MBL financia grupos para agredir estudantes nas escolas ocupadas em Curitiba
Democratize
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“Enquanto ignoram o avanço da Lava Jato contra o partido do presidente Michel Temer (PMDB)”

  • Mentira, não se está ignorando — pesquisar antes de escrever é importante)

“… apoiando os pacotes de ajuste fiscal e cortes a Educação e Saúde”

  • A PEC não propõe cortes, ela propõe um limite até onde o governo Temer pode gastar

“… o Movimento Brasil Livre foi flagrado recentemente abordando e agredindo jovens menores de idade nas escolas ocupadas em Curitiba”

  • Houve o contrário, a outra parte que foi agredida pelos estudantes — há gravações que comprovam isto

“Segundo informações de ex-membros do MBL, o youtuber é financiado pelo grupo, e não possui outro trabalho”

  • Se for verdade, qual o problema nisto?

“O problema é que a grande maioria dos estudantes nas escolas ocupadas do Paraná são menores de idade. E mesmo assim, sem qualquer permissão dos pais dos alunos, Arthur começou a gravar seu vídeo em uma das escolas ocupadas, o Colégio Estadual do Paraná — a maior escola do estado — filmando os rostos dos jovens.”

  • Engraçado é que vocês afirmam isso mas quem cobriu os rostos dos estudantes da escola no vídeo foi o próprio Arthur em seu canal, nem o próprio “Comunica CEP”, que defende a ocupação e faz parte do movimento do qual vocês apoiam, cobriu os rostos dos menos, expondo todo mundo.

“Ao lado de membros de outro grupo, chamado Direita Curitiba, Arthur é acusado pelos estudantes de entrar de maneira forçada nas dependências da escola, além de abusar sexualmente de uma jovem, que abriu um Boletim de Ocorrência na Delegacia da Mulher após o caso.”

  • Pesquisar antes de escrever é importante, é só visualizar os vídeos postados pelo Arthur e ver se ele forçou a entrada no local — que é público. O tal “abuso” foi uma farsa e a suposta jovem desistiu do caso na delegacia da mulher quando a delegada propôs fazer um exame de corpo de delito.

“Os secundaristas se defendem, acusando Arthur de não respeitar os jovens no local, que já haviam afirmado por diversas vezes que não estariam dispostos a gravar uma entrevista.”

  • Mas rapaz do céu, se informe antes de escrever — ou melhor: assista os vídeos do Arthur, veja os dois lados, investigue, faça jornalismo sério e veja quem faltou com respeito e quem agrediu quem.
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