Sobre escolhas conscientes (ou não!)

Não que eu não tenha problemas. Não que eu não sinta falta de algo ou de alguém(ns). Não que eu queira mais do que eu tenho. Não que eu sonhe com a compra e/ ou aquisição de algo. Não que eu queira algo além do que está ao meu alcance.

Eu quero mais. Eu sonho mais. Eu sinto mais. Mas nem por isso eu deixo de ser grato por aquilo que já sou, faço, tenho, vibro e atraio. O meu passado, o meu presente e os meus desejos fazem de mim o que sou (ou da ilusão daquilo que sou!)

Sei lá… Só que sei que cada vez mais tenho tomado consciência de minhas escolhas e cada vez mais, elas tem reverberado de uma forma mais pungente e concreta. Papo de doido! Pode ser?

Mas tudo isso tem feito tanto sentido e tem me mostrado tanta coisa que fica impossível “desver”. Cada vez mais, aquilo que vivi, que vivo e que acho que viverei faz sentido. Às vezes comento comigo mesmo que esse sentimento não é novo em mim. Mas novo é vê-lo refletido em tantos outros.

A sensação que tenho é que a tribo está se juntando novamente. E que independente de nossas escolhas, a mudança virá — paulatina e/ ou violentamente. E não dependerá exclusivamente de mim e nem de você, mas daquilo que emerge entre nós.

Santorini — Outubro de 2014.

Ninguém está preparado e ninguém tem a receita pronta. Cada qual com o seu processo e com a sua experiência de ser único. Sem certo e nem errado, sem melhor e nem pior. Sem isso ou aquilo. Nem dentro e nem fora.

Na tsunami do que está por vir, o meu não é seu e nem o seu é meu. É tudo junto e misturado!

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