O Esquerdismo E A Sua Ponerogênese

O Esquerdismo, com todas as suas vertentes ideológicas, deixou há muito tempo de ser um conjunto de idéias políticas que defendiam uma maior atuação e controle do Estado em certos setores ou ações da sociedade, em detrimento de uma maior liberdade e autonomia de cada indivíduo (contando sempre com alguma componente revolucionária em algum grau) e passou a ser uma psicopatologia sectária, alienante e paranóica grave, que pode ser adquirida tal qual uma doença, e que tem uma capacidade de deformação da inteligência, da sanidade, do caráter e da moral de um indivíduo extremamente aviltante, conspurcando até a alma da pessoa.
Sobre o Esquerdismo moderno, o psiquiatra norte-americano, Dr. Lyle Rossiter, no seu livro “A Mente Esquerdista”, destrincha os indicativos básicos do conjunto de deformações que esta mentalidade ideologizada, conversiva, coletivista e partidária causam nas pessoas e em seus grupos. Fenômeno que gera uma contínua perda da percepção inteligível do mundo à nossa volta, com uma simplificação discursiva dos fatos sendo tomada como a realidade em si, causando inúmeros problemas psicológicos, lingüísticos, comportamentais e sociais, que afeta abismalmente o caráter e índole das pessoas enfeitiçadas por estas formae mentis nocivas absorvidas.
“O esquerdismo moderno concebe erroneamente a natureza do homem, a natureza do relacionamento humano, a natureza do desenvolvimento humano, as condições nas quais o relacionamento e o desenvolvimento devem ocorrer, e os ideais e instituições necessários para promover e proteger a liberdade ordenada. Estas concepções errôneas fomentam a irresponsabilidade econômica, o conflito social e a incoerência política. Ao enfraquecer as capacidades de auto-confiança, cooperação voluntária, realismo moral e altruísmo informado, elas degradam o caráter das pessoas. Quando implementadas numa política social elas interferem com a aquisição das conquistas essenciais do desenvolvimento, incluindo a confiança básica, autonomia, iniciativa, atividade, identidade e competência. A ideologia esquerdista atrapalha o equilíbrio das influências recíprocas entre indivíduo, família, comunidade e governo. A mente esquerdista moderna gera essas concepções errôneas porque ela sofre de distorções sistemáticas em suas percepções do mundo. É uma mente aflita com a loucura”.
Lyle Rossiter
As vertentes do Esquerdismo — especialmente as mais revolucionárias, as mais proféticas, as mais distópicas, e as mais destacadas da realidade — se tornaram em potenciais doenças, não só da mente mas da alma (pela sua abrangência e fundura de decomposição); as degenerações empreendidas atingem os seres humanos e suas consciências, cognições, raciocínios, emoções, sentimentos e corduras como um todo. São venenos que acabam fagocitando completamente a racionalidade, o caráter e o juízo do ser. O Esquerdismo (especialmente o moderno) é um mal cognitivo que corrompe a psique, a sua inteligência, percepção, intuição e o discernimento entre o bem e o mal, o belo e o feio, o verdadeiro e o falso, o justo e o injusto, o lógico e o ilógico, o verossímil e o inverossímil, o possível e o impossível, o melhor e o pior, o maior e o menor, entre outros opostos essenciais a uma saudável existência e convivência social.

