A morte, surda, que caminha ao meu lado.

Izabelle Vieira
Aug 25, 2017 · 1 min read

Vestes negras e de superfície clara

Tão alva quanto o transparecer da alma

O que queres de mim? Se nada tenho para ti

Tu vens tão elegante, na noite cintilante.



Sou apenas um corpo, na ilusão do sonhar

Presa a matéria da realidade

Teu beijo amargo pode ate me libertar

Entretanto, usar-te como fuga, me faz covarde



Passos largos, pisar silencioso e apressado

Toque sutil, o veículo para o outro lado

O último olhar que o ser tem contato

E de repente, tudo torna-se vago.

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    Izabelle Vieira

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    Ser livre como um pássaro, voar na imensidão dos sonhos

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