Millennials

Mercadólogo é tudo encapetado. Vira e mexe eles criam uma “classe”, geralmente emergente e carente de prestígio, para colocar no foco e transformar em referência ou, que Deus me perdoe, formadores de opinião.

É o que acontece com os tais “millennials”.

A comunicação cria um estado de coisas onde o sujeito se sente privilegiado e cheio de méritos que ele saberia, se tivesse um mínimo de autocrítica, que não os tem. Sai por aí, todo cheio de esperanças, “agora vai!”, só que não vai e ele segue ferrado, perdendo seu tempo tentando imaginar porque não dá certo com ele, afinal é um “millennial”.

Aí vai ele, feito boneco mole, triste marionete no palco insano do capitalismo, a regurgitar regras e comportamentos, aderindo ao perfil que lhe foi destinado e tentando entender porque é que sua genialidade ainda não foi reconhecida.

Enquanto isso, os mesmos filhotes da aristocracia plutocrática que sempre dominou o cenário, continua a ocupar os postos que ele pretende, pobre imbecil.

Prefiro um Fora do Eixo cagando do que um Millennial pensando…( obrigado José Leão de Carvalho, já na Grande Vida, que dizia isso quando se referia a Hippies e Yuppies, respectivamente.

Yuppies, os Millennials dos anos 80, lembram-se?

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