O problema não é que o Esquerdismo perturba a moral do esquerdista, não! Ele desprovê e alija progressivamente mais todo o senso de moralidade: a pessoa começa ficar incapaz de reconhecer a existência de qualquer padrão moral — algo que primitivamente e instintivamente cada ser humano, mentalmente saudável, nasce e que o vai desenvolvendo nas complexidades de percepção e ajustes morais (mais elaborados e com maiores variáveis e focos) conforme crescemos — e finda por integrar-se numa massa de pessoas sem personalidades próprias, detendo gradativamente uma identidade grupal, coletiva, mimética, auto-adulatória e pusilânime.
“Diga você o que disser, mostre-lhes mesmo as realidades mais óbvias e gritantes, nada os toca. Só enxergam o que querem. Perderam a flexibilidade da inteligência. Trocaram-na por um sistema fixo de emoções repetitivas, acionadas por um reflexo insano de autodefesa grupal.
No começo não é bem uma troca. O estereótipo é adotado como um revestimento, um sinal de identidade, uma senha que facilita a integração do sujeito num grupo social e, libertando-o do seu isolamento, faz com que se sinta até mais humano. Depois a progressiva identificação com os valores e objetivos do grupo vai substituindo as percepções diretas e os sentimentos originários por uma imitação esquemática das condutas e trejeitos mentais do grupo, até que a individualidade concreta, com todo o seu mistério irredutível, desapareça sob a máscara da identidade coletiva. Essa transformação torna-se praticamente inevitável quando a unidade do grupo tem uma forte base emocional, como acontece em todos os movimentos fundados num sentimento de “exclusão”, “discriminação” e similares”.
Este é o retrato fidedigno das vítimas deste sistema de fingimento e dissimulação teatral que a alma do brasileiro está imersa; e se for mais uma daquelas vítimas que teve sua inteligência humana substituída por reflexos automáticos e a sua percepção da realidade trocada por uma segunda realidade ideológica, meramente retórica e pertencente ao campo da linguagem e de seus signos distorcidos, invertidos, e esvaziados de seus reais significados com a realidade, a devastação será pior ainda, tal como se a ideologia em si (e seu conjunto semiótico e subcultural) fizesse uma possessão sobre o antigo indivíduo, que vai sendo vencido por esta força até o completo desaparecimento do seu “Eu” são, bom, justo, coerente e verdadeiro de outrora.
O certo e o errado óbvios e imediatos de reconhecimento, que uma criança normal e até um bebê de colo têm, vão se perdendo e se deformando; o esquerdopata vai se bestializando, se sectarizando, se brutalizando, se despersonalizando e se distanciando da realidade. Agora tudo começa a ficar relativo. A verdade, a bondade, a justiça, a beleza não dependem mais de suas evidências e existências em si mesmas, mas depende de onde vem, de quem é o portador, emissor, ou receptor delas. Se for da facção identificada como contendo o símbolo esquerdista aceitável de apoio, tudo é permitido, tudo é belo, bom, verdadeiro e justo. Agora, se for do símbolo que o adestramento da rejeição e do ódio foram incutidos (por anos de hegemonia esquerdista), não importam mais as falas e as ações, tudo é feio, mau, falso e injusto.

