#BR-17:Desequilíbrio alvinegro
OCorinthians desequilibra o campeonato tido como equilibrado, com os 83 % de aproveitamento. Nada de decretar campeão ainda, o Grêmio vem atrás, mas viu a diferença aumenta para oito pontos nesta rodada.
Impressiona, e muito, os resultados do time que tem qualidades já conhecidas há algum tempo, mas que se mostram eficiente rodada a rodada.
A última vitória foi sobre o Fluminense no Maracanã, 1x0 gol de Balbuena. Brilhante o Timão não foi, porque não é nunca, mas na bola parada, fez o gol da vitória.
Pedro Henrique, zagueiro corintiano, explicou que a jogada foi detalhada no intervalo antes de ser concretizada ao Sportv hoje. Além da cabeçada o local onde a bola foi levanta e o corta luz — como no basquete quando o adversário é bloqueado de defender — feito em Henrique.

O Grêmio até fez um ótimo primeiro tempo no Morumbi e saiu na frente do São Paulo. Mas no segundo tempo viu o Tricolor, empurrado pela grande torcida nesta noite de segunda, chegar ao empate.
Os oito pontos dão tranquilidade e são uma boa vantagem ao Corinthians, que não perde a 30 jogos, invicto no Brasileiro. Pega o Flamengo no domingo.

O Palmeiras, talvez pela primeira vez no ano, mostrou força do elenco em um jogo fora de casa. Com um time todo misturado, reservas, titulares, possíveis titulares venceu o Sport de Luxemburgo, em ascensão, e mostrou alguns caminho que tem funcionado no time.
Teve uma defesa sólida como em poucos jogos — usar três voltantes ajuda. Fora de casa Cuca tem deixado de lado um meia mais ofensivo como Guerra, usa Thiago Santos como cabeça de área e outros dois volantes que sobem e descem. Na frente, jogadores velozes.
É um pouco do que fazia na temporada passada nas partidas fora de casa. Joga sem a bola, o Sport teve 59% de posse.
O Santos é um time mais solido na defesa com Levir Culpi e nas novas ideias de jogo consegue fazer o jogo fluir melhor. Bruno Henrique fez três gols na partida na vitória por 3x0 do Peixe no Pacaembu lotado — outra boa notícia.
Mas o autor dos gols foi criticado pelo treinador, “um dos piores em campo” por não cumprir as funções determinadas por ele. Soa estranho e ele pode sofrer rejeição do grupo pela sinceridade.
