A Bondade Histórica Da Maioria

Cristiano Xavier
Aug 27, 2017 · 13 min read
A Bondade da Maioria (Pintura de Marten de Vos (1532–1603), realizada entre 1574–1575: Moisés mostrando as Tábuas da Lei aos Hebreus)

Ao longo da História Humana, reflita e tente imaginar quantos períodos, locais e sociedades foram constituídas, massivamente, por pobres, miseráveis, escravos, servos, discriminados e excluídos sociais.

Obviamente que, para melhor se conhecer, poder imaginar e ser capaz de transpor todos os hábitos, culturas, linguagens, circunstâncias, teleologias, crenças e filosofias das sociedades antigas e/ou extintas, nada mais indicado que a leitura voraz de grandes e respeitáveis historiadores como Theodor Mommsen, Johan Huizinga, Modris Eksteins, Daniel-Rops, Charles Homer Haskins, Niall Ferguson, Jacques Le Goff, Frederic Maitland, Christopher Dawson, Jacob Burckhardt, Régine Pernoud, Ernst Kantorowicz, Leopold von Ranke, George Grote (apenas em Inglês), Eduard Meyer (este apenas em Alemão), Hippolyte Taine (apenas em Francês e Inglês), entre outros; além de grandes obras literárias pelos maiores ficcionistas e poetas de cada época, para potenciar a quantidade e a qualidade de símbolos e concepções destes períodos e, assim, ter a habilidade de realizar a transposição destas eras humanas para o entendimento correto delas e do que somos hoje.

Mas este exercício imaginativo sugerido no início, deveras mais simples, é indicado para se tentar, minimamente, conceber, de forma mais próxima possível, uma realidade pretérita de incontáveis sociedades sucessivas de, por exemplo, uns 5 mil anos para cá: da Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna, até os dias contemporâneos. Quantos destes milhões de pessoas, entre escravos, servos, camponeses pobres, estrangeiros, homens livres das classes mais baixas e demais representações sociais miseráveis, sem patrimônios, sem regalias sociais e até sendo violentamente perseguidos (com freqüência ou não), eram bandidos, criminosos, vagabundos ou viciados em drogas?

Desigualdades gigantescas entre os pouquíssimos ricos e os vastíssimos pobres: Onde está a maldade galopante dos incontáveis desfavorecidos “corrompidos” por suas condições?

Por trás de inúmeras práticas vis que observamos hoje, existe um arcabouço de idéias e crenças sofísticas pérfidas que foram sendo semeadas por gerações de ideólogos canalhas e verdadeiros cúmplices post mortem de todo este estado putrefato de coisas, que vendem há décadas lotes inimagináveis de loucuras, desajustes, paranóias, histerias, hipocrisias, maldades, inversões, ódios e burrices grotescas; e isso, através de pensamentos metonímicos satânicos, de metáforas como filosofia, de materialismo incoerente, e de atribuição de vida, identidade, e caráter ao ambiente externo (meramente limitador) como os definidores e agentes das práticas vis de alguns humanos, para, desta forma, demovê-los de suas culpas, “suas tão grandes e exclusivas culpas”.

A editora e tradutora, Márcia Xavier de Brito (que teve sua mãe assassinada na sua frente, aos 15 anos de idade), faz uma descrição e análise acurada de como se encontra o estrago feito pela deturpação e inversão de valores perenes, da linguagem, e das inteligências básicas em nossa sociedade brasileira, com a perda significativa da capacidade de se indignar, de possuir uma instintiva hierarquia de valores, e de deter um senso de proporções entre as coisas minimamente ajustado:

“Até quando teremos de ver criminosos, cuja opção por agir fora da lei é fruto de uma escolha racional, serem tratados como seres sem livre-arbítrio, meros produtos de um meio social desfavorecido e, portanto, incapazes de agir de maneira diferente. Quanto mais esse discurso é difundido na sociedade, mais os próprios criminosos — que são parcela da população — incorporam as justificativas que retiram deles qualquer responsabilidade de escolha moral e desumanizam-se. Essa desumanização torna ainda mais distante a possibilidade de recuperação (tão propalada pelos defensores dos “direitos humanos”) desses cidadãos. Tornam-se “filhos mimados” de uma sociedade doente, falida, permissiva, cujas vontades de transgressão da lei têm de ser permitidas por todos, até por quem tem o dever de assegurar a paz e a tranqüilidade para a imensa maioria de outros cidadãos que buscam cumprir seus deveres. Os defensores dessas teorias “vitimistas” agem na contramão da psicologia humana básica e sinalizam para os moralmente mais fracos que a transgressão da lei e da ordem compensa.
A impunidade é conseqüência direta dessa mentalidade instituída pela enxurrada de teorias do crime, que por uma ou outra razão, pretendem desresponsabilizar o agente criminoso. No fundo é uma conseqüência, para eles desejável, visto que a punição é má. A impunidade, portanto, seria o fruto de uma ordem social mais justa, de maior igualdade social, por mais hipócrita que isso possa parecer a quem não está com a visão distorcida pela ideologia progressista. A palavra de ordem é ‘recuperar’. O encarceramento, nessa perspectiva, não serve para punir, mas seria um estágio terapêutico imposto pelo Estado àqueles desfavorecidos por cérebros disfuncionais ou pela sociedade burguesa. A força policial, garantidora da lei e da ordem e viabilizadora da aplicação da punição, é desmerecida, aviltada e “reprogramada” para não acreditar dever ser forte e ativa para os cidadãos de bem, mas sim fraca e complacente, pois assim agiria em prol dos mais pobres, credores de uma suposta “dívida social”.”

Márcia Xavier de Brito

De todas as desgraças que a mentalidade revolucionária, o movimento comunista, e a agenda esquerdista progressista trouxeram, a mais podre e maldita é aquela que ‘glamourizou’ o marginal, idolatrou o guerrilheiro, culpou a vítima, incentivou o revolucionário, e mitificou os seus heróis tiranos, através de um relativismo demoníaco, hipócrita, demagogo, sectário e cruel. E isso aconteceu não só no Brasil, mas em boa parte do mundo.

A “glamourização” dos bandidos pela imprensa; pelos ideólogos, “professores” universitários, “especialistas” e “Intelectuais”; e pela classe artística, indústria do “show business”, e “beautiful people”

Seria interessante saber, como estas víboras ideólogas — travestidas de “filósofos”, ou de “pensadores”, ou de “especialistas” — explicariam a História dos milhões, quiçá bilhões, de nossos miseráveis antepassados, da maioria esmagadora de qualquer sociedade (Ocidental e Oriental) ao longo da História Humana, nos dizendo o porquê deles não terem sido criminosos, malfeitores e vagabundos. Não eram estas aldeias, estas cidades, estas nações, estes reinos, ou estes impérios, na sua maciça maioria, formados por escravos, servos, e por demais homens carentes, ignorantes e marginalizados? Por que estes povos — majoritariamente compostos por paupérrimos homens e por indivíduos constantemente desprezados e oprimidos por uma quantidade ínfima de agentes de poder de seus tempos e locais —, não tiveram, na sua acachapante maioria de representações humanas, o predomínio do mal? Por que esta massa não transformou a nossa História como a “História dos Bandidos” ou como a “História dos Viciados” dominando o mundo das ações e das predisposições?

Seus valores, índoles e religiosidade são os pilares da resposta; mas, mesmo assim, apareciam ainda nas greis os assassinos, estupradores, ladrões e demais criminosos (o que já mostra que, na ação humana, a índole individual é imperativa e dominante, para o bem ou para o mal). Então, somado a isso, havia o poder externo intolerante aos crimes comuns, havia o medo da punição, havia a vergonha da reprovação moral intensa, havia o repúdio social abundante a tais práticas (repúdio ao que é mau, praticamente uniforme entre a classe letrada e a plebe; que hoje, diferentemente de outras épocas, estas classes estão cada vez mais distantes entre as suas referências de bondade e maldade, justiça e injustiça, beleza e feiura, verdade e mentira), e havia uma lei e uma ordem — impressas e tácitas — com duras penas e, em muitas vezes, por um terror cruel e impiedoso aos foras da lei, iníquos e bandidos.

