Sobre compartilhar e agradecer

Queremos dividir com vocês um pouco sobre a experiência do Brigadeiro Lab e convidá-los para participar de algo muito especial conosco

A alegria de quem se diverte fazendo o que faz (Fotos: Thiago Bertulino)

Uma coisa que nós aprendemos nesse curto tempo em que estamos na Terra é que o mundo é grande demais para ficarmos centrados apenas em nós mesmos. E uma outra coisa que aprendemos é que, apesar de nem sempre a vida estar do jeito que nós sonhamos, de nem tudo ser exatamente como nós queremos, somos imensamente privilegiados em ter tudo o que temos, e não devemos passar um dia sequer sem sermos gratos por isso.

Se você está lendo isso e trabalha com foto e vídeo, talvez esteja se sentindo sobrecarregado com o trabalho no final do ano, está um pouco difícil equilibrar as contas. Nem tudo está perfeito. Talvez não se sinta privilegiado agora, mas sim, você é. Por mais que tenha esvaziado a poupança, pedido emprestado, parcelado ou feito o que quer que seja para começar na sua profissão, acredite que o valor da sua câmera é muito maior que o valor com que boa parte das pessoas no nosso país consegue sonhar. Seu computador de edição, por mais que você dê uns tapinhas e reclame da lerdeza dele, está muito além da imaginação da maior parte das pessoas com as quais você cruza nas ruas todos os dias.

Tem dias em que é difícil ser grato, eu sei. Parece que tá tudo dando errado, e a gente põe a mão na cabeça, às vezes chora, se desespera, pensa, repensa e não vê saída, mas vou te dizer que é nessa hora em que a gente precisa MESMO exercitar a gratidão.

Durante este ano de 2016, muita coisa boa aconteceu pra gente: nossas primeiras grandes palestras nos maiores eventos do Brasil, meu reencontro com os meus avós depois de 17 anos, nossa viagem surpresa, relâmpago e improvisada para ver as Olimpíadas, o início de uma nova fase - de crescimento -da Brigadeiro. Enfim, muita coisa mesmo.

Ao mesmo tempo, internamente, nem tudo ia tão bem. Começamos a sentir o peso desses grandes projetos. E todo o nosso esforço para os nossos casais, somados à rotina e a essas novidades acabaram nos deixando um pouco tensos. Os dias iam passando, um após o outro, sem parecer acrescentar muita alegria, de tanta coisa que tínhamos para fazer. Ainda assim, quem nos conhece, pelo menos um pouquinho, sabe que a gente é movido a desafios e, no meio de tudo isso, resolvemos tomar coragem para tirar um sonho antigo do papel, nosso primeiro workshop.

Não sei dizer de onde surgiu essa vontade de ensinar. Somos duas pessoas tão tímidas que ficam vermelhas até na hora de tirar foto, que nem falam bem em público e que são péssimas no lado social, mas que amam de paixão dividir o pouco que sabem com outras pessoas. Vai entender…

Fazia tempo que a gente queria montar uma experiência menor e mais intensa. A gente nunca se deu muito bem com essa coisa de palco e de, em uma hora, ter que falar o que as pessoas querem ouvir, para não sair mal falado. A prova disso é que, sempre que a gente faz uma palestra, desce do palco e vê um monte de gente confusa e um pouco decepcionada, por não conhecer os “grandes truques” do nosso trabalho. A gente não acredita muito nisso. De verdade, não existe truque. Só existe o conhecimento, o esforço e a paciência para se criar. E é sempre um pouco disso que a gente tenta passar.

E foi nessa discussão que nos vimos quando começamos a conversar sobre o workshop. “Todo mundo vai vir querendo saber o truque. E todo mundo vai se decepcionar quando a gente disser que ele não existe. Como a gente vai fazer as pessoas entenderem que a base das coisas é o envolvimento?” Pior do que isso, na área de vídeo, que ainda não atingiu a maturidade, as pessoas só querem saber de equipamento. Se não existir “a prática”, será que alguém vai querer ouvir o que temos para dizer?

E daí veio o estalo: A PRÁTICA era a resposta!

