A Igreja de Mussu recomenda que todos os fiéis que amam e louvam o nosso glorioso Mussu ouçam as canções recheadas de sexo, cerveja e Rock n’ Roll das VELHAS VIRGENS

Uma das melhores bandas independentes de todos os tempos cuja as músicas são um tapa na cara da sociedade careta que acha que o mundo gira em torno dela.

Garçons do Inferno

Velhas Virgens é uma banda brasileira independente de rock que tem como característica letras irreverentes, geralmente com assuntos sexuais e alcoólicos. Suas apresentações costumam ressaltar sua opinião política.

História

Proveniente de São Paulo, o grupo tem quinze discos lançados e, gradualmente, tem ganhado espaço no cenário alternativo nacional, mesmo sem tocar em rádios, ou aparecerem em programas de TV ao longo de seus 30 anos de história. Em 1986, “Paulão” de Carvalho que já tinha tocado na banda “Beba Cerveja E Seus Copos Quebrados”, que era o esboço do que se tornaria a atual Velhas Virgens, quando conheceu Alexandre “Cavalo” Dias. Inicialmente, Paulão tocava baixo e Cavalo guitarra. Chamaram os amigos Rick para assumir a bateria e Celso — irmão do Paulão — para os vocais. Até o final da década de 1980 tocaram em vários lugares, mudando diversas vezes de baterista durante esses anos.

Na virada da década, o vocalista Celso deixa a banda só restando os fundadores, mas logo apareceu Mário Sérgio “Lips Like Sugar” para assumir definitivamente o comando da bateria. Paulão assume os vocais, a gaita e continua com o baixo, enquanto o recém-chegado Fabiano assume o posto de guitarrista. Com essa mudança de formação, a banda passou a flertar mais com o Blues. Gravaram algumas demos e fizeram diversas apresentações. O ano de 1993 marca a saída de Fabiano. Quem assume seu lugar na guitarra é Caio “The Kid” Andrade.

É gravado em 1994 e lançado no ano seguinte o primeiro álbum, intitulado de Foi Bom Pra Você?. Já neste primeiro trabalho está contida uma característica que surgiu na banda a partir de 1990: as letras escrachadas falando basicamente de mulheres, cerveja e Rock’n Roll. Outra marca do grupo foi chamar artistas consagrados para participar de algumas canções. Na estréia encontram-se as presenças de Pit Passarell do Viper, Oswaldo Vecchione do Made in Brazil, Eduardo Araújo e Marcelo Nova do Camisa de Vênus. Um disco de estréia bem aceito pelos fãs, com sonoridade voltada para o Rock ‘n Roll clássico e Blues e músicas como “Minha Vida é o Rock ‘n Roll” (cover do Made in Brazil), “Cerveja na Veia”, “Só Para Te Comer”, “Excesso de Quorum” e “De Bar em Bar Pela Noite”, essa com a participação de Marcelo Nova.

Nesse mesmo ano a dançarina Cláudia Lino passa a acompanhar a banda nas apresentações. Em 1996, as Velhas Virgens assinam com a gravadora Velas, da qual o cantor Ivan Lins é um dos sócios. Também em 1996, a entrada do baixista Edu Gago faz com que Paulão se dedique somente aos vocais e a gaita. O segundo disco Vocês Não Sabem Como é Bom Aqui Dentro é lançado ainda em 1996. Trazendo mais convidados ilustres como Roger do Ultraje a Rigor, que canta com Paulão a sádica “Mulher do Diabo”, que conta ainda com a presença do baixista ex-Ultraje Serginho Petroni.

Rita Lee, que já havia escrito a apresentação do primeiro disco, aparece aqui para cantar a saga noturna de bebedeiras na “Beijos de Corpo”. O guitarrista Sérgio Hinds da banda O Terço deixa sua marca em “Pão Com Cerveja”. Destacam-se ainda as canções “Já Dizia o Raul”, “Vocês Não Sabem Como é Bom Aqui Dentro”, a balada Blues “Não Vale Nada”, entre outras.1997 é um ano de estrada e fazem mais de 50 concertos pelos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Até que Lips sofre um acidente de moto e Paulão se machuca jogando bola, o que causa uma parada de dois meses na banda.

