Facebookistão

República Popular Democrática do Facebookistão

Na sexta-feira, dia 08 de setembro de 2017, depois que modifiquei uma foto de perfil, surgiu uma notificação no Facebook, do Mark Zuckerberg (melhor dizendo: no Foicebook do “Marx Suckerberg”), do nada, que me bloqueou por 72 horas; e nem me disse qual foi a “publicação ofensiva” ou a “postagem proibida” que fiz… Simplesmente me deu um gancho dizendo que:

Você publicou ALGO RECENTEMENTE que viola as políticas do Facebook (…)

Que ALGO foi esse e QUANDO eu publiquei? Não me falaram nada…

Os “Sistemas” do Foicebook Bloqueando Arbitrariamente e Sem Justificativa

O grande problema disso, não está na reclamação de ter sido privado de usar uma rede social como se fosse uma necessidade, um vício; o grande problema que reside aqui, é a arbitrariedade de uma empresa de integração social virtual, de caráter mundial, que gerencia dados de mais de um bilhão de pessoas, e que está ideologicamente comprometida com um conjunto de idéias e causas revolucionárias (culturais e morais), para, assim, poder agir tendenciosamente, achando que está acima das leis e normas locais dos diversos países em que atua e, ainda, de forma arbitrária e injusta, cercear usuários, conteúdos, e informações —bloqueando ou banindo indivíduos e até comunidades inteiras com milhões de pessoas — , que não se enquadram em suas regras vagas da “Política do Facebook”.

“Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que os bons homens não façam nada”.
Edmund Burke

Enviei a minha queixa para eles que, quando foi respondida com um desdém robótico, retornou como uma resposta automática padrão, ignorando completamente o que eu tinha reclamado.

Resposta Automática da Punição por Algo que Não se Sabe o Que É e Nem Quando Foi “Cometido”

É notório que os gigantes da internet como o Facebook (e produtos controlados), o Google (e produtos controlados), o Twitter, entre outras corporações poderosas da rede mundial, estão há muito dominadas, amplamente, por ideologias progressistas (oriundas maciçamente da Escola de Frankfurt e de sua cria, o Marxismo Cultural) e embebidos até as suas almas, pela ditadura escravizante das regras artificiais, psicologicamente limitantes e socialmente catastróficas do Politicamente Correto; pautando suas ações, nuclearmente, pela propaganda do Marxismo Clássico, e pelos seus ingredientes modernos (derivados dela ou absorvidos pela vasta cultura marxista) relativistas, niilistas, multiculturalistas, gayzistas, sexistas, etnistas, abortamentistas, feminazistas, e, essencialmente anticristãos, dos dias de hoje. Sempre atendendo, defendendo e propagando — com muito afinco e coordenação — uma revolução cultural destrutiva, maligna e radical da Humanidade como conhecemos, e que eles não revelam e raramente confessam (fora de seus círculos internos)— apenas agem. 
E, acima disso, atualmente há algo muito maior e pernicioso, chamado de Globalismo, um movimento bastante audacioso, abrangente e poderoso, que visa fazer uma revolução de caráter civilizacional, um projeto humano de escala planetária — jamais visto — , com um poder único sobre todos (governo supranacional) de incidência global, e ditando as regras éticas, políticas, morais, religiosas e sociais para os povos, cada vez mais controlados, atomizados, idiotizados, impotentes e enxergados como uma massa única, um gado, por estes pretendentes a “deuses do mundo”.

O alinhamento destes militantes atuantes dentro destas empresas — os gigantes da internet — , às ideologias esquerdistas mais nefastas e falaciosas, é evidente. No Brasil, em 2015, o Facebook — além de fazer “parceria” (conforme a expressão utilizada pela imprensa na divulgação deste encontro; mídia esta, que está também, hegemonicamente alinhada a tais ideologias, pautas, agendas e projetos) com o governo da ex-presidente Dilma do partido socialista do PT (fundador do Foro de São Paulo) — , veio lançar também, a sua nova ferramenta alinhada à agenda gayzista global e promotora da nefasta Ideologia de Gênero, chamada de Custom Gender; e, nada menos que o mais esdrúxulo deputado brasileiro, marionete tupiniquim do Gayzismo militante mundial, Jean Wyllys, estava presente na reunião.