No texto “Os Histéricos no Poder”, de 12 de dezembro de 2012, o filósofo Olavo de Carvalho faz um primor de descrição da desgraça que este processo de deterioração cognitiva faz com as pessoas, tanto de como estas vítimas passam a perceber e inteligir o mundo inveridicamente em seus entornos, quanto de como elas passam a se despersonalizarem e a recorrerem a uma identidade grupal, subumana, alienada, histérica e tão incapacitante e destrutiva, que pode acabar com o caráter e inteligência do cooptado para o resto de sua vida. Ainda no texto, ele detalha como estas pessoas se comportam e como são absorvidas por estes movimentos sociais revolucionários, coletivistas, relativistas e tentáculos tanto de globalistas quanto de esquerdistas progressistas e comunistas.
“O indivíduo “sente” que está expressando a realidade direta quando seu discurso coincide com as emoções padronizadas do grupo, com os desejos, temores, preconceitos e ódios que constituem o ponto de intersecção, o lugar geométrico da unidade grupal.
O mais cruel de tudo é que, como esse processo acompanha “pari passu” o progresso do indivíduo no domínio da linguagem grupal, são justamente os mais lesados na sua inteligência intuitiva que acabam se destacando aos olhos de seus pares e se tornando os líderes do grupo.
Um grau elevado de imbecilidade moral coincide aí com a perfeita representatividade que faz do indivíduo o porta-voz por excelência dos interesses do grupo e, na mesma medida, o reveste de uma aura de qualidades morais e intelectuais perfeitamente fictícias.
Não conheço um só líder esquerdista, petista, gayzista, africanista ou feminista que não corresponda ponto por ponto a essa descrição, que corresponde por sua vez ao quadro clássico da histeria.
O histérico não sente o que percebe, mas o que imagina. Quando o orador gayzista aponta a presença de cento e poucos homossexuais entre 50 mil vítimas de homicídios como prova de que há uma epidemia de violência antigay no Brasil, é evidente que o seu senso natural das proporções foi substituído pelo hiperbolismo retórico do discurso grupal que, no teatro da sua mente, vale como reação genuína à experiência direta.
Quando a esposa americana, armada de instrumentos legais para destruir a vida do marido em cinco minutos, continua se queixando de discriminação da mulher, ela evidentemente não sente a sua situação real, mas o drama imaginário consagrado pelo discurso feminista.
Quando o presidente mais mimado e blindado da nossa história choraminga que levou mais chicotadas do que Jesus Cristo, literalmente não se enxerga: enxerga um personagem de fantasia criado pela propaganda partidária, e acredita que esse personagem é ele. Todas essas pessoas são histéricas no sentido mais exato e técnico do termo. E, se não sentem nem a realidade da sua situação pessoal imediata, como poderiam ser sensíveis ao apelo de uma verdade que não lhes chega por via direta, e sim pelas palavras de alguém que temem, que odeiam, e que só conseguem enxergar como um inimigo a ser destruído?”Olavo de Carvalho
Estas pessoas cooptadas por estas mentalidades esquerdistas revolucionárias, alienantes, extremistas, estupidificantes, odientas e sectárias vão adquirindo transtornos de caráter — “caracteropatias” — neste meio polarizado, incoerente e hidrófobo. Tais rotinas, alteram seus (e dos que estão às suas voltas) modos de pensar, suas violências emocionais e os seus egotismos. A presença destas pessoas junto com outras de personalidades mais passivas e carentes — e que sempre possuem algum tipo de problema a ser instrumentalizado ideologicamente e politicamente (ou que já portam alguns traumas os desajustes psicológicos, morfológicos cerebrais, ou cognitivos) — vão as deformando, aglutinando mais e mais vítimas seduzidas por tais discursos simplórios e facilidades lógicas.
Estes transtornos caracteropáticos conseguem traumatizar a mente e os sentimentos das pessoas normais, reduzindo gradualmente a habilidade destas de empregar seu senso comum. Quanto mais jovens forem as vítimas destes ambientes propícios às caracteropatias, mais elas acabam tendo suas personalidades sofrendo desenvolvimentos anormais, acarretando à malformação delas, criando fatores patológicos para a geração do mal, ou seja, fatores ponerogênicos, que vão aumentando numa lenta (ou rápida) reação em cadeia social, que formam inúmeros grupos portadores de histerias, paranóias, egotismos, paramoralismos, psicopatias e demais vícios mentais e comportamentais.

