Como criar call to actions impossíveis de serem ignoradas
Ou, tudo o que você precisa saber sobre as CTAs
Ela está nas páginas de conversão, nos formulários de contato e nos ecommerces. Também pode ser vista em blogs, sites de notícias e enquetes virtuais. Ela está em todos os lugares. Ao mesmo tempo. É a maior aliada na geração de leads (novos contatos). Quando conhecida a fundo e usada de forma estratégica, pode fazer seu negócio decolar.
De quem estamos falando?
Da interface? Não. Da usabilidade? Pode ser, mas também não. Da call to action, ou simplesmente “chamada”? É isso mesmo!
E por ter acertado a resposta, você receberá, totalmente gratuito, este texto incrível, novinho em folha. Com ele, você ficará sabendo tudo o que sempre quis sobre as call to actions. O que são, para que servem e como usá-las.
Se de graça vai até injeção na testa, fique com a gente pelos próximos seis minutos e descubra como desenvolver call to actions impossíveis de serem ignoradas. É indolor e sem contraindicação.
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Vamos fingir que este botão aí de acima funciona. E que você o utilizou para acessar as dicas ~quentíssimas~ que preparamos para você. Mas antes de ir ao que interessa, que tal entender melhor o que são as call to actions?
Num português claro e direto, call to action significa chamada à ação. Para os íntimos, é conhecida pelo anacrônico CTA, mas também atende por “chamada”. É popular no vocabulário do marketing digital e bastante explorada no web design.
Muito mais importante do que como se referir a ela é entender para que ela serve. A missão da call to action é conduzir o usuário para uma ação, seja por meio de botões ou links com frases específicas. “Compre já”, “fazer download” e “leia mais” são alguns exemplos. Como esses, existem vários.
As CTAs são muito associadas ao ecommerce, mas também estão presentes em enquetes, inscrições em feeds, páginas promocionais, indicações de aplicativos, etc, etc, etc.
Conceito entendido? Então vamos aprender como criar call to actions incríveis.
Conduza o usuário
Você convidou o usuário para uma dança e agora deverá conduzi-lo até a ação desejada. Que movimentos você terá de usar para que ele dance no seu ritmo e faça o que você quer?
Para conseguir guiá-lo, você precisará, inicialmente, de três itens fundamentais: clareza, objetividade e coerência.
Dez segundos é o tempo médio que um visitante permanece em uma página. Dez segundos é o tempo que você tem para conquistá-lo. Por isso, a call to action precisa ser compreendida instantaneamente e não pode fugir da proposta inicial.
Se você deseja que o usuário baixe um arquivo, direcione a chamada para o download. Se, ao clicar em “baixar” ele for encaminhado para outra página, você será abandonado sozinho na pista na primeira oportunidade. Climão.

Um ótimo exemplo é o Dropbox, que não só conduz o usuário de maneira que ele saiba para onde está sendo levado, como faz essa transição de forma suave, sem nem mudar de página.
Além disso, o usuário só vai clicar na sua chamada se for do interesse dele. Por isso, é importante que o conteúdo atrelado à call to action seja realmente interessante.
Envolva o usuário
Oba! Você conseguiu conduzir o usuário para onde você queria. Agora, precisará mantê-lo ali.
Muita informação poderá confundi-lo. Foque no que realmente importa. “O que eu quero que meu usuário veja ou faça?”
Ler um texto. Preencher um formulário. Comprar um produto. Seja qual for a ação desejada, ela deve ser apresentada de forma simples e direta. Sem segredos. Sem joguinhos. Usar de sinceridade ainda é a melhor forma de se conectar a alguém.
Chamadas como “baixe seu eBook”, “faça seu cadastro”, “finalize sua compra” são mais eficientes e simpáticas do que expressões vagas como “clique aqui”.

Por falar nisso… deixe bem claro o que o usuário deve fazer depois de clicar na CTA. Lembre-se: assim como a sinceridade, a transparência também é uma aliada importante no momento da persuasão.
Ao pedir os dados pessoais de alguém, aposte em formulários curtos e amigáveis. E depois que você tiver as repostas que precisa, não esqueça de confirmar a ação e agradecer por ela. Gentileza gera gentileza até no mundo virtual.

Seja irresistível
Uma forma de manter o usuário interessado na sua chamada é evitar que ele se distraia. Oferecer milhares de opções pode prejudicar a usabilidade e interferir negativamente no resultado final. Decida por uma ou duas ações que você espera que ele faça e deixe-as óbvias.
Chamadas curtas fazem sucesso pela clareza e precisão. Porém, criar sensação de urgência sem perder a elegância pode aumentar o número de interação com a sua CTA.

Só é preciso tomar cuidado para não causar no usuário sensação de pressão ou desconforto.
Mas não há dança sem par. As call to actions existem para serem clicadas. E para que isso aconteça, elas precisam, antes de tudo, serem notadas.
Como fazer isso? Te explicaremos agora mesmo, em três tópicos:
1. Localização

Posicione a chamada de forma que favoreça a visualização. Deixe-a visível sem que o usuário precise recorrer à barra de rolagem.
2. Imagens

Recursos visuais chamam mais atenção do que dezenas de linhas de texto. Não é à toa que chamadas usadas para eBooks, normalmente, são acompanhadas de imagens. E que páginas de apresentação de aplicativos exibem um vídeo logo no topo.
3. Cores

Saber usar as cores é tão importante quanto comunicar a ação de forma sucinta e clara. Os botões precisam se destacar do restante do site.
Por isso, ao pensar em que cor escolher para eles, leve em consideração o contraste que eles causarão à página.
Conclusão

Viu como criar chamadas à ação atrativas e eficientes não é assim tão difícil? Call to actions bem construídas contribuem (e muito) para a conversão em sites e blogs. Aliadas a outras técnicas de SEO e apoiadas na experiência do usuário, então, se tornam irresistíveis.
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