Não seja enganado, a esquerda tentou matar Bolsonaro — Linha temporal, motivação e indícios.

BrigadaBrasil
Sep 8, 2018 · 6 min read

Para efeitos didáticos, vamos introduzir no blog um conceito o qual só falaríamos mais tarde em outros artigos. É o conceito de “semântica causal”.

SEMÂNTICA CAUSAL

Denominamos “semântica causal” — conexões de eventos realizados através de “palavras chaves” (keyword), que tais eventos compartilham entre si. De acordo com a frequência que elas aparecem em um evento ou outro, maior a probabilidade dos eventos estarem conectados entre si para evidenciarem uma causa ou motivação. Com isto em mente, fique atento às partes do texto que estão grifadas ou em negrito, pois elas tem relação direta entre si. Os pontos de maior atenção ou de questionamento do evento serão marcados com os símbolos (🔴 👉).
Vamos traçar a linha temporal, com todas as evidências linkadas no corpo do texto:

2014

— Após longa batalha de comoção pública iniciada em 2010 (com ajuda da bancada evangélica) que culminou no VETO (em 2011) do “Kit Gay” (projeto de autoria de Fernando Haddad (PT), que tentou implementá-lo novamente em 2012)—Bolsonaro colhe os frutos políticos da defesa das crianças, e é eleito o deputado mais votado do Rio de Janeiro apresentando proposta ao PP para concorrer como candidato à presidência da república.

Nesse mesmo ano Adélio Bispo de Oliveira (identificado hoje, como o esfaqueador de Bolsonaro) pede desfiliação do PSOL, sem qualquer razão aparente. A residência conhecida do meliante é em Florianópolis (SC), onde aparentemente permaneceu em “low profile” (ou “dormente”, se preferir).

2015

Bolsonaro começa a aparecer com mais frequência em programas de TV aberta, sempre atacando pautas relacionadas à PT e PSOL. Em junho, após gerar comoção e obter apoio público sobre a suspeição das urnas eletrônicas e da confirmação de que elas estão sujeitas à fraude, consegue aprovar proposta de emenda para “voto impresso”.
🔴
Em agosto, começa a chamar atenção e marcar presença em aeroportos ‘públicos’ com proximidade à grandes aglomerações de pessoas — O que já demonstrava que ele não usava jato privado e nem evitava grandes multidões.

Até aqui elencamos as principais vitórias e sucesso político de Bolsonaro, que significam também o ÓDIO de seus adversários. A partir de agora vamos elencar os efeitos diretos desse ódio em ações:

2016

As aparições de Bolsonaro em eventos com grandes aglomerações se intensificam e começam a se alastrar por cidades diversas.
🔴 Nesse mesmo ano,
militantes LGBT da UNE (vinculados ao PT, PSOL e PCdoB), dentro da assembleia legislativa, se aproximam o suficiente para jogar Glitter em Bolsonaro, causando tumulto e pancadaria.
👉 Esse pode ser considerado o primeiro teste público de proximidade.

2017

— Após longa batalha político-ideológica, e forte comoção social junto à população brasileira, Bolsonaro e bancada evangélica conseguem barrar o PL122 (de autoria do PT) até que foi arquivado.

🔴Em visita à Ribeirão Preto, em uma cafeteria, a militante de esquerda Gabrielle Van Pelt, vice-presidente regional da UEE (filiada ao PCdoB), se aproxima de Bolsonaro para lhe atingir com uma ovada no peito. A militante negou premeditação, mas o anúncio no twitter da própria equipe de Bolsonaro já determinava hora e local de sua estada.
👉 Esse evento pode ser considerado o segundo teste público de proximidade que explorava a FRAGILIDADE da segurança do deputado.

2018

— Em agosto, Grupos do crime organizado se unem para proibir campanhas políticas de Bolsonaro nas favelas, ameaçando moradores que fizerem propaganda dele, ou simplesmente mencionarem seu nome.

— DIA 5 DE JUNHO, Florianópolis (SC). Adélio Bispo (criminoso), retorna à cena dos eventos, e esteve em um clube de tiro frequentado pelos filhos de Bolsonaro. Só esse fato já reforça que:
👉 Já existia uma movimentação prévia que monitorava locais onde Bolsonaro e sua família poderiam frequentar.
👉 Adélio ou recebia informações de uma rede, ou ele mesmo já observava e registrava os costumes de membros da FAMÍLIA do deputado, para determinar o quão próximo poderia chegar e empreender uma ação qualquer. Neste local ele “confirmou” que os filhos do deputado o frequentavam, mas Bolsonaro não. Desde então não mais aparece no local.

