Jovens: como eles buscam informações?

A internet é a ferramenta mais procurada aponta levantamento

Rádio, TV, jornal, revistas, artigos ou internet. Em meio há tantas formas de comunicação, uns tradicionais e outros que despontam a todo o vapor através dos avanços da tecnologia fomos conversar com alguns jovens para saber como eles buscam suas informações diárias.

Para Adones Cruz, 25 anos, formando em Psicologia pela Celer Xaxim, as redes sociais são as ferramentas que ele costuma usar diariamente para se manter informado. O psicólogo relata ainda que procura ficar ligado no mundo virtual e nas novas tecnologias para saber dos acontecimentos e das curiosidades ao seu redor e ao redor do mundo.

Adones Cruz

Já, a jovem Franciane Shuvierk, 22 anos, conta que também acessa a internet todos os dias para se informar e compartilhar informações entre amigos e colegas, além disso, ela fica ligada em assuntos variados que fazem parte do seu interesse no estudo e na vida cotidiana.

Franciane Shuvierk

Outro jovem que fica ligado nas redes sociais e sites de busca é o Marcelo Gembro, 27 anos de idade, coordenador de estágios da Celer Faculdades. Ele considera que a mídia digital tem uma grande abrangência em todas as áreas e setores da sociedade e é uma plataforma que só tem a crescer e conquistar novos espaços e apreciadores.

Marcelo Gembro

Para os jovens, o mundo virtual é um espaço de expressão e descoberta”.

Os depoimentos do Adones, da Franciane e do Marcelo compravam o que o especialista sobre o assunto, Tiago Corbisier Matheus, do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo, afirma. Ele descreve que à rede mundial de computadores e seu leque de nuances traz aos jovens novos espaços e ferramentas para as manifestações típicas dessa fase da vida. A internet e os games, por exemplo, permitem a experimentação de papeis sociais, ampliam relações interpessoais e o contato com informações, fornecendo elementos para a formação da identidade. Para pais e professores, esses recursos são muito novos, o que inibe a exploração. No entanto, é preciso conhecê-los para ajudar a moçada a construir uma relação saudável com eles.

Segundo o especialista, a tecnologia exerce fascínio porque é uma das poucas áreas em que eles têm desempenho melhor que os adultos. “Eles são mais disponíveis para entrar em contato com o novo e se arriscam a testar coisas que as gerações anteriores olham com curiosidade, mas têm receio de não aprender ou medo de se sentir incapazes e ultrapassadas”, ressalta Matheus. Os adolescentes podem eleger ídolos, criar culturas próprias distantes da figura de autoridade dos pais e familiares e construir relacionamentos com certo distanciamento e liberdade (essencial na busca da autonomia que caracteriza a puberdade).

Fonte: Tiago Corbisier Matheus, do Instituto Sedes Sapientiae.

Matéria- Diva Bellaver e Jean Carvalho

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