Quatro dicas de e-commerce para o próximo Holiday Season

Assim como no mundo todo, o e-commerce no Brasil continua expandindo. Em 2015, o setor nacional cresceu 22% em relação ao ano anterior e obteve o faturamento de R$ 48,2 bilhões, segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). Os números são um claro sinal de que o comércio eletrônico está em um progresso cada vez maior e, a cada ano, mais estabilizado no mercado.

Mas sempre há espaço para melhorias, certo? Para dar tempo de preparar seu site com antecedência, listamos agora algumas dicas de vendas online para o próximo Holiday Season, considerado o período mais favorável para o setor durante o ano por englobar datas comemorativas importantes — do Dia das Crianças até o Natal.

1 — Planeje sua estratégia de marketing com antecedência

No universo varejista, tudo o que é planejado é mais competitivo. Faz toda a diferença analisar experiências anteriores, realizar reuniões semanais com toda a equipe de marketing, prever número de conversões e estoque, além de preparar toda a infraestrutura de TI necessária para dar suporte às estratégias e acessos previstos.

E já que a previsão é de mais crescimento no e-commerce para este ano — cerca de 18% até dezembro –, vale a pena investir em novas ferramentas de performance para não perder vendas com uma possível sobrecarga do servidor.

2 — Verifique se o seu site pode suportar picos de tráfego característicos da época

A Holiday Season engloba um período crucial para o varejo online. Afinal, estamos falando de datas que não passam batidas pelo consumidor, como o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal. Em 2015, o faturamento de cada um destes períodos para o e-commerce no Brasil foi de respectivamente R$1,47 bi, R$1,64 bi e R$ 7,4 bi.

Assim, tudo o que o varejo virtual puder fazer para evitar qualquer tipo de falha em seus sites deve ser feito. Afinal, numa época tão crucial para as vendas, cada segundo que uma loja virtual fica fora do ar, representa perdas potenciais enormes em receitas e clientes.

Além disso, o maior tráfego de consumidores pode sobrecarregar os servidores de lojas que não estiverem devidamente preparadas para lidar com a maior demanda e o grande número de acessos simultâneos. Esse tipo de sobrecarga pode fazer com o que o site fique mais lento ou até mesmo saia do ar — o que em muitos casos fará com que os visitantes optem por comprar em outro lugar.

Por isso, é recomendável investir em soluções de aceleração e escalabilidade web, antes que a página lide com problemas reais de performance e a companhia perca consumidores, principalmente se este perigo já foi sinalizado em testes e dias que apresentaram um grande volume de acessos.

3 — Pense mobile

Dados apontam que smartphones ou tablets em 2015 responderam por um décimo das compras brasileiras. A expectativa para este ano é que este número cresça e chegue a 30%. Ou seja, é preciso apostar no responsivo dos sites, pois o mundo virtual está cada vez mais mobile e, uma hora ou outra, todas as páginas vão ter que se adaptar.

Mas a experiência com aplicativos móveis do consumidor será eficiente apenas se a navegabilidade e desempenho da página for ideal. Afinal, os clientes podem acessar páginas de diferentes partes do país e do mundo pelo celular, além de contarem com internet 3G e 4G de suas operadoras, que geralmente é mais lenta que conexões Wi-Fi.

Portanto, é o caso de analisar se é necessário contratar serviços de disponibilidade que utilizam sistemas CDN (Content Delivery Network), como alguns oferecidos pela Exceda aqui no Brasil também parceria com a Akamai, aprovada por gigantes da Internet como Facebook, Netflix e Amazon.

É possível, assim, melhorar a performance de uma página e disponibilizá-la para usuários globais, mesmo quando não há resposta na origem. Isso acontece por conta dos milhares de servidores espalhados pelo mundo, que sempre encontram o cliente através do caminho mais curto.

4 — Tenha proteção extra contra ataques

Ataques cibernéticos têm diversas motivações, principalmente ideológicas. Pessoas mal-intencionadas podem tentar derrubar sites que têm menos proteção e isso pode ser desastroso para as vendas.

Como já dissemos, enquanto a página fica fora do ar, a empresa perde as possíveis conversões com o tempo, além de passar uma imagem de fragilidade para o consumidor, que certamente ficará desconfiado. Serviços de firewall e segurança são essenciais para qualquer página na web, mas soluções ainda mais específicas podem bloquear ataques cibernéticos massivos e perigosos.

Um exemplo interessante foi o trabalho que desenvolvido pela Exceda com a Centauro, que na época da Copa do Mundo, em 2014, acionou ferramentas de proteção para combater ataques de grupos contrários à realização do evento esportivo no Brasil. Como eles previram, a loja virtual da marca realmente recebeu os ataques, que foram devidamente bloqueados dentro da própria rede Akamai antes que chegassem a seu datacenter ou servidores.

Em resumo, a principal mensagem de todas estas recomendações é: qualquer e-commerce deve ter em mente a importância de proporcionar a melhor experiência e segurança ao usuário e ao cliente, principalmente em períodos de grande consumo. Desta forma, você garante as conversões e uma boa avaliação neste mercado, que só tende a crescer cada vez mais. Boas vendas!