A TÁTICA BLACK BLOC E O OPORTUNISMO SOCIALDEMOCRATA, OU UM BALANÇO SOBRE O DEBATE DA INSURGÊNCIA/PSOL.

Manifestações de Junho de 2013.

Por todo país, mais uma vez pessoas se sublevaram às ruas, na intenção de protestar contra a votação do segundo turno da PEC 55. E ao contrário e até numa obviedade tosca, o Estado fez das suas ações rotineiras: Descer o sarrafo no povo, função muito bem feita e aplicada pela polícia. Mais uma vez os confrontos (previstos) aconteceram, e mais uma vez, a defesa e resistência foi acionada pelas táticas de ação direta, sendo uma delas, a BB. Mais uma vez, como todos os dias, a classe trabalhadora se colocou em luta por uma defesa mínima de seus direitos.

Longe da poeira e do suor do acontecimentos, reunindo as eloquências e ódio pelo povo, algumas palavras de criminalização descarada começavam a ser escritas, na tentativa tacanha (e somente com essa função) de depreciar e atacar filhas e filhos do povo em luta. Parece, pela parte de quem proferiu estas palavras que cá iremos destrinchar todos os absurdos, existir total indisposição e falta de vontade de adentrar com sinceridade nessa luta popular. Mais uma vez, o desserviço foi prestado pela Insurgência/PSOL.

Os militantes da Insurgência não conseguem avançar no debate em torno da tática Black Bloc. Isso fica evidente nos dois últimos textos deles sobre a tática. Isso não surpreende, pois com um programa rebaixado, típico da socialdemocracia brasileira, qualquer coisa além das urnas se torna anátema entre o povo. Além disso, a crítica vazia ao poder autodefensivo popular torna-se a afirmação do programa. Nada de novo no front: Segue a tentativa de justificar o injustificável, afinal de contas, ganhar ou perder um debate está intimamente ligado à capacidade de transformar futuramente, pessoas em votos, (afirmando-se como uma “ciência”).

A Insurgência/PSOL, além de mais uma vez diminuir e depreciar táticas de autodefesa popular, no sentido de ligarem elas ao anarquismo, ainda acusa o companheiro que escreveu uma resposta ao texto texto da corrente sobre o dia 29.11 (e que não foi nem de perto a única, juntamente de relatos de quem foi à Batalha da PEC 55) duplamente: A primeira, de que ele possui envergadura anarquista, o que em todo o seu texto ficou claro: Existe vida no marxismo para além da democracia burguesa.

Mas como dissemos anteriormente, o programa socialdemocrata não permite seus militantes enxergar muito longe do reformismo. E em seguida, de idealismo, sendo que suas análises claramente não fugiram do debate sobre as ações no plano material e concreto.

O que seria isso senão tapar os ouvidos para os apontamentos fundamentais do texto-resposta? Tentam jogar nas costas de um agrupamento ideológico (os anarquistas) a responsabilidade do desenvolvimento da tática, um terrível engano, que agora se mostra proposital e infantil. Quando tentam apontar a crítica de Trotsky aos individualistas, comparam a tática Black Bloc à eles. Debatendo dentro das linhas do anarquismo, o individualismo foi condenado por diversas frações do anarquismo nacional e internacional desde aquela época. Esse debate já é mais que ultrapassado entre os anarquistas, e foi usado no texto claramente para uma função quádrupla: A). Defender miseravelmente que existe um “movimento anarquista” homogêneo, o que nunca existiu e nem existirá. E isso certamente é um ponto dúbio no texto deles, pois eles assim fazem essa leitura, colocando os anarquistas como geradores de conflitos entre organizações, como se houvesse um lado unitário anarquista e outro unitário, socialista (ou como se o anarquismo não fosse uma fração do socialismo); B). Ideologizar a tática black bloc, para que as bases da Insurgência/PSOL, hegemonicamente marxistas não rompam com a organização; C). Apontar que a tática black bloc é “individualista”, acusação que cai por terra, só observando a prática; D). Definir ação direta coletiva dos black blocs como terrorismo. Ou seja: Com uma socialdemocracia policialesca como a que temos no Brasil, quem precisa de polícia? Quem precisa de lei antiterrorista? O texto da Insurgência/PSOL é uma afronta até para seus leitores, tentando destacar que não está criminalizando setor A ou B, mas está ali, nas próprias palavras deles, a culpabilização dos conflitos na conta da tática e de pessoas do povo. Novamente, o texto-resposta do camarada se mostra certo em mostrar que a “socialdemocracia é a antes-sala do fascismo”.