Na faculdade, tivemos uma disciplina chamada “Produção Audiovisual” que, a bem da verdade, ensinou um pouco de tudo, com exceção de, como, efetivamente, produzir algo audiovisual. Ela era bem conceitual, teórica, reflexiva e acadêmica mas, tinha como trabalho final, a produção de um vídeo. Nosso professor não era especialista em cinema, mas era uma referência na busca por conceitos que pudessem ajudar a representar a essências das marcas nas produções publicitárias.

Isso mora na campo da semiótica, sobre o qual eu só me atrevo a citar o nome e é assunto para muitos livros, escritos com muitos e muitos anos de estudo, então deixa a explicação para uma próxima oportunidade mas, voltando à disciplina, a ideia do nosso professor era que, depois de 6 meses entendendo um pouco sobre as representações diversas dos conceitos e planejando isso na execução, seríamos capazes de construir um vídeo cheio de significados. Saber ou não operar a câmera seria um mero detalhe (só que não, mas tudo bem).

Como para fazer um vídeo era preciso ter um tema e, pensando em publicidade, nenhuma marca que se preze jamais contrataria um monte de estudantes que não tinham a menor noção de operação de câmera, ao menos, para fazer um vídeo, ele nos sugeriu que procurássemos uma ONG e oferecêssemos este trabalho. Assim, além de praticarmos, o vídeo ainda seria valioso para que essa instituição pudesse divulgar seu trabalho, mesmo se, no fim das contas, ele não ficasse perfeito.

E, o que aconteceu foi que, mesmo sem termos compreendido muito bem a enxurrada de conceitos acadêmicos que nós aprendemos durante o semestre, a nossa simples aproximação com o trabalho das ONGs foi o suficiente para que nós entendêssemos o que precisaria estar naquele vídeo. As necessidades específicas e a forma de trabalhar de cada uma delas nos guiaram. E saíram vídeos incrivelmente bons daquela disciplina. E nem preciso dizer que as ONGs todas ficaram muito felizes com o resultado.

Nosso plano, então, para o workshop era reproduzir esta ideia. No lugar do tradicional “casamento fake com casal de modelos” para fazer takes bonitos (que diga-se de passagem, nunca achamos legal como aula prática, porque na vida real a gente sabe bem que não funciona dessa forma) levaríamos os alunos para criar um vídeo que fosse, de fato, útil e importante para alguém. Sabendo da necessidade da ONG com a qual iríamos trabalhar, o envolvimento viria naturalmente, porque é próprio do ser humano se importar, mesmo quando ele acha que não se importa.

Começamos a procurar ONGs que ainda não tivessem vídeos oficiais de divulgação e que nos dessem abertura para levarmos 15 pessoas e invadirmos o trabalho delas por um dia inteiro. E não estava sendo fácil, até que encontrei um professor do meu colégio e ele comentou comigo que, assim como na época em que eu estudava lá, os alunos estariam, naquela mesma semana, visitando diversas ONGs para fazer alguns trabalhos voluntários, e me convidou para acompanhá-lo em uma das visitas, a um lugar chamado Arsenal da Esperança.

Durante o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, visitei muitas instituições com trabalhos sociais bacanas e extremamente relevantes, mas confesso que poucos me impressionaram tanto quanto o Arsenal. Um lugar imenso, uma quantidade enorme de pessoas atendidas e um cuidado extremo com cada uma delas. Lá dentro, 1.200 pessoas em situação de rua são acolhidas todas as noites, e recebem comida, banho, cama, atendimento médico e psicológico, serviço social, palavras de apoio e uma oportunidade de reconstruírem suas vidas por meio de uma nova profissão. É a Esperança em nível máximo. E foi amor à primeira visita.

Além da acolhida maravilhosa que tivemos lá — com muito entusiasmo em relação às nossas ideias, ao nos aproximarmos mais do trabalho do Arsenal, percebemos que, aos poucos, um buraco dentro de nós parecia estar sendo preenchido. No meio da nossa rotina maluca, parar por alguns minutos, ainda que breves, para conversar sobre esses projetos e pensar em formas de ajudá-los a suprir suas necessidades ia colocando mais alegria no nosso dia a dia. Parecia estar curando algo dentro de nós. E a sensação era maravilhosa.

