Há um ano e três meses finalizei o doutorado em Informática na Educação no PGIE da UFGRS. Na medida em que me distanciei dele, constatei a sua relevância nos estudos realizados para iniciar algumas provocações sobre a educação formal (escolas).

O modelo da sala de aula em quatro paredes centrada na figura do professor necessita ser repensada. Estamos imersos em tecnologias que rompem barreiras físicas e compartilham qualquer conhecimento, bastando para isso, a vontade de fazer e o recurso técnico para tal.

O professor (aquele que fala) até então era o recurso técnico e humano, dominante na sala de aula, que interagia e tinha que formar o aluno, aquele sem luz ou aquele que precisa ser nutrido. Na atualidade, não mais o aluno, mas sim o estudante cujo sentido da palavra significa aplicar-se, ter cuidado, diligenciar, procurar, pretender alguma coisa com empenho, esforçar-se para fazer algo; favorecer, desejar, aspirar alguma coisa (CRETELLA JR, CINTRA, 1953).

É desta relação professor e estudante que precisamos inserir na sala de aula, atravessada pelas tecnologias que rompem as paredes, os saberes são compartilhados, as relações se reconfiguram.

Então, que professor e estudante podemos ser?

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