Ao que tudo indica, a Insurgência-PSOL leu um texto diferente do que foi postado. Novamente acham erroneamente que a tática black bloc é um fim, e não um meio. A aliança entre prática-teoria-organização não foi sequer questionada no texto-resposta. Ao contrário, foi profusamente defendida. Continuam a empurrar a tática para um cego individualismo espontaneísta, voluntarista, inconsequente e romântico, o que quem foi à Brasília, ou quem aderiu ao black bloc em algum momento, sabe que nem de longe é verdade. Essa criminalização é a argumentação basilar da Insurgência-PSOL, que não se sustenta na realidade, e precisa ser abstraída para além do plano material para poder fazer sentido.

Apontam ainda o que já sabemos: “A tática black bloc não tomou toda população”. Mas ela não é indiferente aos seus métodos. De greves históricas, como a de Volta Redonda, em 1988, às revoltas indígenas e camponesas no Norte do país, a autodefesa reativa, organização e cuidado com a segurança coletiva (meios de impedir a identificação) foram presentes. Não se fazia necessária a lição sociológica com verborragias sobre como “fazer a revolução”. Qualquer militante sério sabe disso: É necessário gerar condições objetivas para tal. Mas para além do povo não aceitar ser dominado, é preciso desenvolver junto a ele experiências que superem a crença de que “existem políticos bons” e de que “violência reativa é má”, como defende a Insurgência-PSOL.

Greve operária em Volta Redonda (RJ), 1988.

Se o debate que a Insurgência-PSOL tenta travar é sobre as possibilidades de uma revolução (e não de insurgências, — das quais a tática BB colabora — e insurreições), é óbvio que a tática black bloc tem limitações, uma vez que o período revolucionário é uma etapa da luta contra o capitalismo desenvolvida em um patamar infinitamente mais elevado que as manifestações de caráter reivindicativo. Ao menos, a tática BB traz experiências coletivas mais avançadas que o voto (ou vomitaços, bundaços, cirandas e outras táticas usadas constantemente pelo PSOL).

Buscam inutilmente repetir com outras palavras o que o companheiro escreveu e deixou claro no texto-reposta: Ação direta não se resume à tática black bloc. Mas mesmo assim, se limitam a acreditar que ação direta envolve apenas às ações de protesto. Ação direta é, também, organizativa: Ao considerar a capacidade política do povo, isto é, sua capacidade de se organizarem e transformarem a realidade material existente (como diversas vezes, em diversas épocas históricas), abandonam as vias eleitorais. Mas essa face da ação direta é muito perigosa ao Insurgência/PSOL. Afinal de contas, um povo autodeterminado e se percebendo como agentes de modificação não iriam mais às urnas. É claro que a socialdemocracia (ou como insistem em se chamar, “organizações de esquerda”) criticarão constantemente esse poder popular, a autodeterminação. E ficaram de longe apenas na ‘crítica’ pois negam o saber e a capacidade do povo, demonstrando não ter o compromisso mínimo e disposição sincera para conhecer as realidades cotidianas das quebradas e cantos. Apontam as armas na mesma direção que os poderosos historicamente apontam.

Protestos em Brasília contra o Plano Cruzado II (1986)

Outra pedra de toque no texto da Insurgência/PSOL é apontar que: “A defesa da ação direta não possui, por si só, um significado intrinsecamente bom ou um caráter inerentemente educativo. Essa concepção eleva a tática BB à categoria de valor imutável, quando deveríamos avaliá-la em relação às suas condições de aplicação e seus resultados. É como se a tática, uma mera ferramenta, trouxesse resultados bons independentemente de quem a aplica ou de seus resultados”.