Num estudo portentoso e clínico feito pelo psicólogo e psiquiatra polonês, Andrew Lobaczewski (1921–2008), em seu livro, “Ponerologia - Psicopatas No Poder”, ele descreve minuciosamente como se dá a ponerogênese da mente humana e descreve exatamente este processo, quando há a presença destes indivíduos ponerogênicos e dos comportamentos mentalmente e socialmente patológicos nas sociedades (especialmente no comando, no poder e no domínio de setores sensíveis de uma nação tais quais o midiático, o universitário, o de disseminação cultural, o religioso, o empresarial), condicionadas por estas gamas de doenças psíquicas e sociais difundidas em todas as partes.
“Nós já sabemos que toda a sociedade contém um certo percentual de pessoas que carregam desvios psicológicos causados por vários fatores, herdados ou adquiridos, que produzem anomalias na percepção, no pensamento e no caráter. Muitas destas pessoas tentam dar um significado às suas vidas irregulares através da hiperatividade social. Elas criam os seus próprios mitos e ideologias de sobrecompensação e têm uma tendência a insinuar egoisticamente para os outros que os seus desvios de percepção são superiores, bem como os objetivos e idéias resultantes dos mesmos”.
Andrew Lobaczewski
O desmascaramento deste comportamento esquerdista conversivo vem acontecendo ao longo dos séculos, desde a Revolução Francesa, passando pelas Revoluções Russa, Italiana, Alemã, Chinesa e Cubana (entre outras derivadas do Socialismo), até chegar na hegemonia cultural das Esquerdas no Brasil. Onde a degradação espiritual, cultural, intelectual, moral, lingüística, psicológica e social atingiu níveis assustadores de imbecilidade, incompetência, insuficiência, histeria, paranóia, alienação, inveja, ódio, violência, impunidade, injustiça e criminalidade.

O auge desta hecatombe se deu no dia 06 de setembro de 2018, em Juiz de Fora, Minas Gerais, com o atentado ocorrido contra o candidato conservador de Direita, Jair Messias Bolsonaro, que foi apunhalado por um extremo-esquerdista assassino, que agiu em quadrilha, por motivações político e ideológicas. O perfil do militante extremo-esquerdista indica o nome de Adelio Bispo de Oliveira, que foi filiado de 2007 a 2014 ao partido extremo-esquerdista progressista, PSOL e aparece em inúmeros atos esquerdistas (especialmente do PT e suas pautas).

As posições políticas deste facínora e de seus cúmplices é a típica de inúmeros esquerdistas militontos e psicóticos de “Lula Livre”, de “Fora Temer” (ignorando o fato deste ser um ex-aliado e vice-presidente eleito por eles do PT) e de mentecaptos do impeachment constitucional como tendo sido — para variar seus parcos e porcos vocabulários — um “Golpe” contra a democracia e contra a Dilma. Pessoas que fomentam o ódio ativo, que ameaçam Deus e o mundo (dos que discordam deles), que censuram quem os desacredita, que fazem apologia à violência explícita e que praticam de fato crimes, são os que vivem acusando os seus inimigos — todos os que eles foram bovinamente adestrados a não gostarem — de cometerem aquilo que eles mesmos cansam de serem majoritariamente os únicos a fazerem.

São pessoas que adquiriram um grau de mau-caratismo ímpar, evidentemente exposto com este trágico, covarde e repugnante ocorrido contra a vida do Jair Bolsonaro. Um acontecimento que serviu para mostrar a inúmeros incautos e tolos — pessoas boas, mas que ainda acreditam nestes déspotas enrustidos e em seus discursos, narrativas e ideologias — as reais facetas tirânicas daquilo e de quem eles apoiam (e que peremptoriamente alardeiam os desafetos de serem); expondo estes inúmeros esquerdistas ímprobos, maquiavélicos, psicóticos, hipócritas e psicopatas que riem desta tragédia, que lamentam o insucesso da tentativa de assassinato a um inocente (que não gostam), e que querem fazer as mais absurdas comparações e associações políticas e fatuais entre este atentado bárbaro e as suas alienações ideológicas, frustrações sociais e psicopatologias repetidas ad aeternum.

