Fazenda Gourmet

30/01/16 — Diário de Sonho

Como sempre, um sonho longo do qual só me lembro uma parte.

A fotografia era sóbria e fria, como se fosse um filtro VSCO Cam.

Estava numa espécie de fazenda onde as pessoas aprendiam sobre a alta gastronomia. O céu era todo branco e o clima super agradável. As pessoas eram cultas, educadas e “cada um na sua”. Havia uma espécie de silêncio respeitoso.
O foco era um lamaçal próximo de um lago. Haviam cercas feitas de pau e corda. Cada área de lama cercada possuía propriedades químicas diferentes, o que alterava o sabor do alimento ali cultivado.
Os alunos dessa “escola” eram todos bracos e bonitos. Era como se houvesse uma áurea de “antiga Grécia” em sua beleza.

Fui à beira do lago e peguei duas pás de lama. Quando me dei conta, não estava mais segurando pás, e sim duas colheres, como as que usamos para pegar arroz, mas num tamanho maior. Elas estavam cheias de uma lama cinzenta com pintinhas pretas.

Tinha cheiro de mar.

Um grupo de alunos me parou e pediu para cheirar essa lama. Eles começaram a ter insights sobre como apresentar um prato com aquelas colheres e lama. Um deles disse algo como — Posso fazer uma cama de pepinos sobre a lama, e sobre ela colocar [não lembro o que foi dito] — , todos concordaram com ele.

As pessoas da Socialyse estavam por lá, o Victor começou a falar algo sobre esse prato imaginado pelo aluno e citou “mandioca”. Imediatamente o imitei enfatizando a palavra “mandioca”. Rimos muito.

Acordei rindo de barriga pra cima.

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