COMO A BUSCA INCESSANTE PELA PERFEIÇÃO ATRAPALHA O NOSSO COTIDIANO


Sempre somos confrontados pela busca incessante da perfeição nos mais diversos aspectos de tudo isso que fazemos ou nos propomos a começar.

Se for para fazer, que seja bem feito.

Só que o “bem feito” não é mais suficiente. A todo momento estamos sendo cobrados para conseguirmos, conquistarmos, criarmos algo perfeito. Porém, o problema está na construção desta equação que resultaria em resultados ditos perfeitos.

Sendo nós, humanos, um grupo imperfeito das mais variadas formas, como pode nos ser cobrado perfeição?

Maioria das vezes, essa pressão parte das pessoas que convivem diretamente conosco. Parece que existe uma avaliação constante de tudo que você consegue realizar, e caso uma “média alta” não seja alcançada, automaticamente você não está bem.

(Houston, we have a problem!)

Porque eu só posso ser/estar feliz comigo mesmo caso tenha uma casa grande e bem localizada, um carro novo, um emprego muito bom, viajar com frequência, estar sempre nas melhores festas e por aí vai. O check-list deve ser enorme.

Tal atitude gera uma pressão para buscarmos a qualquer custo aquilo que somos levados a acreditar que é o melhor para nós.

A ansiedade gerada por não termos o melhor emprego, o melhor chefe, a melhor namorada, a melhor foto no instagram, pode destruir as oportunidades que aparecem diariamente.

Ficamos muitas vezes bitolados, querendo fazer sempre o grande, sempre o excelente e esquecemos que a nossa vida é formada por pequenos fragmentos de fracasso.

Com isso, somos levados ao descrédito, por simplesmente ERRAR. Ou pior ainda por não conseguimos aquilo que outras pessoas colocaram como meta.

Errar, faz parte da nossa natureza, nem sempre fazemos as melhores escolhas, nem sempre construímos algo magnífico, mas, eu acredito que eu devemos ser gratos só por ter a oportunidade de tentar e de falhar.

Convivendo bem com isso podemos dar um passo além, aceitando que não somos máquinas, sendo felizes com nossas imperfeições e até mesmo com as imperfeições alheias, não vamos mais avaliar uns aos outros…

Vamos ser felizes!


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