Queríamos que os alunos tivessem essa mesma sensação de alegria, de se sentirem fazendo parte de algo maior, ainda que a experiência que pudéssemos proporcionar a eles fosse curta. Por outro lado, algo de que nós sempre tivemos pavor é apelação emocional. Achamos muito importante refletir e repensar as nossas vidas mas, ao mesmo tempo, achamos que é totalmente exagerado forçar a emoção das pessoas apenas pelo efeito que isso causa. Não gostamos e, por isso, não fazemos. Mas, achamos que, para a nossa finalidade, um choque de realidade iria bem, e resolvemos fazer isso da nossa maneira.

Decidimos então divulgar o workshop com uma prática “surpresa”. A única informação sobre ela era que não existiria “simulação de casamento”, e quem quiser que venha. Uma estratégia arriscada e, por um breve momento após a abertura das inscrições, achamos que ninguém se interessaria. De fato, acabamos com uma turma menor que o planejado e isso nos deixou um pouco receosos mas, também nos deu a certeza de que as pessoas que estariam ali seriam as pessoas certas para viver essa experiência com a gente, convivendo durante 3 dias e meio na mesma casa, trabalhando juntos e criando algo que todos nós teríamos orgulho de dizer que fizemos ao final.

O tempo passou e muitos laços se estreitaram entre todos os envolvidos. O dia 02 de outubro chegou voando e trouxe, além de um novo prefeito para a nossa cidade, 10 pessoas muito diferentes entre si para uma casinha charmosa no bairro do Sumaré. É absolutamente desnecessário dizer que estávamos nervosos. Passamos as últimas noites acordados conferindo e melhorando tudo tanto quanto possível, e encontrar tanta gente que veio de tão longe e estava tão empolgada por viver aquela experiência, mesmo sem ter a menor noção do que ela seria, no fim das contas foi, de cara, uma das sensações mais incríveis que já sentimos.

E tudo foi mesmo incrível. Já na primeira noite, que era só pra se apresentar, eram 2h da manhã e metade da turma continuava sentada na mesa da cozinha, batendo papo. Entrosamento ali parecia não ser um problema nem de longe. E a alegria maior era perceber que todo mundo estava mesmo ali para compartilhar, se doar e aprender um com o outro. Apesar do nosso tratamento de rockstar, como alguns disseram, com um monte de fãs (oi?), em volta da gente, estávamos todos juntos na mesma vibe, e a gente se sentia tão aluno quanto todos ali.

O primeiro dia oficial foi uma porrada teórica. Conceito, slide, diagrama, vídeo, foto, explicação, debate, discussão e risada num ciclo vicioso. Cansativo ao extremo, mas divertido também. É legal pra caramba sentar para analisar a nossa profissão. A gente vai sempre fazendo no piloto automático e, na maior parte das vezes, nem repara na forma de fazer. É louco demais sentar e colocar isso na pauta.

Conversamos sobre os diferentes tipos de narrativa existentes, formas de organizar histórias, vimos algumas inspirações da publicidade, conversamos um pouco sobre documentários e viajamos um pouco (ou muito, rs) nas ideias.

E, depois de mais ou menos 8 horas acadêmicas regadas a conversa de boteco, apresentamos, enfim, a “aula prática”. Teria sido incrível demais poder ter registrado a reação de todo mundo, mas ninguém registrou, porque ficou todo mundo espantado demais pra lembrar disso. Ainda que a gente tivesse frisado bastante que não teríamos “casamento fake”, aparentemente ninguém jamais havia pensado em uma experiência desse tipo. Nossa missão seria criar três vídeos que pudessem ajudar na divulgação da casa, mostrando um pouco do trabalho desenvolvido nela. Os vídeos seriam utilizados como apresentação do Arsenal para a captação de recursos para os cursos profissionalizantes.

E, depois de um papo conceitual sobre os trabalhos do dia seguinte, todo mundo foi dormir um pouco apreensivo, inclusive nós. Seria que ia rolar? Será mesmo que, ao fim do terceiro dia, nós conseguiríamos entregar três vídeos para o Arsenal da Esperança?

