Pensando um pouco sobre ser famoso(a)

Imagine você da noite pro dia, ganhar notoriedade, seja por uma frase, um texto, um vídeo, uma entrevista na Tv ou no rádio. Quem não quer ser reconhecido na rua ou ter sua opinião apreciado, ter uma legião de fãs seguidores ou ter influência. Acho que todo mundo.

Em tempos de redes sociais e celebridade instantânea é o que mais se deseja na web. Calma, não quero ser moralista e dizer o que ouço sempre, vamos parar de ser egoistas, parar de querer aplausos , glórias , afagos da multidão . A gente gosta, gente curte.

Ser anônimo é não ser visto, ser anônimo também é bom , imagina ir a uma praia sem seguranças ou paparazzis.Em tempo de selfies e de redes sociais, falar o que sentimos ou pensamos , pode trazer relevância ou fama entre os que nos acompanham e quem sabe até uma fama que se espalhe e nos faça ser reconhecidos na rua ou agradecidos por aquela palavra , foto ou imagem que impressionou o outro. Estamos em um tempo de um culto ao Eu.

Esse culto ao Eu nos faz pensar ou me faz pensar qual a relevância de viver comigo mesmo, qual a relevância de ser o que pensa e guarda a vida ou as banalidades da vida só para mim? Há um impulso , não sei se é meu ou um vírus social que me leva a compartilhar a vida com outro ou outros e pode ou não me fazer ser visto ou percebido como boa influência ou não .

Não penso em dar uma resposta ou julgar este culto ao Eu e o desejo de ser conhecido ou famoso, aplaudido ou exaltado, mas gostaria de gerar um debate com suas respostas a estas perguntas:

  • Qual a necessidade de ser influenciador?
  • Que fim leva a fama, webfama a celebridade instantânea ?
  • Qual a relevância de ser anônimo ?
  • Será que ser famoso ou reconhecido deve ser nosso alvo último ?