Sua Bunda, Sua Nuca – Ravi Aynore. 2016

Sabe de nada, inocente.

Se soubesse se cobria.

Saliente, morena, marrom.

Passeia nos meus sonhos como supremos espaciais.

A frequência dos calos, não é compatível com a dos pelos que no teu corpo arrepiam.

Pra lá de Roma, meu elogio não chega. Quem dirá minha rola…

Te alimenta de olhares, suspiros e likes.

E eu te alimento de saliva, desenhando com calma minha língua em sua pele.

Não lute contra, Lute.

Lute comigo!

Que boiando vou em minha própria baba, até me desaguar no teu rego.

Fim.

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