Miguel Nagib demonstra como canais FakeNews devem ser tratados. Ou: o dia em que o UOL “educação” não soube onde enfiar a cara de vergonha, se é que um dia já teve alguma.

A coisa não anda nada fácil para os militantes travestidos de professores, e menos ainda para seus simpatizantes.

O contexto do evento narrado neste artigo é a recente vitória da Associação escola sem partido contra o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), que até pouco tempo atrás queria punir alunos que não subscrevessem viés ideológico do politicamente correto em redações:

Em vista da evidente derrota, veículos alinhados com as fraudes e agendas políticas de extrema esquerda já buscavam meios de deslegitimizar a vitória ocorrida de acordo com as leis vigentes em nosso país, e impor uma narrativa (mentirosa) ideológica sobre o fato. O primeiro veículo, como não deve ser surpresa para ninguém, foi a REDE GLOBO:

Por fim, um veículo que costumeiramente atacava o projeto com costumeiros artigos tendenciosos ou desinformantes demonstrou intenção de “entrevistar” Miguel Nagib…

Após essa assertiva de claro viés reprovatório, com a maior cara de tacho a tal “reportagem” do Uol teve que comunicar em nota:

Parece que a pessoa que escreveu não pode deixar de comentar que “a decisão foi comemorada” — evidência do “but hurt”.

O que aprendemos desse evento?

Veículos que antes dominavam narrativas de massa hoje se ajoelham ao meio mais livre e democrático de expressão de idéias e opinião — a internet. Nessa nova modalidade de comunicação nem Miguel Nagib, NEM QUALQUER OUTRA PESSOA, precisa se render a canais de informação que sabidamente manipulam informações em razão de uma agenda ideológica, a fim de parecerem moderados, ou isentos de ideologia.

O movimento escola sem partido POSSUI VOZ PRÓPRIA, essa voz é a voz dos pais e mães de família que já encaminharam o projeto à vitória em campinas e jundiaí, além de uma associação que vence batalhas jurídicas. É a voz de cada um dos alunos que sem medo contam sobre seus casos de doutrinação.

É exatamente por isso que a tendência é que esses canais sejam publicamente desacreditados, e paulatinamente abandonados pelas massas, cada vez mais cientes dos eventos reais que eles tentam manipular.

Se você deseja uma leitura com análise técnica e isenta, sugerimos este artigo do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que de quebra deixa artigo de jornal eletrônico no chinelo:
“Decisão suspende item do edital do ENEM que atribui nota zero à prova de redação que seja considerada desrespeitosa aos direitos humanos”

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