FAT COIN

Integrantes: Otto Dardenne (Vocal e Guitarra) Christiano T Kuntz (Guitarra) Art Adnachiel (Baixo) Thiago Fabio (Bateria).

Local : São Paulo

Tudo começou em 2010, quando o Chris (cujo é meu primo) saiu de Amparo/SP e veio morar em São Paulo, na mesma rua que eu. A gente tinha uns 15 anos, nada pra fazer, só ouvir música e tocar guitarra. Até que surgiu a ideia de fazer a banda, sempre com o intuito de criticar as leis e moldes escolares (a tal rebeldia adolescente). Chamamos dois amigos, Igor e João para assumir a bateria e o baixo, essa formação durou um ano mais ou menos com letras em inglês, mas não durou muito. Eu e o Chris continuamos com o sonho e convidamos mais dois amigos, Felipe e Matheus. Com eles que as músicas A Jornada e Sangrar o Álcool saíram no final de 2012 e 2013, foram momentos mágicos, descobrir a música sendo feita, compreensão dos fatos, onde eu e Chris realmente vimos que queríamos aquilo pra vida. Mas como o nosso caminho é guiado por nossas escolhas, a banda se dissolveu novamente e nós (eu e Chris) continuamos na batalha/sonho, fomos atrás de outros caras para dividir nossas experiências e entrar na banda. Thiago e o Art, entraram já com a gravação marcada no Estúdio Costella do Chuck Hipolitho (Vespas Mandarinas) e na correria de aperfeiçoar as músicas Sangrar o Álcool e A Jornada, ensaiando todos os dias, madrugada adentro, precisando terminar mais uma música que resultou em Liberdade Quista, uma viagem que consideramos o ponto alto do EP. Agora continuamos com composições, percepções mundanas sempre instigando os pensamentos, sempre em busca de experiências novas pra essa vida, automaticamente refletindo no nosso som.


https://soundcloud.com/fatcoin13
https://www.youtube.com/watch?v=70XQlzZ6roE


Sobre o Cenário Musical atual :

“O cenário musical está ÓTIMO para quem sabe procurar, pra quem é aberto a novidades, pra quem realmente ouve indicações, porque há inúmeras bandas excelentes, há inúmeras pessoas querendo mostrar bandas que gostam aos amigos, o músico brasileiro tem uma qualidade fenomenal. Veja a história da música brasileira, todos os gêneros. Mas como a mídia de massa não da muita bola para isso, não há uma efervescência no cenário do rock. Eu acredito que posso falar pelo rock, porque é o que eu vivo. Ele acontece, ele é forte, é inteligente, atual, mas ele não te faz bonito, não tem o ideal bonito como a moda popular que segue paralelamente com o sertanejo e o funk. Por isso não chama muito atenção (de quem não procura). A batalha é essa, um leão por dia, estamos dispostos a viver assim. Meu maior tesão fora o de fazer música, é encontrar música de qualidade de outras pessoas, olhem o Boogarins, tem o The Outs (RJ), Selvagens A Procura de Lei, Vivendo do Ócio, O Terno, queria que todos meus amigos ouvissem isso, são grandíssimas bandas que admiro e adoro. O Dinho Ouro Preto disse que o rock está numa calmaria e que sempre vem a tempestade depois, espero que ele saiba que ele está certo.”

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