Novamente, “esquecem”, de forma proposital, que tudo no campo da luta de classes é educativo. Nossas perdas e vitórias, são exaustivamente discutidas coletivamente. Que o uso da tática é também discutida entre as organizações que a defende. Acusam de idealismo infantil e falta de uma “abordagem materialista do problema”, mas parece que quem precisa de malabarismos retóricos e acusações infundadas é a Insurgência/PSOL, pois insiste em se limitar a crer no que a Rede Globo, os banqueiros da OMC (como mostra o texto inicial), os patrões e os inimigos do povo apontam e defendem sobre a tática Black Bloc. Invisibilizam, propositalmente as lições históricas de ação popular que atualmente nos dão a resistência curda, por exemplo. Esquecem das lições de revolta popular contra governos. É tanto “esquecimento” que se torna proposital.

No parágrafo “A tática e as massas”, a repetição do texto-resposta, com outras palavras, na tentativa de parecer uma crítica segue. É óbvio que em uma manifestação de massas existem diversos níveis de consciência e táticas, como aponta o companheiro do texto-resposta: “Existe pluralidade tática em qualquer tempo, e em qualquer lugar ou luta”. A questão apontada por ele é: “O que não impede, porém, de serem questionadas em momentos decisivos da luta, os motivos que os reformistas recuam vergonhosamente, como foram na Rússia, Gênova, Seattle, em Oaxaca e Brasil, quando serviram (e ainda servem) de para-choque da repressão, entregando ou fazendo questão de isolá-los”.

Mas continuam discorrendo sobre o meio de se massificar uma tática pelo exemplo: “O melhor exemplo que se deve dar para esse convencimento não está na tática em si, mas nos resultados que ela traz”. Seguindo essa lógica, para a Insurgência/PSOL, se nos aliarmos aos empresários para resolver nossos problemas, é uma tática válida e não passível de críticas, porque saiu ”vitoriosa”. É essa estratégia que colocam no Movimento Estudantil Sindical e Popular, regada à alianças espúrias para garantir o que julgam “resultado vitorioso”. A história tem mostrado que o método de combate imposto pela socialdemocracia ao povo é que tem trazido a “derrota ou o prejuízo à manifestação de massas” e graças à propaganda policialesca, criminalizatória e limitada no programa eleitoral, “contribui para a afastar ainda mais xs ativistas da ideia de enfrentamento direto, pois provoca frustração, desânimo e desmobilização”. Enganam: No primeiro texto do debate, apontam que o que afasta as manifestações das ruas (junto com mulheres e LGBTs) são as ações “macho-centradas” do BB. Hoje, já falam em frustração causadas pela tática. Para a Insurgência/PSOL, realizar uma viagem onerosa à Brasília para tirar fotos, balançar bandeiras e correr da polícia, ao invés de buscar se organizar combativamente para tentar barrar a votação ou proteger outros militantes (que utilizavam outras táticas), seria uma tática vitoriosa?

Sobre o parágrafo “Tática e método”, segue o desentendimento proposital da proposta da tática BB, ao lado da linha política rebaixada imposta pela socialdemocracia aos seus militantes. Dividem em três grandes possíveis “ações” da tática BB: 1) Proteção e suporte de ativistas; 2) Destruição de símbolos; 3) Enfrentamento direto com o aparelho repressivo do Estado.

Barricadas erguidas por estudantes e trabalhadores, (SP). 1968.

