperou seu nome original.


KaDeWe

É extremamente impossível visitar Berlim e não conhecer o KaDeWe. A loja de departamentos é considerada um templo do consumo, que merece uma visita independente de fazer compras ou não. Tudo de mais incrível com relação a bebidas, comidas, roupas, joias, entre outros produtos é possível encontrar lá.


Unter den Linden

A avenida é o centro antigo de Berlim e vai do Portão de Brandemburgo até a ponte do castelo. Na avenida “Unter den Linden” estão localizadas inúmeras instituições importantes, tais como a Universidade Humboldt ou a Ópera, bem como atrações turísticas como a “Neue Wache” e a “Zeughaus”. Desde a queda do muro, muitos edifícios foram restaurados e reconstruídos. Assim, o Jardim dos Prazeres (“Lustgarten”), que anteriormente serviu como local de paradas militares, foi projetado novamente como área de jardim, com base nos planos de Lenné.


Castelo de Charlottenburg

Considerado o mais magnífico palácio de Berlim, o Castelo Charlottenburg faz parte dos símbolos da cidade e foi construída como residência de verão para a primeira rainha da Prússia, Sophie Charlotte, que deu seu nome ao castelo e à vila. As gerações seguintes mandaram ampliar e remodelar o castelo segundo os respectivos gostos de seu tempo. Portanto, no Castelo Charlottenburg podem ser visitadas obras de arte de várias épocas: o antigo castelo com seus magníficos salões barrocos e o famoso gabinete de porcelana, bem como a nova ala, que Frederico o Grande mandou construir em 1742.

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