Hoje,

Autor da Iniciativa Editorial: Cidade Inteligente

Claudio Patrocínio, Cristão protestante, carioca, casado, pai, blogueiro e analista de TI(Tecnologia da Informação) e Negócios Digitais. Profissional desde da década de 90.

E nessa caminhada no segmento de tecnologia, observo como profissional, entusiasta e também curioso, as mudanças ocorridas em nosso entorno, modificando a forma como nós produzimos, compramos, vendemos e interagimos, mudanças essas que foram engatilhadas pela adoção massiva e global de tecnologia, seja por parte das empresas ou profissionais, seja esses do segmento tecnológico ou não, como também a adoção por parte doméstica, pai, mãe, filhos, ou seja, todos que de alguma forma utiliza-se de tecnologia para otimizar o seu dia-a-dia.

Esse cenário típico mas em escala global gerou uma cultura de massa de dependência cada vez maior de tecnologia, querendo ou não. Isto modificou radicalmente tudo. Tudo mudou e continua a mudar.

A web alterou drasticamente a forma com o qual negociamos, compramos, vendemos, aprendemos, trabalhamos, estudamos… alterações dinâmicas e personalizadas quando nos referimos a conteúdo com a grade de relevância definida por interfaces colaborativas, participativas e interativas.

Hoje estamos imergidos a uma demanda de acesso a qualquer momento(AnyTime) e em qualquer lugar(AnyWhere), exigindo assim um excesso administrativo(overhead) desse dia-a-dia cada vez mais digital, neste mundo conectado cada vez mais em rede, leva-nos a considerar que governos, academia, instituições e pessoas necessitam repensar continuamente sobre o estado atual das coisas, e dessa forma prospectar novos insights(novas idéias) para problemas antigos de um cotidiano cada vez mais digital e complexo.

Esse meio digital têm revolucionado as estruturas organizacionais, mercados, modelos de trabalho e o social, esboçando novos cenários baseados numa nova construção de produtividade, relacionamento e negócio, essa nova produção têm por base o meio digital no uso intenso dos meios midiáticos para o engajamento colaborativo, participativo e interativo no nosso dia a dia, promovendo agilidade, praticidade e eficiência.

Consideremos também que uma das causas dessa complexidade é a velocidade da mudança promovida pelas janelas inovativas, cada vez mais aceleradas, exigindo-nos a apropriação de forma assertiva das Tecnologias Emergentes possibilitando assim a fomentação e construção de diferenciais competitivos e de desenvolvimento local; este é um dos desafios organizacionais, institucionais e principalmente das inciativas públicas nos dias de hoje.

Dias em que os negócios assim como nos processos organizacionais, estão sendo repensados apartir da adoção global e massiva de tecnologia que por sua vez esta mudando cada vez mais e radicalmente as relações de trabalho, ambientes corporativos, dia-a-dia doméstico e a própria visão de produtividade, como também oportuniza o repensar para uma economia verde, ou seja, mais consciente.

Dessa forma nesta sociedade conectada e de massivo volume informacional, conscientiza-nos a considerar o desenvolvimento para o comércio mais justo, responsável e ambientalmente correto(RSE: Responsável Social e Corporativa), ampliando também o desenvolvimento tecnológico mais sustentável e energeticamente mais eficiente(GREEN IT: Computação Verde), assim sendo as smart city têm o seu cartão de visita na proposta de uma nova paisagem iluminada pelo acesso informacional, onde os mais diversos atores de mercado integram-se em uma capilaridade de serviços digitais, oportunizando o desenvolvimento: humano, social e econômico.

A fim de entender sobre essas demandas que batia em nossas portas, busquei apartir de 2007 construir percepções mais amplas, academicamente e profissionalmente sobre os desdobramentos desse impacto tecnológico, na minha vida doméstica, no mercado, no meu trabalho, nas ralações sociais, nas oportunidades aqui e ali, enfim de um cotidiano cada vez mais digital.

Assim nasceu o blog como tarefa corriqueira de registrar a minha saga nesta construção de percepções do mercado local e global. O blog O QUE LEVEI PARA PENSAR?, foi esse recipiente das linhas de entendimento do que levava para pensar nos seminários, palestras, congressos, e tudo mais que possibilita-se construir novas percepções sobre essas mudanças. Dessa forma este acervo construído apartir de 2007, misturando também com o que vivenciei na área desde de 1990 olhando esse mercado, um olhar num todo sem achismo ou futurismo, dedicado a rascunhar um diálogo prático sem tecnês mas não simplista no que percebo do meu, do seu e do nosso viver. Hoje mais digital.