A seita civil, política e revolucionária do Esquerdismo virou uma plêiade de sociopatas, canalhas, alienados, assassinos desde o século XVIII, com o famigerado fingimento de emoções das víboras que querem morder! Repletos de desajustados, demagogos, abutres e satanólogos comemorando quaisquer maldades contra os adversários (com um relativismo demoníaco). Ou, como este evento mostrou, um bando débeis mentais psicóticos dizendo o absurdo que “ele colheu a violência” (isto porque ele prega combater o crime e a brutalidade de criminosos com o rigor, força e, se necessário, violência superior ao que os bandidos usam e que estes bandidólatras adoram, ou porque numa retórica indignante, em explosivos momentos do passado desferiu palavras (e não planos e nem ações) violentas — e impossíveis de se concretizarem — contra figurões das Esquerdas; declarações, xingamentos e ataques verbais que obviamente jamais foram (e nem serão) concretizados no mundo dos fatos por se tratarem da costumaz oratória explosiva humana do praguejar diante da raiva — da família do “tomara que morra”, do “tinha que fuzilar”, do “que vá para o inferno”, do “tem que explodir tudo” — como qualquer um faz iracundamente e, de vez em quando, até se arrepende depois).

A caracteropatologia não parou… Teve gente ainda acreditando que foi uma farsa política (uma paranóia néscia inacreditável até em primatas); ou que o desarmamento de armas de fogo foi o que o “salvou” (sendo que o Estado de Minas tem lei de proibição de armas brancas (desfacamento) — que nada adiantou, obviamente, para impedir a facada — pois, estes idiotas retardados ainda não entenderam que, por definição, bandidos não seguem leis! E os mais de 70 mil homicídios por ano num país que tem lei de desarmamento — que o povo rejeitou num referendo ignorado pela elite político-burocrática —, comprovam muito bem isso); ou que o “discurso de ódio” dele foi o que o vitimou, uma repetição automática introjetada que os candidatos a jagunço vomitam mantricamente sem raciocinarem, esquecendo que a indignação discursiva dos direitistas (incluindo a de Bolsonaro) é ou oratória contra antagonistas (não um planejamento real de feitura) ou pragmática contra as violências e os crimes de assaltantes, estupradores, terroristas, assassinos e demais bandidos violentíssimos, que matam e odeiam pessoas de bem, sem pedirem permissão, pelos motivos mais maus, mesquinhos e incoerentes, e às vezes sem falarem nada.

Estes mesmos esquerdistas que exigem a tolerância de seus adversários, que se afetam com uma linguagem não polida, que alegam combater “discursos de ódio” e xingamentos (principalmente quando os outros revidam a coisas horríveis — ou até criminosas — que eles dizem), e que vivem pregando “respeito”, “igualdade”, “liberdade” e “paz” (quando não contrariados, numa anuência geral), são os que mais intoleram as discordâncias, os que mais falam coisas horríveis dos adversários (mesmo numa linguagem calma e com os risinhos indiferentes típicos dos psicopatas), os que mais promovem ódio (e o praticam em vias de fato), e os que mais desrespeitam, se elevam sobre os outros, censuram e cometem atos de violência, depredação, crimes e assassinatos. E depois de tudo que pregam, ofendem e fazem contra os oponentes (inimigos para eles), quando vem a retaliação destes, invariavelmente se fazem farisaicamente de vítimas.

