És daquelas pessoas que todas as desculpas servem para faltar ao ginásio?


7 dicas e estratégias para não desmotivar no ginásio:

1. Escolham um ginásio perto de casa ou do trabalho

Este é um dos maiores erros de quem nunca andou num ginásio, e é um dos que levam a que mais dia menos dia se comece a deixar de treinar. Podemos muito querer treinar naquele ginásio incrível de que os colegas do trabalho falam, naquela box de CrossFit muito conhecida, mas se nenhum dos dois ficar perto de casa ou do trabalho muito provavelmente vão acabar por deixar de ir. E isto acontece porque nós somos por natureza preguiçosos e comodistas e daqui a algum tempo vamos começar a pensar no trajecto que vamos ter de fazer até ao ginásio ou até à box, no trânsito que vamos apanhar, na quantidade de estações de metro que temos de passar, ou no tempo que vamos ter de andar a pé até ao ginásio.

Resultado: acabaremos por desistir, ficar na cama, deixar para amanhã. Não vamos um dia, não vamos dois, não vamos três e acabamos por deixar de ir de todo.

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2. Tenham sempre um “kit” de ginásio pronto

A pior parte de viajar é ter de fazer e desfazer as malas. A pior parte de ir ao ginásio é ter de preparar a mala. Isso pode ser, uma vez mais, decisivo para não irmos treinar. E porquê? Porque muitas vezes deixamos a mala para aquela hora da manhã em que andamos a correr de um lado para o outro, porque já estamos atrasados, e quando nos lembramos de ir preparar a mala percebemos que não vamos ter tempo, nem paciência, para a fazer. Por isso, o ideal é ter sempre um kit básico de ginásio preparado, já com uns ténis, umas meias, cuecas, calções, Tshirt, chinelos e material para o banho. Mesmo que queiramos levar mais qualquer coisa (suplementos, luvas, água, etc) é muito mais fácil arrumarmos só essas duas ou três coisas do que fazer toda a mala. O ideal é ter dois kits prontos, um em casa, outro na mala do carro. Quem tem cacifo no ginásio pode também deixar lá sempre duas ou três mudas de roupa para aqueles dias em que não houve tempo, ou que se esqueceram da mala em casa, e assim não há mesmo desculpa para faltar ao treino.

3. Procurem os exercícios mais motivadores

Encarar uma ida ao ginásio como um frete, em que só estamos ali a fazer coisas totalmente aborrecidas e de que não gostamos, é meio caminho andado para nunca mais voltarmos. É, por isso, essencial que se encontrem as actividades que mais prazer nos dão, ou que achamos mais estimulantes. Se uma pessoa não gosta de máquinas de pesos, pode procurar uma aula de grupo onde possa trabalhar vários grupos musculares sem usar as máquinas (body pump, localizada). Se o que mais gosta de fazer é dançar, então, o melhor é experimentar as várias aulas de dança (zumba, hip hop, body jam). Se prefere desportos de combate, pode usar aparelhos mais ligados a esta actividade, usando os sacos de boxe, luvas, ou experimentando aulas de body combat ou outras parecidas. Procure o seu professor e fala com ele sobre os exercícios que mais e menos gosta.

O importante mesmo, é que a ida ao ginásio seja um momento de prazer, porque se não o for o mais provável é desistir ao fim de um mês.

4. Encontrem um parceiro de treino

Há poucas coisas que nos puxem mais para o ginásio do que o compromisso com alguém. Treinar a dois pode ser fundamental precisamente por isso, porque um puxa pelo outro, um não deixa o outro andar na ronha, nem deixa que o outro falte ao treino, o seu parceiro de treino deve ter objectivos idênticos aos seus. Se soubermos que combinámos ir treinar com alguém a probabilidade de não nos baldarmos é muito maior.

5. Não deixem o treino para o fim do dia

Isto já depende muito da vida de cada um mas, por experiência, sei que quem treina de manhã tem muito menos probabilidades de falhar uma ida ao ginásio do que quem treina ao final do dia. Isto porque de manhã quase nunca há compromissos de última hora que obriguem a adiar o treino (a menos que se tenham um filho bebé que não nos deixa dormir à noite). Quando deixamos o treino para as 18 ou 19 horas, muitas vezes recebemos um convite para um jantar, um desafio para ir beber um copo, tivemos um problema no emprego que nos obrigou a ficar a trabalhar até mais tarde, tudo coisas que nos impedem de treinar. Quando se vai ao ginásio às 07 ou 08 horas da manhã não há convites, desafios, contratempos, coisas a acontecer. O País está a dormir, por isso, não há desculpas. Mesmo para quem acha que de manhã não tem energia, é bom que se saiba que é de manhã que temos quase sempre o nosso metabolismo mais acelerado, o que faz com que o treino seja mais eficaz, ou seja, acabamos por queimar mais calorias do que quando treinamos ao fim do dia e o metabolismo já está a desacelerar.

6. Não se pesem todos os dias

Ir a correr para a balança depois de todos os treinos é um disparate que só serve para nos desmotivar. Mesmo quem procura o ginásio para perder gordura deve saber que não é na balança que se vêem as melhorias no corpo, mas sim no espelho. Ao fim de alguns meses de treino é perfeitamente possível que tenhamos perdido apenas um ou dois quilos, mas tenhamos baixado drasticamente a percentagem de gordura no corpo. Quando se treina, ganha-se músculo, e o músculo é muito mais pesado do que a gordura. Por isso, é natural até, que se possa aumentar o peso e se consiga um corpo muito mais forte e definido. Claro que isto apenas se aplica a casos de pessoas mais flácidas e que não tenham excesso de peso ou estejam num estado de pré-obesidade. Nestes casos, a gordura é demasiada e é normal que se percam muitos quilos, mas mesmo isso pode demorar semanas, meses, e desistir ao fim de seis ou sete semanas porque a balança não mostra grandes resultados é um disparate. Por isso, o melhor é criar a rotina de um dia da semana (por exemplo à 2ª feira ) ir à balança mas que seja uma balança de bioimpedância, para que essa medição nos indique a percentagem de gordura e de massa muscular.

7. Encontrem um Personal Trainer

Esta opção deve ser a mais completa e que praticamente engloba todas as dicas mencionadas anteriormente.

Ter um profissional de Educação Física (ou personal trainer) experiente ao lado pode ser muito vantajoso, para quem está a começar a treinar e ainda não fez disso um hábito. Pode ser também uma óptima saída para aqueles que já tentaram inúmeras vezes, mas acabam sempre por abandonar o barco depois de alguns meses.

Além de diminuir o risco de lesões e gerar comprometimento, o acompanhamento personalizado de 7 dias por semana pode trazer resultados melhores e mais rápidos.

Bons Treinos!

Inês Faustino, Personal Trainer Solinca Alfragide

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