Suécia quer aprimorar tratamento de crianças que querem mudar de sexo

Ministro da Saúde da Suécia procura mais suporte a crianças que se veem no corpo errado e desejam trocar de sexo

Louise Frisén, psiquiatra infantil no hospital Astrid Lindgren Children’s disse que, só no ano de 2016, o “departamento de investigação sobre gêneros” registrou 197 casos de crianças querendo fazer a transição de sexo.

“Há um aumento de 100 por cento em números a cada ano, e as pessoas que estamos vendo são cada vez mais jovens e mais e mais crianças estão chegando em tenras idades…o aumento é idêntico no lado adulto também”, disse ela.

O Hospital Universitário Karolinska conta até, entre seus funcionários, com uma chefe da equipe de identidade de gênero, Cecilia Dhejne, a qual disse que o aumento das crianças infelizes com o nascimento masculino ou feminino reflete maior abertura na sociedade sueca, mas advertiu que os recursos são limitados.

O Ministro da Saúde Gabriel Wikström ressaltou também que “é totalmente inaceitável que haja deficiências em tratamento para transgêneros em qualquer estágio de tratamento.”

A ideologia de gênero, tão defendida pelos esquerdistas, parece estar fazendo eco entre governos de todo o mundo. Já é uma questão de saúde “pública” (ou seja, arcada com recursos de pagadores de impostos) e está sendo tratada como algo meramente psicológico.

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