O QUE É UM E-COMMERCE?
O e-commerce significa comércio eletrônico, é um tipo de comércio que realiza transações financeiras por dispositivos e plataformas eletrônicas, como as lojas virtuais.
No começo o e-commerce era utilizado para venda de produtos de valores mais modestos como: CDs e livros. Hoje ele vende produtos que valem milhões como iates, carros de luxos e mansões, e outros produtos que antes pareciam não combinar com esse estilo de venda também estão disponíveis para venda online, como roupas, perfumes, maquiagem.
Esses são os seis principais tipos de e-commerce, e os mais utilizados por elas:
Business-to-business (B2B)
São comércios que só existem transações entre empresas (pessoas jurídicas). Geralmente, elas trabalham com ordens de grande quantidade de itens e podem, inclusive, exigir uma quantidade mínima de produtos ou um valor mínimo por pedido.
Alguns exemplos de comércio eletrônico B2B são sites que vendem equipamentos de informática e materiais de escritório, que podem atuar também como B2C.
Business-to-customer (B2C)
São comércios que vendem de empresas (pessoas jurídicas) para consumidores (pessoas físicas).
São sites em que existe um cuidado especial em relação ao conteúdo informativo e às imagens do produto, porque é quando o cliente entende melhor os benefícios e utilidades de um produto — e não apenas suas especificações existem uma chance maior das pessoas comprarem os produtos.
E não é necessário ter uma loja física para que o negócio funcione.
Customer-to-customer (C2C)
Existe a possibilidade dos consumidores venderem para outros. Normalmente, isso envolve uma plataforma que permite a divulgação dos produtos e faz a mediação das transações em troca de uma taxa cobrada dos vendedores. Um espaço também conhecido como marketplace, em que as pessoas podem vender uma infinidade de produtos, sendo que os mais característicos são artigos usados e criações próprias, como roupas, artesanatos, doces e muito mais coisas como: o Mercado Livre, o eBay.
Customer-to-business (C2B)
Existe também e-commerces que proporcionam a troca de bens de pessoa física para pessoa jurídica. Costumam ser negócios com modelos inovadores, que rompem com as formas tradicionais de comprar e vender produtos ou serviços.
Outro exemplo de e-commerce C2B, são os bancos de imagens como o iStock e o Shutterstock. Nesses sites, os fotógrafos podem enviar fotos ou vídeos, que ficam disponíveis para que as empresas comprem para usarem nos seus próprios sites ou materiais de divulgação.
Business-to-government (B2G)
Devido a diversas leis e regras que regem uma negociação entre uma empresa e o governo, podemos considerar o comércio eletrônico que envolve transações desse tipo como do gênero B2G, também conhecido como Business-to-administration (B2A).
No Brasil, por exemplo, para que uma empresa forneça algum tipo de produto ou serviço para o governo, é obrigatório que ela esteja com todos os impostos pagos, assim como os tributos trabalhistas. Além disso, organizações que trabalham nessas circunstâncias precisam estar atentas a editais e ter um bom entendimento sobre as etapas de uma licitação pública.
Citizen-to-government (C2G)
Negociações entre os cidadãos e a administração pública também são possíveis, mas dependem mais de medidas de governo eletrônico (e-gov) que permitam que pessoas físicas proponham soluções que contribuam para melhorar a eficiência das ações do Estado.
