
E que o primeiro gesto seja breve. Que não espere as condições ideais. Que seja delicadamente ingênuo. Que não precise de uma intensa mobilização de pessoas ou recursos. Que seja divertido. Que comece em algumas horas ou agora mesmo. Que encontre um símbolo ou local que contribua para definir o marco zero da coragem. Que seja relembrado no tempo com ternura e potência. Que possa parecer para muitas pessoas uma iniciativa romântica ou fantasiosa e ainda assim siga em frente com a força empreendedora e criativa. Sejamos todos hippies profissionais!