Diga-me com Quem Andas, Que Te Direi Quem És

Para estes déspotas velados, por trás de discursos cativantes e campanhas bonitinhas, é reservado o poder de escolher o que é importante noticiar, filtrar, ocultar, defender, promover, atacar e censurar; com o ardil de sempre florearem que são a favor da “liberdade de expressão” (daquilo que eles pensam ser essa tal “liberdade”) enquanto eles querem mesmo é transformar o mundo, a realidade, e todos os bons valores que foram as bases de suas próprias existências, nestes abomináveis mundos novos, que visam consolidar estas hegemonias destrutivas que eles pregam na nossa Civilização Ocidental.

É prática costumaz do Facebook, aceitar — de forma constante — a tática sórdida das militâncias virtuais alinhadas às suas “políticas”, que denunciam em bloco — e de forma coordenada — qualquer assunto, crítica, e até piada que desagradem o imperativo categórico das idéias que querem impor como verdades universais e inquestionáveis; fazendo com que tirem do ar as pessoas ou páginas — que ousem contestá-los —, e o pior: O Facebook está, com maior freqüência, aceitando a denúncia e punindo de fato, o perfil ou o grupo. Quando não é ele próprio a fazer todo o trabalho sujo, intolerante e canalha.

Censura e Controle Direcionado e Arbitrário no Facebook

Páginas do Facebook, brasileiras e estrangeiras, que confrontavam e ainda combatem, de alguma forma, estes revolucionários, com suas ideologias e militâncias — defendidas também pela empresa —, vêm sendo, suspensas, bloqueadas e até banidas, sistematicamente. Em 2016, ex-empregados do Facebook dos Estados Unidos, confirmaram ao site Gizmodo, as suspeitas sobre a neutralidade da rede social na seção de notícias populares, afirmando que eles diminuíam o alcance das notícias e a influência das comunidades com conteúdos de Direita (conservadores, liberais, anti-esquerdistas e anti-globalistas em geral), inclusive censurando, bloqueando e banindo — de forma autocrática — usuários e comunidades inteiras por motivos escusos e parciais. 
Por outro lado, praticamente nada acontece quando denunciados os evidentes “crimes de ódio”, perseguições coordenadas, etnismos (que erroneamente é chamado de “racismo”, já que, na Taxonomia do Reino Animalia, a Espécie — que está acima da “Subespécie” ou “Raça” — é Humana: Homo Sapiens), vilipêndios religiosos, pedofilias, pornografias, ameaças de morte, apologias a inúmeras violências, entre outras coisas bem piores (muitas das vezes, crimes) destes grupos organizados, pessoas, ou Militâncias de Ambientes Virtuais (MAV’s)…

O resultado de décadas de ditadura do politicamente correto, de hegemonia das Esquerdas em quase todas as nações ocidentais (sem o saudável debate e confronto dialético entre as várias correntes de pensamento), com concomitante degradação da cultura por elas (em praticamente todo o Ocidente), e da corrupção das inteligências; é este controle, histeria, alienação e intolerância que estamos vivendo. E esta censura cesarista, é a sua conseqüência óbvia.

E a pior tirania que o mundo jamais viu — e a que será a mais árdua a ser derrubada (se for) — , é esta que globalistas (e tentáculos deles), que nem este canalha do “Markeph Stalimberg”, estão instaurando a todo vapor. E ela está mais perto e chegando a passos largos.

Os Ditadores da Modernidade: Marx Suckerberg
“Primeiro, os nazistas vieram buscar os comunistas, mas, como eu não era comunista, eu me calei. Depois, vieram buscar os judeus, mas, como eu não era judeu, eu não protestei. Então, vieram buscar os sindicalistas, mas, como eu não era sindicalista, eu me calei. Então, eles vieram buscar os católicos e, como eu era protestante, eu me calei. Então, quando vieram me buscar… Já não restava ninguém para protestar”.
Martin Niemöller

Eu já havia sido censurado anteriormente e tive comentários que foram — pelas “Regras do Facebook” — considerados “inadequados” ou “ofensivos” e sumariamente apagados; sem apelo ou contraditório. Mas agora foi pior: fui bloqueado por “algo inapropriado” postado em “algum momento”, e que não foi me informado o que era.

E, ainda hoje, existem pedaços de putos querendo “Regulação da Mídia”. São inúmeros idiotas úteis e verdadeiros traidores da liberdade, que atuam boçalmente, apenas para darem mais poder para governos, tiranos ideológicos, burocratas psicopatas e corporações com políticas das mais injustas, maquiavélicas, sórdidas e intolerantes existentes.