Prima(ando) pela excelência

Que a vida é feita de escolhas isso não é novidade, que sempre haverão resultados de nossas ações também é algo subentendido. Aqui, nessa altura do campeonato, não me cabe mais julgar a escolha do segundo ou do terceiro, posso vir a aprender com alguns tropeços de que não participei efetivamente, mas poderia ter participado se fossem minhas escolhas naquelas circunstâncias, ponto.


Acabada a introdução e voltando a primasia desse texto, em nossas ações buscamos sempre acertar, alguns buscam o acerto por meios que indubitavelmente os levarão ao fracasso, mas se até o fracasso for considerado um acerto podemos ver que tudo é resultado, alguns gostam de fracassar no sentido de trazer malefícios a si e talvez para os mais próximos, por mais que isso pareça loucura. Outros fracassam por escolher um caminho errado.

Gostaria de refletir um pouco sobre algo que vim pensando no metrô ao voltar da faculdade, talvez pelo momento que estou vivendo, eu realmente estou gastando tempo para responder algumas dúvidas sobre a vida, de maneira totalmente sincera, com perguntas abertas que façam pensar e formular respostas mais esclarecedoras. Tudo gira em torno de como serão os próximos anos, quais as atividades devo gastar mais tempo, o que é prioridade e o que não é e claro qual o resultado final para que possa praticar ações intermediárias. Principalmente baseado na questão de legado, o que quero deixar na vida das pessoas que comigo​ passaram muito tempo; uma pergunta que me fiz e faço é: Se eu morresse hoje que falta faria, e melhor, do quê os que convivem comigo sentiriam mais falta.

Até parece que eu esteja muito preocupado com o que os outros pensam ao meu respeito, que tenha que fazer tudo visando apenas o bem estar da outra pessoa e esquecendo de mim, nada disso, penso sobretudo na personalidade que me deixaria feliz em saber que é disso que se lembram, o quão positiva e agregadora é minha companhia e qual o meu impacto na Terra (sim, no globo terrestre).

Agora vou “largar o pau” de escrever que esse assunto é ótimo de se conversar e gosto muito.

Trata-se mais de uma interiorização para que depois isso seja exteriorizado da melhor forma possível, por mais que pensando no passado houveram alguns imprevistos e erros, conforme os anos passam aprendemos a ser mais pacientes e aprendemos a viver dia após dia, resiliência que é a capacidade de se adaptar as mudanças, torna-se algo essencial nos dias difíceis.

Devemos sim, pensar no bem estar do outro baseado em nossas ações e ainda fazer com que alguns sintam orgulho de ter te conhecido pois sabem que você é uma pessoa com quem podem contar.

Penso que todos nós temos uma missão na Terra, chegamos ao mundo com um objetivo único e que faça uma diferença para a sociedade como um todo, cada um à sua maneira, vai descobrir o que a deixa contente em fazer e replicar isso. Todos temos algo que já fazemos super bem, basta nos desenvolvermos mais nisso e nos especializar; por mais que seja difícil descobrir no que somos bons, o caminho a seguir é um só, o do autoconhecimento; assim como dizia Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo.”