Um raio que sempre ficará aceso!

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Usain Bolt, que nesse ano de 2017 encerrou sua carreira no atletismo, deixou um legado incrivel, não só para a Jamaica, mas como para o mundo inteiro, deu cara nova ao atletismo, trouxe uma inspiração para o esporte que sempre ficou de lado por muitos anos. Bolt trouxe a magia de ver aquele esporte pela televisão, ver a cada corrida um record quebrado, ver a cada corrida uma medalha de ouro conquistada, e isso nunca foi diferente em suas 3 olimpíadas disputadas e em seus 5 mundiais disputados.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Usain_Bolt
Nascido numa pequena cidade da Jamaica, seus pais Wellesley e Jennifer Bolt tinham um pequeno mercado na área rural onde ele passava o tempo na rua jogando críquete e futebol com seu irmão Sadiki , ele também tem uma irmã, Shirine. Ainda criança, cursou a escola primária Waldensia, onde começou a demonstrar seu potencial para a velocidade e aos 12 anos era o mais rápido aluno nos 100 metros rasos. Depois de entrar na escola secundária, passou a praticar outros esportes mas seu técnico de críquete notou a velocidade do garoto no campo de jogo e insistiu que ele se dedicasse ao atletismo. A escola já tinha um histórico de sucesso com estudantes anteriores e Bolt passou a ser treinado por um ex-velocista olímpico jamaicano, Pablo McNeil. Ele ganhou sua primeira medalha no campeonato interescolar em 2001, aos 15 anos, uma prata nos 200 metros rasos, com um tempo de 22s04. McNeil se tornou seu primeiro técnico efetivo e a dupla fez uma boa parceria, apesar das reclamações do técnico com a falta de dedicação de Bolt aos treinamentos e sua propensão para brincadeiras quando elas eram indevidas.
Primeiro recorde mundial
A medalha de prata em Osaka despertou em Bolt um maior desejo pela corrida e ele continuou fixado na ideia de correr os 100 m, treinando cada vez mais na distância; em maio de 2008, seu técnico o inscreveu nos 100 m do Kingstown Invitational, na capital jamaicana, e correndo apenas pela segunda vez a distância num torneio profissional ele marcou 9s76, a segunda melhor marca do mundo, atrás apenas do recorde mundial de Powell. Michael Johnson, que acompanhou o torneio, observou como ele tinha melhorado tão rapidamente nos 100m; menos de um mês depois, no Reebok Grand Prix de Atletismo de Nova York, com uma enorme torcida de jamaicanos empunhando bandeirinhas do país, ele estabeleceu novo recorde mundial para os 100m — 9s72 — sendo essa apenas sua quinta competição oficial na distância; em junho, abaixou seu tempo pessoal nos 200 m para 19.67, novo recorde jamaicano, em Atenas, Grécia.
Fonte: Wikipédia

Usain, encerrou sua carreira, deixando assim a todos um legado extraordinário, apesar de sair lesionado da pista, isso nunca manchará sua brilhante carreira.

https://youtu.be/6MAXMy-fwUs

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