De volta para o futuro

Sou filho do meio-termo — daquela geração que cresceu vendo TV e presenciou o nascimento da Internet. ‘De Volta para o Futuro’ é um dos filmes que formaram o meu caráter, parte da filmografia dos anos de 1980 que imaginava o mundo atual.

Já pensou pegar o DeLorean, colocar uma data da sua vida e ver o que aconteceu? Quem sabe daria para consertar aquela burrice ou reviver um momento digno de baile do ‘Encanto Submarino’.

Na real, McFly não consegue mudar nada. Pelo contrário: qualquer intervenção no passado apaga a própria existência. Resta a missão de manter tudo lugar, com erros, acertos e tudo de bom ou ruim que aconteceu.

O que ‘De Volta para o Futuro’ me ensinou?

Não dá para ter DeLorean e muito menos consertar o que foi feito. Estamos aqui eu e o pobre McFly lado a lado em 20 de outubro de 2015, refletindo sobre até onde aprendemos com que fizemos. E a maior ironia nisto tudo é que a partir de hoje não será um filme sobre o que virá, mas sobre tudo aquilo já passou.

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