Bolsonaro anuncia visita em Juiz de Fora, militantes começam a usar suas redes sociais para cometer INCITAÇÃO AO CRIME em forma de “brincadeira”. Logo após, Adélio executa a tentativa de homicídio.
Agora, depois de preso,
alega “ser desempregado”.

🔴 (Com quê dinheiro se registrou em um clube de tiro privado?)
🔴 (Com quê dinheiro viajou de Florianópolis (SC) à Juiz de fora(MG)?)

Estava hospedado em uma pensão a pelo menos 14 dias, onde pagou 1 mês adiantado… em posse de 4 celulares e um notebook.
🔴 (‘Desempregado’ que viaja de uma cidade pra outra, se hospeda em lugares, e ainda tem 4 celulares e um notebook? Com quê dinheiro?)

NÃO AGIA SOZINHO, a polícia identificou e prendeu mais dois suspeitos, circulam vídeos nas redes sociais sinalizando que a arma do crime lhe foi passada por comparsas. Uma vez preso em flagrante não é de se admirar que o “desempregado” POSSUA 4 ADVOGADOS — sendo dois deles simpatizantes do partido dos trabalhadores.

🔴(Falta determinar se eles mesmos não são filiados ao partido)
🔴 (Como um desempregado tem dinheiro pra pagar representação jurídica privada? Quem os está pagando? Qual o interesse dos simpatizantes do PT em representá-lo?)

Desinformação intencional na mídia:

Com todos os eventos acima facilmente checados e publicados por vários canais diferentes de mídia, alguns elementos dela insistem em pintar Adélio Bispo como “lobo solitário”, “louco”, “conspiracionista” e afirmar que “agiu sozinho”. Até mesmo elementos do ministério público afirmam que não há motivos para pensar que seja uma conspiração política.

Como se nota tais afirmações não resistem a uma análise cronológica simples, e contradizem as próprias informações que eles disponibilizaram. Trata-se de uma ROTINA de desvinculação. A mesma que é executada para desvincular agentes terroristas do grupo que eles participam. A ironia é que essas mesmas pessoas meses atrás quase gritavam “crime político” para o (ainda não resolvido) assassinato de uma militante cuja a vida política era COMPLETAMENTE DESCONHECIDA ao grande público. Tal incoerência não é mero fruto do acaso, a função atual da mídia é propagar certas narrativas e omitir-se de outras.

Conclusão

Desde 2015, com a popularização de Bolsonaro e aproximação corpo a corpo dele com populares em aeroportos e nas ruas, pode-se afirmar que pelo menos duas tentativas públicas de agredi-lo foram realizadas por militantes de esquerda. É o que denomina-se de “balão de ensaio” — uma forma de testar o sucesso de uma ação é implementar pequenos modelos dela.

Adélio Bispo de Oliveira — Além dele mesmo se declarar como “de esquerda” e aparecer em fotos com militantes do PT, possui um dos líderes do PCO E ISLÂMICOS em seu perfil de facebook (que foi recentemente removido). Dado seu histórico de 7 ANOS FILIADO AO PSOL, e seus atuais contatos, é impossível afirmar que o sujeito “não possuí vinculo partidário”, no máximo que este vínculo é não oficial. Isso com o claro propósito de realizar uma rápida desvinculação com os partidos, como ocorre agora na mídia.

Adélio ostenta comportamento errático, fala desconexa e aspectos de paranoia social — que é a característica de pessoas que são recrutadas por movimentos extremistas. Para não entregar o mandante, identifica a si mesmo como “True believer” (verdadeiro crente da causa) e diz que foi mandado por “Deus” para reforçar a tese de que possui problemas mentais, resolvendo — do nada — sair de Floripa, ir pra Juiz de Fora, e cometer um crime.

É UM LARANJA (óbvio que a maneira escolhida para executar o crime, e a impossibilidade de escapar ileso da multidão, não seria um método escolhido por um assassino profissional). Resta apenas determinar se ele já havia se desfiliado em 2014 com este propósito, ou se passou a ser participante da premeditação a partir de 2018, quando planejou cuidadosamente os lugares onde ia até se aproximar o suficiente de Bolsonaro e receber DE OUTROS a arma do crime. Ao SEGUIR O DINHEIRO, junto com a quebra de sigilo telefônico/bancário espera-se chegar ao mandante. Isso claro, se os eventos não forem abafados e testemunhas silenciadas para reforçar a tese de “evento isolado, lobo solitário”.

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