A certeza da incerteza

Confesso que não sei exatamente porque escrevo (talvez porque eu não tenha o dom do freestyle), só sei que gosto. Também não sei quando tomei gosto pela leitura, tendo em vista que eu odiava as aulas de português na escola. A verdade é que existe um sentimento cativante permeando o “não saber.”

É bom não saber.

Minha parte favorita é poder escrever sobre qualquer coisa, de qualquer jeito, sem julgamentos e sem prazos. Olhar para uma folha em branco, ou neste caso, uma tela e nela inserir sentimentos, pensamentos e outras coisas que podem ou não fazer parte do meu cotidiano é uma sensação incrível.

Se um dia vou escrever bem? Não sei. Mas uma das poucas certezas que tenho é que continuarei travando esta batalha textual até me esvair completamente da vontade. Pra mim funciona da seguinte maneira: não vejo problema em escrever sem um propósito definido, desde de que haja uma necessidade, aquela sensação de que é preciso externar o que quer que seja. Caso contrário, nem perco meu tempo.

Há alguns minutos atrás, antes de abrir o Medium, eu estava sentindo que precisava escrever alguma coisa, sem nem fazer ideia dos quês, pra quês e porquês. E no fim das contas, deu nisso aqui, que pode até não fazer muito sentido, mas foi a medida certa para o meu alívio.

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