Garota de 17 anos usando revólver faz ladrão fugir: “Eu tinha a vantagem e ficaria segura”

Tentativa de roubo aconteceu em Wandermere Area, Washington D.C.

Julio Gonzaga
Jul 21, 2017 · 2 min read

O Breitbart apurou que Kimber Wood estava sozinha em casa quando seu namorado telefonou dizendo-lhe que havia um suspeito chegando perto da residência. Kimber entrou em contato com seu pai e perguntou-lhe se poderia usar uma arma; seu pai consentiu e a garota escondeu o revólver debaixo do travesseiro.

O suspeito chegou a entrar na casa, mas Kimber, defendendo-se, apontou-lhe a arma no rosto e pediu-lhe que saísse. A garota correu para fora e atirou no chão, assustando o ladrão, que logo após fugiu.

Em entrevista dada ao Breitbart, em 19 de julho, Kimber Wood foi perguntada se portar arma naquele momento deu-lhe mais segurança. Ela respondeu que “sabia como usar a arma, e isso me deu a paz de pensar que eu tinha a vantagem e eu ficaria segura”.

Kimber também resumiu como as lições de sua família a ajudaram a cultivar a cultura da autodefesa:

“A partir dos seis ou sete anos de idade, eu sempre ficava no quintal com meu avô, meu pai, meu irmão — a nossa família — praticando tiro ao alvo. Eu sentava lá, assistia e aprendia como eles se preparavam e como eles usavam as armas. Quando cheguei à idade em que meu pai achava que eu poderia usar uma eu mesmo, eu tentei e eu sabia que era algo que eu precisava continuar aprendendo. Eu sabia que armas poderiam ser coisas perigosas, mas se eu soubesse como usar uma, eu estaria bem. Então, nos fins de semana, saíamos e atirávamos, voltávamos e almoçávamos, então voltávamos de novo e atirávamos mais.”

O pai de Kimber, Lenny, sintetizou a formação que deu à filha, dizendo que “ela foi criada em torno de armas e, desde o momento em que ela pôde entender, eu mergulhei-a no controle do gatilho, na segurança das armas, no carregamento dos revólveres, assim como todos os pais de todo o país deveriam fazer pelo seus filhos”.

O repórter AWR Hawkins, especialista do Breitbart em armas e segurança pública, ainda perguntou a Lenny o que ele pensava sobre movimentos que visam restringir e proibir armas de fogo nas mãos de civis ao redor dos Estados Unidos, sob o argumento de que casas que têm armas são mais perigosas do que as que não as têm. Lenny replicou:

“No final do dia, eu abraço minha filha — que está viva e saudável e bem — por causa da arma de fogo e do treinamento que ela teve. Outro resultado é impensável.”

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