Arte destrutiva

Durante uma conversa de café, mais uma vez com os poucos tipos fixes que me aturam, chegamos a uma conclusão um pouco estranha. Entre temas aleatórios da nossa revolta juvenil. Oh pah, concluímos que a desordem era bonita. O caos tornava tudo tão subtil e giro.

Textos de pessoas que desejavam morrer eram pura arte, que todos nós apreciamos. Van Gogh bebeu, na sua inocência, latas de tinta amarela para ser feliz. E isto, era puro caos, mas não deixava de ser bonito.E todos nós, temos a nossa tinta amarela.

Até quando a serra arde, olhar para ela e as chamas em combustão, toda aquela paisagem destrutiva é deslumbrante. É como quando alguém liberta a sua fúria de forma incompreensível, no entanto bela.

Manifestamos a anarquia como algo tão magnifico, mas analisando é pura devastação do ser humano.E isso, é talvez, uma das maiores tristezas que faz o ser humano viver.

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