No segundo dia, acordamos cedinho e fomos para o Arsenal, cada um dos 15 de nós (alunos e nós mesmos, com nossos maravilhosos braços direitos, Thiago e Marcio, além do Hudson) um pouco nervoso. Mas chegando lá, o lugar fez a sua mágica.

Conforme as horas iam passando, todos os sorrisos foram se abrindo, e vimos cada uma daquelas pessoas sentindo a nossa mesma alegria interna. Eu não sei explicar mas quem estava lá me viu em um estado de espírito flutuante, curtindo cada segundinho. A insegurança do “saber fazer’ deu lugar à “vontade de fazer”, e aos poucos, fomos assistindo todo mundo saindo do briefing e fazendo mais que o necessário, pensando, buscando, explorando, conhecendo e se esforçando. Além disso, a dedicação excepcional das pessoas que trabalham ali deixa transparente a sua essência, o que tornava tudo mais fácil. Quando o sol se pôs, tínhamos quinze corpinhos exaustos, carregando quinze corações transbordantes (usando uma licença poética de uma pessoa muito especial). Todo mundo visivelmente emocionado, a sua própria maneira, e todos com a sensação de fazer parte de algo muito maior que nós mesmos.

E isso era só 50% do trabalho.

Depois de um passeio noturno na Av. Paulista (e depois de perdermos um dos alunos no metrô), a energia que sobrou em nós se levantou no último dia para editar tudo. E não foi fácil não.

Ainda que tenhamos nos preparado direitinho para fazer isso, voltamos com muito mais material que o planejado, ficamos a manhã toda decupando e metade da tarde tentando descobrir o que fazer (#ediçãofacts). Com muita troca no grupo e muita conversa, fomos descobrindo os caminhos, e tudo foi se acertando. Mas, já havíamos estourado o tempo e, lá no fundinho dos nossos corações, começou a vir uma tristeza por não termos conseguido concluir a missão. As pessoas precisavam voltar para suas casas.

Mas as horas passavam e, apesar de muita gente estar trocando mensagens e fazendo ligações, ninguém tirava as malas do quarto. A cerveja foi ocupando o lugar do café em cima das mesas e, apesar do cansaço, o lugar estava mesmo ficando com cara de festa. Até que, às 22h30, ouvimos pela quarta vez a frase “terminamos”, treze horas depois de termos nos sentado para começar o dia. Estouramos até o tempo reservado para o nosso “happy hour” mas, a única coisa que interessava ali era assistir o que tínhamos acabado de fazer.

E que minutos mágicos aqueles em que assistimos os quatro, sim foram quatro, e não três, vídeos feitos pelos alunos. Era muito visível a expressão de incredulidade nos rostos de todos nós. Ninguém conseguia acreditar no resultado. É claro que todos se esforçaram muito e fizeram o melhor que puderam a cada segundo mas, o que nós estávamos vendo ali era maravilhoso demais. Quatro vídeos, ligeiramente diferentes uns dos outros, com um toque da personalidade de cada grupo de pessoas que trabalhou diretamente com ele mas, trazendo a mesma essência e refletindo toda a imersão que nós tivemos naquela experiência. Foi emoção demais! Uma alegria que não cabia em nós.

Depois disso, restou só ficarmos até às 5h da manhã conversando e desmontando tudo. Todos adiando ao máximo o momento de ir embora e ter que fazer a despedida daqueles dias tão mágicos. Aquela casa e aquela convivência tão intensa, acabaram nos transformando em uma família.

Infelizmente, temos que dizer que as próximas edições do Brigadeiro Lab jamais serão como esta primeira. Podem até ser melhores, massa estruturadas, organizadas, certinhas, mas nunca iguais. Acho que essa intensidade toda foi fruto da surpresa, da nossa falta de experiência, por nunca termos feito um workshop, do grupo que se formou e de todos os outros fatores que fizeram as coisas serem como foram. E foi demais!

