Eu cresci ouvindo aquele ditado mais ou menos assim:

“se você ama alguém deve deixa-lo ir. Se voltar, será por corresponder a tal amor.”

Acontece que, pensando nessa ideia, lembrei que o amor próprio vem antes que o correspondente

E percebi que, para que eu venha me amar e me aceitar, eu preciso me deixar ir

Livre.

Pra descobrir.

E me descobrir.

E, bom, eu sei que um dia eu vou voltar

Mas voltarei sendo nada menos que eu mesma.

Nada menos que alguém que aprendeu o que é ser livre, porque se libertou

Que aprendeu o que é amor, porque aprendeu a se amar

E com isso aprendeu a envolver os outros nesse amor

não só pelo prazer que é amar

mas por perceber que isso também é se libertar.

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