Em 1998 sai Edu para a entrada de Tuca “Pés-de-Arara” no baixo, completando a formação atual. Neste mesmo ano, iniciaram a produção do terceiro disco, porém com o cenário nacional de Rock em baixa, optaram por uma produção independente, dado a dificuldade de contratos com grandes gravadoras. Cavalo abre sua gravadora, a Gabaju Records, e exatamente em Agosto de 1999 é lançado $r. $uce$$o, o terceiro disco. Com participações como Adriana Lessa, Célso Viáfora, Luís Carlini, Mário Ribeiro, Neto Botelho, o disco vem um pouco mais recheado de baladas e canções críticas. A canção que dá título ao disco, $r. $uce$$o, é bem recebida pelos fãs, fazendo uma critica direta ao mercado fonográfico, quanto ao seu lado mercantilista e comercial. Destacam-se ainda “A Minhoca Que Acendia o Rabo”, a bem humorada “Domingo na Praia”, “Essa Tal Tequila” e “O Verdadeiro Amor”.

A chegada dos anos 2000 e o advento da internet foi um marco na história das Velhas, em 2001 dois cds foram lançados, Reveillon-2001 que vem com mais de 200 fotos do grupo e de Cláudia Lino “A Mulher Diabo”, mais 6 videoclipes da banda, conta com as cifras de todos os álbuns anteriores, além de 9 músicas nunca antes lançadas e Abre essas pernas — Ao Vivo que contém alguns sucessos da banda, como “Madrugada e Meia”, “De Bar em Bar” e “Safadeza pura” gravado no Teatro Mars, em São Paulo nos dias 8 e 9 de junho do ano 2001.

No ano seguinte Claudia Lino se despede da banda e Roberta “Guti” Schwantes se torna a nova integrante, fazendo parte do grupo até o fim da turnê do álbum Com a Cabeça no Lugar, e logo dando lugar para Lili, que entrou no período do novo projeto, Carnavelhas, aonde a banda utilizava marchinhas autorais da banda e os clássicos das marchinhas carnavalescas. Lili seguiu no grupo até 2008, dando lugar à Juliana “Juju” Kosso, ex-integrante da última formação do conjunto vocal A Patotinha e também da banda Coyote, além de ter um projeto solo. Com agenda cheia, muito rock’n roll e uns bons drinks as Velhas Virgens se afirmam como a banda independente que é hoje.

Por mais incrível que pareça o cenário musical atual brasileiro se encontra muito fértil para bandas independentes do que há 10 anos.

O problema mesmo é que esses caras não tem espaço por conta da grande mídia.

Que a grande a mídia é uma grande merda ambulante todos nós já sabemos aqui.

Mas o que vale ressaltar aqui é ser independente no Brasil é muito difícil por conta das difíceis condições do país.

São poucos os casos de bandas que deram certo vivendo no underground ainda mais vindo de uma época pré internet que foram os anos 90.

Mas desde a primeira década deste século parece que as bandas independentes proliferaram de uma forma muito grande no Brasil, mas poucas são as que sobrevivem neste meio.

Lá fora em países mais ricos com a condição de vida melhor qualquer pessoa pode montar uma banda independente e sobreviver sem precisar gastar muito (dada a baixa qualidade de imposto que se paga nestes países) e há mais espaços para essas bandas se apresentarem mesmo que com pouca grana.

Esses caras são a prova viva de que ainda esperança na humanidade e que se você acredita em um sonho e trabalhar para conseguir você consegue chegar lá.

Bom, abaixo para você curtir as melhores musicas da banda e as fotos da deliciosa Juliana Cosso

ALGUNS HITS DA BANDA PARA VOCÊS SE ESBALDAREM COM A POESIA DESSA BANDA MARAVILHOSA

O Inferno é melhor lugar para se viver.

Não se esqueça dos Três C´s: Curta, Comente e Compartilhe.

E Todos os Dias A Cerveja Salva Minha Vida.

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