Acreditam inocentemente que a perseguição política pelo Estado se dá apenas nas manifestações. Esquecem dos bancos de dados que o corpo repressivo mantém, de endereços de casas, locais de estudo, trabalho, etc. A repressão não se dá apenas em “ser preso”, e sim em ser reconhecido. Mas quem disputa a carcomida democracia burguesa pouco se importa com isso. Na verdade, quanto mais mídia, quanto mais projeção personalista, melhor. Afinal de contas, não é possível um candidato a vereador ou prefeito se eleger sem usar como trampolim as lutas que diz ter participado. Os pobres, os favelados, os trabalhadores, que cada vez mais se distanciam da socialdemocracia, sabem do poder de perseguição. É com essa narrativa que condena o uso da balaclava que rebaixam a ação popular a formar comissões” (que são importantes, desde que aliadas à táticas de autodefesa, pois senão estaremos condenados permanentemente a sermos esmagados como ratos e, no máximo, termos “atendimento médico” garantido). Bizarramente, ainda consideram importante ter uma “uma boa opinião pública para a manifestação”. Sabemos que no Brasil a “opinião pública” se traduz pelo oligopólio das empresas de comunicação. Ou seja, para a Insurgência/PSOL, uma “boa manifestação” é aquela que a Globo bate palmas. 
Ao invés de rebaixar a ação popular a saco de pancadas pacíficos à perseguição política, fazendo manifestações “para inglês ver”.

Assim, é necessário: a) fortalecer e massificar a autodefesa reativa nas manifestações, para que não sejamos esmagados; b) elevar o nível de segurança individual e coletiva pelo uso da balaclava, para que não sejamos perseguidos; c) municiar as bases com treinos de primeiros-socorros, para não morrermos; d) impulsionar cada vez mais as mídias alternativas (financeiramente, na distribuição de seus materiais às massas, etc), para não sermos enganados.

Declaram que os que usam da tática black bloc não tem consciência de que destruição “gratuita” que promovem. Que afastam “o povo”. Ao invés de defender a ação de autodefesa reativa em suas bases, a Insurgência/PSOL prefere manter suas ações rebaixadas e criminalizatórias, mostrando que “não é incomum que a destruição irrefletida de lixeiras, paradas de ônibus e os próprios ônibus, carros individuais, etc, levem ao questionamento de tais ações”. Como se a reação não questionasse qualquer ação que fosse de encontro aos seus interesses. Nas ocupações (e em especial, a da UFPI-Teresina), a mídia (que parece ser o principal alvo das manifestações propostas pela Insurgência/PSOL) criminalizou a mais que acertada manifestação contra o professor reacionário de filosofia. Não precisaram queimar ônibus para serem criminalizados.

Mas quem pode nos responder à essa infundada proposição (e aponta o caráter oportunista e falta de solidez teórica) é a própria Insurgência/PSOL, no seu texto de 04 de Setembro de 2013: “De maneira geral, os jovens que promovem estes atos não acham que os ataques às vidraças de bancos e concessionárias automobilísticas vá por si só fazer o capitalismo definhar, mas que ao atacar os símbolos do capitalismo, podemos de maneira simbólica quebrar a visão ideológica existe entre a população a cerca do papel destes agentes do capitalismo em nossa sociedade”.

O que mais nos espanta ainda é o terceiro ponto, tratando sobre o “enfrentamento com o aparelho repressivo”. Continuam, como no primeiro texto, a mostrar que a tática BB “pode justificar uma repressão policial em um ato em que isso não ocorreria, ou adiantar uma repressão que talvez viesse em outro momento, levando muitas vezes ao encerramento precoce do ato”. Criminalizam novamente à ação autodefensiva como propulsora da ação repressiva do Estado. Avaliamos que não é mais um “erro” de leitura, mas sim a exposição do programa socialdemocrata da Insurgência/PSOL. Não à toa que o canal de diálogo do prefeito do Amapá, de mesmo partido da corrente, com trabalhadoras e trabalhadores, foi bala de borracha e gás lacrimogêneo. Além disso, um oportunismo mesquinho. Voltando ao texto de Setembro de 2013, a Insurgência/PSOL aponta que a criminalização da tática Black Bloc tinha por função “tentar ‘dirigir’ as manifestações pós-Junho”. E é isso que hoje, em 2016, a Insurgência/PSOL tenta inutilmente fazer.

