Um conto sobre marketing, comunicação e publicidade
Motivo: Um texto aleatório.
Fui ao Riocentro ontem, localizado na Barra da Tijuca, acompanhar as lutas de boxe Rio 2016.
Dentro de qualquer evento olímpico, apenas uma marca de bebida alcoólica está autorizada a vender cerveja, a Skol.
Vamos criar uma estratégia para nosso cliente ingerir ainda mais nossa bebida, fora o desejo natural? Encorajando-os a beber mais e mais. Como fazer?!
Simples. Vamos criar copos decorativos com todas as 42 modalidades que são realizadas nos jogos, expor nossa marca e pronto! Vamos decolar!
É importante destacar que, como a campanha foi realizada pela marca, só poderiam ganhar o copo quem tivesse comprando cerveja. Aos demais líquidos, como Coca-Cola e água, um mero copo de plástico ou suas respectivas garrafas.
Eis que chega uma moça ao balcão, ao meu lado e diz:
“É um absurdo vocês (Comitê Organizador dos Jogos) não venderem o copo as demais bebidas! Isto é uma vergonha! Um absurdo! Um evento desse tamanho fazer isso é brincadeira, viu!” Aos berros com a atendente, que coitada, não tem qualquer culpa.
Este caso me fez refletir muito como nós, consumidores, somos tão facilmente absorvidos a comprar quando é feito um trabalho de comunicação bacana como esse.
E ah… aquela moça que berrou no balcão, comprou os copos sem a cerveja.