Mas a gente promete muita coisa legal e fora do comum para cada uma das edições. :)

Caso você queria fazer parte da próxima edição, ou queira conhecer algum dos nossos outros cursos, é só enviar um e-mail para nós no lab@brigadeirofilmes.com

Previsão de próximas turmas do Brigadeiro Lab — A Narrativa: Março/2017 (São Paulo)

Em breve, teremos também o segundo módulo do Brigadeiro Lab — Marketing

Se quiser levar o Lab para a sua cidade, entre em contato também.


Nosso convite especial para você

Acabado o nosso curso, foi difícil desapegar dele e, felizmente, parece que jamais iremos desapegar. Nossa relação com o Arsenal da Esperança está crescendo e se tornando mais forte, de modo que, poucos dias depois, ficamos sabendo da campanha de Natal que o Arsenal estava organizando para presentear os acolhidos e, perguntamos se podíamos ajudar.

Começamos então a pensar em uma forma de arrecadar kits com itens de higiene pessoal para 1.200 pessoas sem que isso pesasse demais no bolso de ninguém. E eu pensei, então, em dividir esses kits em grupos menores de itens, para que as doações pudessem ter um valor menor. Ao mesmo tempo, o Fernando sugeriu de convidarmos nossos amigos e empresas parceiras para oferecer um incentivo às doações, e aí surgiu a ideia de sortearmos os prêmios.

Fizemos o site da campanha com a super ajuda do nosso designer, o Marcio e, assim que o colocamos no ar, a mágica começou a acontecer. Recebemos o apoio de muitos amigos, e ganhamos coisas para sortear que jamais imaginamos. Aos poucos, a nossa campanha foi tomando forma, e começamos a receber as doações. Neste momento em que escrevo, já temos mais de R$ 5 mil em prêmios, e a lista continua crescendo. A alegria está transbordando por aqui. E vai continuar.

Uma tarde dessas, conversando com Simone, um dos diretores do Arsenal, perguntei a ele por que fazia aquilo, por que dedicava sua vida toda a cuidar de tanta gente, mesmo com todas as dificuldades e todo o cansaço envolvido naquilo. Ele me respondeu “Pode parecer egoísta o que eu vou falar mas, eu faço isso porque isso me faz bem. Me sinto bem fazendo isso”. E acho que é exatamente isso o que nós estamos sentindo neste momento. Estamos nos sentindo muito bem. Muito bem mesmo.

E queremos convidar você a sentir a mesma coisa. Se você chegou até aqui, seja porque estava interessado em conhecer o nosso workshop ou por qualquer outro motivo, aproveite este momentinho nessa véspera de Natal e seja grato ao universo por tudo de bom que aconteceu este ano ajudando alguém. Ele vai te devolver em dobro, com um 2017 sensacional.

Para saber mais sobre a campanha e participar, é só seguir o link: bit.ly/doeesperanca

Você pode doar qualquer quantia, a partir de R$ 8, via boleto ou cartão de crédito.

E, doando a partir de R$ 35, você concorre a um montão de prêmios. Dá uma olhadinha nessa lista:

ALBOOM 
- 1 site na Alboom (somente adesão)

BLACK HOLD 
- Uma alça dupla

BRIGADEIRO FILMES 
- Consultoria por vídeo conferência (1h de duração)

DANILO SIQUEIRA 
- Consultoria por vídeo conferência (1h de duração)

EDITORA PHOTOS 
- Vale-livros no valor de R$ 200

FHOX
- 1 ano de assinatura da Revista Fhox
- 1 passaporte de 3 dias para a Feira Fotografar 2017

FRANKIE COSTA

- Consultoria por vídeo conferência (1h de duração)

FRANKIE E MARÍLIA
- Consultoria por vídeo conferência (1h de duração)

MAKE MOVIE
- 1 passaporte de 3 dias para o Make Movie 2017

THRALL PHOTOGRAPHY
- Consultoria por vídeo conferência (1h de duração)

VULPEZ DESIGN
- Vale Diagramação de álbum

WEDDING BRASIL
- 1 passaporte para Master Class (foto ou vídeo) no Wedding Brasil 2017
- 1 passaporte de 3 dias para o Wedding Brasil 2017
- 1 passaporte para a Oficina de Diagramação 2017


Acesse o site e participe! Pode parecer pouco, mas a sua participação fará toda a diferença no Natal de cada uma dessas pessoas.