A simplicidade e a abstenção de riquezas dos homens não os tornam maus: A maldade e bondade são características intrínsecas em cada homem

Como estes ideólogos revolucionários de hoje — da “justiça social”, do politicamente correto, e da crença nas figuras de linguagem como os agentes das ações humanas reais — concebem então, que, por exemplo, desde a queda do Império Romano Ocidental, passando pela Idade Média inteira, que aquelas dezenas de legiões de camponeses pobríssimos, que nasciam e morriam assim, que raramente tinham alguma coisa própria, não se tornaram tudo bandidos ou viciados em drogas (como os fenômenos sociais que assolam o Brasil desde antes da virada do milênio para cá, mas que não eram relevantes antes da década de 70)?

Como eles têm a coragem — às vezes com suas ideologias conduzindo a um etnismo porco e imundo — de dizer que o pobre, ou o preto, ou o homossexual cometeram crimes por sua pobreza e falta de patrimônio? Ou por sua quantidade de melanina e/ou discriminação étnica eventualmente recebida? Ou por sua opção sexual e/ou a rejeição dela por pessoas que não aceitam tal comportamento?
Eles querem inferir que são as categorias a que pertencem os indivíduos, as mestras e autoras das ações más de cada humano (já as ações boas praticadas pela ululante maioria de outros humanos, pertencentes às mesmas “categorias criminosas”, são fragorosamente ocultadas ou ignoradas pela intelligentsia).

Como eles têm a coragem de justificar o crime, a delinqüência, ou o consumo de drogas (atos que só podem ser praticados por homens conscientes destas ações; que calcularam suas práticas ignóbeis pelas suas más intenções, confrontando-as com seus riscos e com seus resultados esperados), apenas pela quantidade de dinheiro que os meliantes têm, pelos locais que moram, pela cor de suas peles, ou por suas preferências sexuais?

O poder e a riqueza na mão de pouquíssimos nunca transforma os muitíssimos carentes em maus: A maldade sempre será uma escolha personalíssima de cada ser humano

O grande filósofo Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.), há mais de dois milênios, já tinha compreendido a forma como se manifesta o bem e mal dentro de cada homem (e a função das leis para se coibir este mal), independente de circunstâncias externas de pressão — que às vezes ajudam a fazer, e que às vezes ajudam a reprimir a ação humana — ; pressão esta, que cada indivíduo está submetido na hora em que ele — e exclusivamente ele — tiver que agir, seja pelo bem, ou seja pelo mal:

“Necessitaremos de leis para os indivíduos adultos também, e com efeito, para todas as pessoas em geral por toda a vida, pois com o vulgo funcionam mais a coação e a punição do que dele esperar a razão e a nobreza de conduta. Daí, alguns pensarem que, embora o legislador deva fomentar a virtude entre os indivíduos em nome da nobreza, na expectativa de que os que tiveram uma educação moral adequada reajam positivamente a isso, será obrigado a impor castigos e penalidades aos desobedientes e de baixa extração, como também terá que banir, de uma vez por todas, os incorrigíveis. Pois (sustentam eles), embora o indivíduo virtuoso, que vive de acordo com o que é nobre, acate a razão, o indivíduo vil, cujos desejos estão fixados no prazer, é punido pela dor, como um animal de carga. Eis razão para afirmarem que as dores para os transgressores devem ser de tal natureza a se oporem maximamente aos prazeres que os atraem.
De qualquer modo, se como foi dito, para que alguém possa se tornar um indivíduo bom é preciso que receba educação apropriada e desenvolva hábitos do mesmo gênero, e que passe em seguida a viver com ocupações virtuosas e nada faça de vil voluntária ou involuntariamente, a realização disso será assegurada se as vidas humanas forem reguladas conforme uma certa inteligência e um sistema correto investido do poder de sanção. Ora, a autoridade paternal não tem a força, nem o poder de coação e nem, tampouco, as tem em termos gerais, qualquer homem, a menos que seja um rei ou algo similar. Entretanto, a lei possui esse poder de coação e, por outro lado, uma razão que nasce de um certo saber e inteligência. Constata-se que homens convertem-se em objeto de ódio quando se opõem às inclinações dos indivíduos, ainda que assim ajam corretamente; a lei, entretanto, pode ordenar a ação boa sem ser odiosa”.

