Deadpool (2016)
Hm… Depois de tantos filmes analisados à gosto em outro blog, não sei o que dissertar sobre estas “boas-vindas de 2016” da Marvel: Dead Pool. Não que eu não faça o tipo de histórias de super-heróis, mas senti que o tempero deste filme foi bem diferente do que estou acostumada…
De cara, a interação personagem-espectador é inteligente. Não peca. Não cansa. Conseguimos captar a ideia com quem estaremos lidando nos próximos 120 minutos e, francamente, mesmo que você não tenha um bom senso de humor (lê-se: minha pessoa), é tudo muito descontraído e engenhoso — não há espaço para aquelas “piadas” vergonhosas de tios bêbados em festas de família.
Os stunts, o abuso do Slow Motion e a violência te levam ao delírio. Lembrou-me da fórmula de God of War em muitos momentos, onde tudo o que está correndo nas veias do Dead Pool resume-se em ser o mais sanguinário possível. Assim, sem mais delongas, a história do super-herói consegue ser transmitida com maestria embolando um exímio jogo de câmeras e a atuação de Ryan Reynolds.
O único porém que destacaria por aqui seria a falta de surpresas (perdão se achei previsível, né?). De resto, vale o ingresso.