Na cama com Madonna, 25 anos depois…

Em 1991 chegava aos cinemas uma ousada produção da rainha do pop. Madonna, Truth or Dare ( em uma alusão à cena onde a cantora joga verdade ou consequência com seus bailarinos) ou Na cama com Madonna, como ficou conhecido no Brasil, aproximou a pop star de seus fãs de todas as partes do mundo. Após percorrer o mundo com a gigantesca turnê Blond Ambition, que começou em 13 de abril de 1990 em Tóquio Japão e foi encerrada em 5 de agosto do mesmo ano em Nice, a loira levou a salas de cinema de todo o planeta um documentário com cenas de bastidores e números musicais que rendeu a sétima bilheteria do gênero na história do cinema.

A turnê ficou marcada na cabeça de todos os jovens e fãs da cantora da época por imortalizar, ao cantar Like a Virgin, o visual com rabo de cavalo com aplique e o o corset com sutiã em formato de cone do designer Jean Paul Gaultier, um dos looks mais icônicos do pop mundial. Nesse momento do espetáculo, os fãs eram surpreendidos e iam à loucura com a simulação de masturbação que Madge apresentava sobre uma cama montada em cima do palco. A linguagem quase explícita e a exploração da sensualidade também contribuíram para elevar a classificação do filme, excluindo os menores de idade das salas de cinema.

Com aceitação de público e crítica, o filme revolucionou a indústria da cultura pop e contribuiu para que Madonna se firmasse definitivamente como um dos mais importantes ícones do show business. Com cenas de bastidores e permitindo aos fãs acompanharem o dia-a-dia da estrela, o documentário veio ao mundo mostrando madonna como sempre quisemos ver. Ousada, divertida, perfeccionista e controversa, a diva que todos conhecemos presenteou os fãs com cenas genuínas , imortalizou a imagem de superstar e conquistou novos seguidores. Expondo pedaços de sua vida pessoal e de seus bailarinos, o trabalho rendeu também algumas polêmicas e processos. Foi no filme que Madonna declarou ao mundo o seu crush pelo galã espanhol Antônio Banderas e foi esnobada pelo próprio. Além de Banderas, Warren Beaty (com quem se relacionava na época) e Almodóvar também dão pinta na produção.

25 anos após seu lançamento e 19 anos após o lançamento em DVD, a produção ainda é um prato cheio para quem conhece e para quem não conhece a diva pop que se reinventa a cada trabalho que faz e que ainda não encontrou alguém que seja páreo para ela na música. Ouso dizer que as novas divas pops só estão aonde estão, porque um dia estiveram na cama com Madonna.

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