Presidente Trump destroça a grande mídia em mais um comício

Além do fogo vindo da left-wing grande mídia, o presidente ainda tem que lidar com a birra dos Democratas

No último sabado (29), antes de humilhar a mídia mais uma vez com o costumeiro discurso destemido, Donald Trump deu-lhe o drible da vaca: não apareceu na anual cerimônia de correspondentes da Casa Branca, em Washington, um jantar para os jornalistas de grandes veículos de comunicação, o presidente, e outras celebridades. A última vez em que isso aconteceu foi quando Ronald Reagan ausentou-se da mesma festa, mas então por motivos de saúde - recuperava-se da tentativa de assassinato contra ele em 1981. Trump, entretanto, esnobou o jantar de gala e foi ao lugar que garantiu-lhe muitos votos para projetá-lo na Casa Branca: no meio do povo de carne e osso, o americano da vida real.

O anfitrião deixou os convidados em Washington a ver navios e viajou ao estado da Pensilvânia, cidade de Harrisburg. O comício, marcado no aniversário de cem dias de presidência, teve o intento de comemorar as conquistas do presidente nesse breve porém importante tempo no salão oval. Após os cumprimentos iniciais, Trump começou passar o rolo compressor na grande mídia americana (quase toda alinhada à esquerda, exceto a Fox News):

"Um grande grupo de atores de Hollywood e mídia de Washington estão consolando um ao outro num salão de festas dum hotel em nossa capital agora."

Trump também detonou o Partido Democrata (minoria no Senado e na Câmara), reduzindo-o a um partido obstrucionista, que se opõe a qualquer projeto de lei, pelo simples fato dos republicanos controlarem as três esferas de governo.

Foto: Fox News. Tradução: “Os Democratas, sem um líder, se tornaram o partido da obstrução. Eles estão somente interessados neles mesmos e não no que é melhor para U.S.”

Ainda durante a campanha eleitoral, o presidente prometera que nos cem primeiros dias do seu mandato iria promulgar uma legislação substituindo o "Obama Care", um sistema de saúde federalizado criado na era Obama e que foi um dos principais alvos de críticas de Trump e dos republicanos. Todavia, passados os cem dias, Donald Trump ainda encontra dificuldades em revogar a lei, pois decerto não previra, com sua mente de "business man", que as coisas na política andam em passo diferente dos negócios da vida privada.