Aristóteles

São estes bandidos acadêmicos e os seus tentáculos na mídia, nas universidades, na classe artística, e no empresariado que os financiam, os maiores apologistas da “cultura da violência”, da “cultura da injustiça”, da “cultura da mentira”, que tanto alegam existir.

A Esmagadora Maioria de Simplórios Bons no Decorrer das Eras Humanas

“Toda hora aparecem na TV e nos jornais pessoas cultíssimas, sabedoras, iluminadas, as quais nos asseguram, com ar de certeza infalível, que a miséria produz a criminalidade. O sujeito trafica, assalta, mata e estupra porque é um excluído, um miserável, um favelado. É o que dizem. Mas — digo eu e dizem os fatos — se o excluído, o miserável, o favelado é também evangélico, ele não trafica, nem assalta, nem mata, nem estupra. Se fazia essas coisas antes da conversão, cessa de fazê-las imediatamente ao converter-se. Qual a diferença? Não é econômica, decerto. É cultural, é moral, é psicológica e espiritual. O sujeito, ao converter-se, sofre ainda o impacto cruel da miséria, da exclusão, do compressivo estreitamento de suas possibilidades de ação na sociedade. Apenas, deixou de acrescentar a esses males o mal ainda maior da prática do crime. Ele ainda está na mesma situação, materialmente falando. Apenas, passou a interpretá-la segundo outros valores, outros símbolos, outros critérios. Isso faz, no pobre como no rico, toda a diferença entre o criminoso e o homem de bem. A experiência de milhares de evangelizadores e evangelizados, inclusive dentro dos presídios, comprova que, na produção como na supressão da criminalidade, o peso dos fatores morais e culturais é infinitamente mais decisivo do que a situação material em si. Eis o motivo pelo qual, nas cadeias, a gerência do crime odeia aqueles a quem pejorativamente chama “os bíblias”. Eis o motivo pelo qual, na Colômbia, as Farc já mataram 70 pastores evangélicos e, pelo seu porta-voz Mono Jojoy, anunciaram que vão matar todos os outros.
Bastam essas observações para nos fazer perceber que a parte mais audível e vistosa da discussão do problema da criminalidade no Brasil é pura fraude. Essa discussão caracteriza-se, da maneira mais geral e patente, pelo esforço de explicar tudo diretamente pelas condições materiais, omitindo os demais fatores mencionados. E é assim por um motivo muito simples: esses fatores não são produzidos pela situação material mesma, como emanação natural e espontânea, mas são introduzidos nela desde fora e desde cima, pela ação dos criadores de cultura, dos “intelectuais” (no sentido gramsciano e elástico do termo). Ora, quem são os cérebros iluminados que, nas horas de crise e agonia, aparecem na TV e nos jornais para receitar soluções? São os próprios intelectuais militantes. Quando esses homens, ao analisar uma situação catastrófica, omitem o elemento cultural, estão ocultando a contribuição que eles próprios deram à produção da catástrofe.
Se fossem honestos, jamais fariam isso. A primeira obrigação do intérprete da sociedade é discernir sua própria posição, sua própria atuação na cena descrita, para neutralizar o quanto possível a distorção subjetiva ou interesseira. Ora, no Brasil o cuidado primordial dos opinadores é fingir que estão fora do quadro, é lançar tudo à conta de causas externas justamente para que ninguém perceba que eles próprios são o item número um do rol de causas”.

Olavo de Carvalho

Esta veraz descrição acima — que analisa a forma como se chega numa degradação social prática, a partir, primeiramente, da circulação de idéias nocivas dos “bandoleiros ideológicos”, pioneiros dela — , se encontra na crônica “Os Gurus do Crime”, de 24 de fevereiro de 2001, escrita para o jornal “O Globo”, pelo filósofo, professor e escritor Olavo de Carvalho.

