Síntese

Eu li antigos textos
Revivi antigas linhas 
Eu fugi da insanidade
Eu fugi de querer ser minha

Eu não sei se vou ou se fico
E quando fico não é pura vontade
Eu não controlo a mim mesma
Eu não controlo a ansiedade

Tomo notas com um asterisco
Pois quero notas diferentes
Eu fugi da insanidade
Eu fugi de querer ser gente

Não esqueço dos novos clichês
Mas esqueço antigas mensagens
Eu não controlo a mim mesma
Eu não controlo as imagens

Poeira que levanta na alma
Alma que vive a gritar
Eu fugi da insanidade
Eu fugi mas eu vou voltar…