Apontam ainda uma falta de análise na correlação de forças entre a tática e a repressão. Novamente quem pode nos responder é a própria Insurgência/PSOL, em 2013: “Muitos que criticam as ações de quebra dos símbolos do capital o fazem sob argumentação que há um erro na análise da correlação de forças por parte deste setor, já que eles deveriam estar mais cientes do que o Estado e a mídia farão contra eles. Queremos inverter a lógica e chamar à reflexão: diante da repressão da mídia e do Estado, é preciso defender todas e todos que se colocam do mesmo lado da trincheira, indiferentemente se temos acordo integral com suas ideias e práticas”. Parecem propositalmente não compreender a autodefesa reativa. Não é o black bloc que ataca a repressão. É a repressão que ataca as manifestações, e a tática Black bloc funciona também como defesa dos manifestantes em geral.

Dizem ainda no tópico “Falsa polarização” que não se trata de ser contra ou a favor do black bloc. Por mais que neguem, todo o texto está fundamentado na dicotomia entre apoiadores e não-apoiadores da tática, e penderam, como esperado, para a condenação da tática. As organizações que defendem o BB como método de ação, sabem de suas limitações imediatas, e lutam hoje, para massificá-las em suas bases, superando seus problemas. Postura totalmente diferente da defendida pela Insurgência/PSOL, que não só criminaliza, como neutraliza sua ação julgando que só pode ser realizada “no momento certo”. A votação que decidiria o futuro fiscal do país por 20 anos, cortando “gastos” com o povo (educação, saúde, etc), e preservando o pagamento da dívida aos banqueiros, não seria “o momento certo” de abandonar as ilusões pacifistas pregadas pela reação e pela socialdemocracia? Se a nós é imposta uma vida de privações e miséria, toda reação que busque efetivamente exterminá-la não seria válida e justa? Esse é o problema do reformismo: As táticas mais simples se tornam as principais, e ficam presos a elas eternamente.

Karl Marx nos indica com simplicidade a receita exigida para a conjuntura atual, e ponto central do texto-resposta e do debate em torno da tática BB:
Longe de opor-se aos chamados excessos, aos exemplos de vingança popular sobre indivíduos odiados ou edifícios públicos aos quais só se ligam recordações odiosas, não só há que tolerar estes exemplos, mas tomar em mão a sua própria direção”.

O problema é que a socialdemocracia não possui nem estratégia, nem vontade de disputar a tática black bloc, e por isso a criminaliza e reduz à “individualismo vanguardista”, e no pior e mais grave dos casos, “terrorismo”. Afinal de contas, sua ausência de estratégia para disputa é a efetivação da limitação programática do reformismo: Não se propõem construir o black bloc por negarem a autonomia e independência, organização e combatividade que a tática mantém.

Esse texto pode ser, também, um convite sincero aos militantes sinceros da Insurgência /PSOL a abandonarem o caminho da socialdemocracia, que só atrasa, engana, frustra e dispende energia à toa, sempre buscando frear o combate do povo contra seus inimigos, quer através de retórica barata, quer pela violência criminalizatória. No rio, o PSOL espancou militantes que utilizavam outras táticas, junto à burocracia sindical e estudantil (CUT, CTB, CSP-CONLUTAS, UJS, UNE, RUA, etc). Em Macapá, o prefeito do PSOL encerrou uma greve de professores na bala de borracha. No Pará, o PSOL se aliou ao PMDB para candidatura à prefeito. Em Fortaleza, ainda ontem, durante a votação final da PEC 55, PSOL e MTST se uniram num espetáculo de agressões físicas e verbais contra outros militantes. Um companheiro, inclusive, foi agredido na cabeça com um pé-de-cabra. Ou seja: Não precisamos da reação, quando se tem Insurgência/PSOL. O povo não perdoará quem se coloca contra sua luta.

Existe um mundo de organizações sérias, dedicadas ao trabalho de base, formação teórica, política, ideológica e de combate no campo da luta de classes, fora das disputas mesquinhas eleitoreiras. O tempo passa, nossos inimigos seguem vencendo as batalhas. Já não há tempo para ilusões.

Manifestações em defesa da educação, RJ. Outubro de 2013.

AÍ SEU DOUTOR, O PESADELO VOLTOU!
DERROTAR A SOCIALDEMOCRACIA E VARRER COM ELA A REAÇÃO!
VIVA A LUTA PELA CAUSA DO POVO!

Ass.: Apenas mais um entre os milhões que resistem.

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