Em meus devaneios
Deparo-me com a Morte.
Eu a pergunto, se, pois, o fim seria ali, naquele exato momento,
Pois, caso seja, que meus arrependimentos não me faça devanear mais.
E, indubitavelmente, a Morte faz seu trabalho
- Que assim o seja - ele diz, defronte com a morte.
Renegando cada segundo e, em prantos, pedindo que seja rápido.
- Imagine que seja um sonho, meu amo, porém um sonho para sempre; não sentisse atraído? - diz a Morte para sua vítima, em belo trapos amarelo.
Após tais proferidas da Morte.
Indubitavelmente, a vítima aceita seu destino, cujo, dela nada sábia.
Mas, assim é a vida; você vive e no fim você não quer aceitar, o fim, a Morte.
- Rejubile-se, a morte não é o fim! Rejubile-se! - ecoa uma voz ao longe.