“O mal prega a tolerância até que ele se torne dominante, a partir daí ele procura silenciar o bem”.
Arcebispo Charles J. Chaput
Os esquerdistas são hipócritas deste jeito e não percebem mais, porque o lunatismo há muito escanteou a razão da vida deles; se acham os bastiões da virtude imaculada, exalando todos os piores vícios da alma que um ser humano pode ter. E o pior, é que não conseguem compreender o óbvio: que os bandidos — os quais cansam de defender e santificar —, são maus como são, porque querem fazer o mal (e não ficar falando sobre ele); simples deste jeito! Enquanto isso, estes mesmos esquerdistas estatólatras e bandidólatras acham normal as pessoas de bem não possuírem nem o direito de terem uma arma de fogo — que deveria ser inalienável — para se defenderem (aqueles que quiserem ter) contra estes marginais desalmados. E vem cá, leitor, pergunta de um milhão de dólares a qualquer um de vocês: Qual o “discurso de ódio” que o Papa João Paulo II ou o Mahatma Gandhi fizeram para merecerem tomar tiro e serem assassinados? (O primeiro resistiu; o segundo foi assassinado)
Quando se afirma que os filhotes do Esquerdismo dos revolucionários do passado (especialmente com o Jacobinismo e Herbertismo, com o Marxismo e suas crias do Socialismo, do Bolchevismo, do Comunismo, do Fascismo, do Nazismo, do Progressismo, e com demais outras anomalias humanas, testadas e geradoras de maldades, morticínios, destruições e misérias) têm o mesmo DNA e o mesmo princípio ativo do ódio e da inveja anticristã, e que compartilham as mesmas coisas mais diabólicas, sectárias, intolerantes dos revolucionários de hoje — que chamam e acusam os outros daquilo que são —; ainda tem gente que não entende o porquê…
O que pode ser observado com todos estes acontecimentos é um conjunto de loucos, psicóticos e psicopatas com graves deformidades de caráter, associados macabramente em bandos, em várias esferas de poder e em vários setores da sociedade, numa escala que transcende o imaginável e os limites extra-continentais, influenciando, manipulando e adoentando dezenas (quiçá centenas) de milhões de histéricos no Brasil (e pelo mundo afora), sendo sensibilizados, reagindo, imitando, repetindo e se emocionando apenas por falácias, discursos, narrativas, palavras de ordem, convenções (inquestionáveis) e lógicas baratas. São homúnculos em maturidade intelectual, em normalidade cognitiva, e em saúde caracterológica, que acham mais grave as falas, palavras e frases agressivas, de pessoas tidas como inimigas do que as ameaças reais de morte, exposições evidentes de planos de cometer crimes, e tentativas executadas de assassinato contra espantalhos chamados das coisas mais horrendas e desprezíveis da Humanidade.

Estamos vivendo num país recheado de criaturas incrivelmente alienadas, disformes, imorais, hipócritas e estupidificadas (que nem mais percebem que são assim) — independente do grau de escolaridade e nível acadêmico (que parece que quanto maior é pior) —, que acham pior uma pessoa como o Bolsonaro, que fala violentamente contra a violência de bandidos (e que nunca nem sequer cogitou cometer nenhum mal possível [extra-discursivo] realmente contra inocentes e nem nas suas hipérboles contra adversários, coisas que diuturnamente o acusam de fazer) do que milhares de outras línguas bifurcadas afirmando explicitamente “Temos que matar o Bolsonaro”, em toda a parte, por falas, textos e ações de muita gente importante e influente, e numa freqüência assustadora. Não há dúvidas que depois de tudo que o Esquerdismo já produziu — na prática — na Humanidade (e no Brasil) nos últimos séculos, a sua área de estudos deve sair do ciclo da Política, Economia e da Sociologia e entrar profundamente na seara da Lingüística, da Psiquiatria e da Psicologia, diante da quantidade aterradora destes espécimes na História e das suas desgraças espalhadas (conseqüências diretas dos seus conjuntos ideológicos).
As Esquerdas atuais viraram um poderoso sistema ideológico ponerogênico (mazelas amplificadas por nossas sociedades mais descristianizadas e, assim, mais incapazes de resistirem a tais males sedutores) que, miseravelmente, contagiou a maioria das pessoas no Brasil (em vários graus), indivíduos antes normais e que foram plenamente ou parcialmente se deformando por esta doença de corrupção da alma e que, especialmente em seus líderes, dominaram a vida pública e política brasileira (e de incontáveis países; com maior facilidade nos mais pobres), muitas vezes se tornando os detentores máximo dos poderes, para porem em prática todas as suas ideologias insanas, alienações, hipocrisias, ódios grupais, crimes e impunidades para os seus asseclas, numa reação em cadeia catastrófica por gerações.