Deus no centro de tudo, o Cristianismo e sua moral, a fé e outros valores perenes são muito mais fortes que quaisquer desejos materiais ou carnais passageiros, motivados principalmente pelas apologias à inveja e ao ódio, semeados por ideólogos e revolucionários

São estes ideólogos, doutrinadores, “especialistas”, “professores”, e militantes bastardos (os defensores de “cracolândias” como um “direito”: a abjeta #CracoResiste), que vivem — através de malabarismos retóricos, ideologias imundas, lógicas falaciosas, histerias, fingimentos e graus severos de alienações e charlatanismos — a justificar homens criminosos, através de metonímias e metáforas, utilizando-se de símbolos abstratos tais quais “o sistema”, “a sociedade”, “as elites”, “a opressão”, “a miséria”, “as condições econômicas”, “o ambiente adverso”, “a discriminação”, e demais outros “agentes” inimputáveis que, nada mais são que falácias e técnicas erísticas usadas para justificar os crimes e vícios de decisões humanas más e erradas, que qualquer pessoa escolhe, em última análise, fazer.

São estes alcoviteiros das inteligências e profanadores da semiótica e semântica, que atribuem a seres inanimados e amorfos, como a “sociedade”, o “sistema”, as “elites”, a “pobreza” e demais baboseiras abstratas (e desprovidas de ação direta), as mazelas e culpas pertencentes a seres humanos (isso, quando lhes convêm encaixar suas ideologias e taras revolucionárias e artificiais de mundo, na cabeça das pessoas); despersonalizando assim, as autorias e culpas das pessoas e dos coletivos de interesse (e as colocando em suas abstrações mentais, imateriais e incapazes de qualquer autoria no mundo real), para distorcer a realidade e dar algum sentido lógico às narrativas e aos ícones ideológicos necessários para preencherem as suas bolhas de idéias, de lunatismos, de obsessões, de paranóias e de sofismas.
Este modus operandi foi muito bem observado (e repudiado) pelo filósofo, professor, pedagogo e escritor Armindo Moreira em seu livro “Professor Não É Educador”, que abaixo faz uma crítica sarcástica a tal irrealidade:

“Tetas venenosas tem a Dª. “Sociedade”! Só amamenta monstros: estripadores, ladrões, violentadores, bêbados e quejandos…
Se nasce um santo, ele tem pai e mãe; se aparece um herói, ele tem pai e mãe; se um sábio desponta, pai e mãe o criaram. Porém esses vagabundos que só fazem dano e ocupam tribunais e polícia — esses são fruto da “Sociedade”… Estranho que ninguém fala no marido dessa “Dª. Sociedade”. Santos não são fruto da “Sociedade”; heróis também não; sábios, muito menos: além dos pais, tem os professores!
E foram os sociólogos que fizeram esta descoberta. Antes deles, os criminosos também tinham pai e mãe. Agora, não. Qualquer de nós pode fazer um filho e deixar que ele se faça um bandido — não teremos culpa nenhuma, nenhuma, nenhuma. A culpa será toda de Dª “Sociedade”!! Que coisa boa estes sociólogos descobriram…
E já chegaram à escola os filhos de Dª. “Sociedade”. Aluno bom — boas notas e bom comportamento — tem pai e mãe; e professor! Aluno bobo, malandro, problemático, é fruto da “Sociedade”. É o que dizem os psicólogos do colégio. E pasmo!!! — também o dizem alguns professores, os mais “avançados”!!
Esses sociólogos, psicólogos e professores “avançados” poderiam fazer um favorzinho: convencer Dª. “Sociedade” de que é dever dela laquear as trompas. Não dá para agüentar mais: cada turma de alunos ter já quatro ou cinco frutos da “Sociedade”…”

Armindo Moreira

Da Camarilha dos Ideólogos Sórdidos a Seus Efeitos Práticos Históricos: As Idéias Têm Conseqüências

Temos que desmascarar estas hordas de ideólogos que delinqüem as suas e as inteligências alheias; uma camarilha de bandidólatras, democidas e revolucionários que solapam a verdade das coisas, que distorcem a realidade, e que trouxeram o Brasil — e grande parte da Civilização Ocidental — a este estado deplorável espiritual, moral, intelectual e social.

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Cristiano Xavier

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No exercício contínuo da mais perene atividade entre os mortais.

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