Sobre M.

Existe esse homem, o M.

M. é lindo. De uma beleza simples, mas enlouquecedora. Me faria largar tudo — meu nome, meu passado, minha religião — para ter a chance de olhar seus olhos e seu cabelo diariamente. Tem essa carinha de intelectual que, sinceramente, é minha ruína. Um olhar doce e desconcertante, do tipo que te faz imaginar que segredos ele esconde por trás de uma fachada tão serena.
Isso é só para falar do que se vê primeiro. M. tem tantas coisas… Que chega a desnortear qualquer tentativa de falar dele.

[Pausa: Esse texto está ficando péssimo porque nada que eu diga chega aos pés do que M. é. Mas eu continuarei tentando. Escrevo no calor da emoção.]

Articulado pra falar… Sua argumentação é sempre tão perfeita, tão sem deslizes. É como observar um cristal. Eu me ajoelho diante da sua retórica. E me ajoelharia diante de várias coisas mais, se me fosse permitido.

De uma inteligência expressiva, M. é o tipo de homem que te prende o olhar e continua a prender pelo conjunto da obra. É um homem simples, mas arrebatador. Imagino que seja discreto, que seja contido, que fale não muito alto, e isso só me deixa ainda mais aos seus pés.

Mas claro que M. é comprometido, não podia ser de outra forma. Sorte da moça. Espero, de coração, que ela saiba o tamanho da preciosidade que tem em casa. E que, se ela um dia não souber, que M. saiba que o poder que ele tem sobre mim — e com certeza sobre outras mulheres — é enorme.

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